As queixas sobre violência doméstica têm aumentado nos últimos anos. Responsável da UMAR refere que há “maior atenção pública” para “este atentado aos direitos humanos”.
O ditado “entre marido e mulher não se mete a colher” parece começar a ser ultrapassado pela sociedade portuguesa. Hoje em dia, família, amigos ou vizinhos mobilizam-se para enfrentar o problema que se vive em muitas casas.
Na década de 90, em Portugal, de acordo com um estudo mencionado pela vice-presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), Maria José Magalhães, “uma em cada três mulheres era ou tinha sido vítima de violência doméstica”. A activista considera estes números “uma realidade atroz”.
Maria José Magalhães refere que, apesar da evolução dos últimos anos, a lei actualmente “favorece os agressores”. Segundo a vice-presidente da organização, a revisão do código penal, nomeadamente o fim da prisão preventiva, faz com que as vítimas percam a “confiança de que podem e devem denunciar”.
Para a responsável da UMAR, é “incongruente” pedir às vítimas para denunciarem os seus casos, quando o que “as autoridades fazem é somente chamar a atenção do agressor”. A vítima continua exposta à violência e “a única alternativa que lhe resta é fugir”. Maria José Magalhães considera “ridículo” o facto de terem que ser as vítimas a abandonar a casa, classificando essa situação de “revitimização”.
Nos estudos desenvolvidos ao longo dos anos, não existe um perfil traçado nem de agressor nem de vítima. São de todas as idades e atingem qualquer estrato económico-social. No entanto, de acordo com palavras da activista, os agressores apresentam comportamentos semelhantes. “Eles acham-se donos delas porque escolheram aquela mulher, seduziram-na e elas têm que fazer o que eles querem”, revela. “A mulher é encarada como um objecto de desejo, um objecto de posse”, acrescenta Maria José Magalhães.
A responsável da UMAR realça que, depois da violência, vem a “chantagem emocional”. Ao “não sei viver sem ti” ou “ninguém te amará tanto como eu”, segue-se a ameaça do “se não és para mim não és para mais ninguém”, exemplifica.
“Um agressor é sempre um agressor. Eles batem, humilham, prendem, fecham à chave, tiram dinheiro, violam”, sublinha a vice-presidente. A vulnerabilidade da vítima perante o agressor deve-se sobretudo ao facto de as mulheres quererem ser perfeitas e, como não o são, “passam a vida a culpabilizar-se”, explica a responsável.
As consequências da violência doméstica afectam mulheres em todo o mundo, independentemente das diferenças culturais, religiosas ou sociais. A longo prazo, uma vítima de violência doméstica pode ter perturbações a nível cognitivo, de concentração e de memória. É o denominado “Síndrome da Mulher Abusada”. “Estas vítimas levarão anos a encontrar o seu equilíbrio e a encontrar-se a si próprias”, conclui Maria José Magalhães.
Ola gostei muito da pesquisa que voces fizeram, mas eu quero muito saber das consequencias ao agressor.
Preciso fazer uma pesquisa mas nao nao estou achando nada relacionado a essa hipotese..
grata *Flávia
n gostei apessar do k a flavia dixen n n n n n n n n n n n n n n gostei detestyei ,.................................................................
nao gostas-te porque deves ser um desses parvos que se acha um macho por bater na mulher,
eu konkordo com o Pegy tu só ñ gostaste porque deves ser desses estupidos que pensa que só npor homem pensa que pode bater em mulheres
axu horivel que um gajo bata numa gaja pke e uma coisa BUE NOGENTA BATER BUMA NULHER e horrivel e cruel ...
Os tonos que vatem em mulheres são uns autenticos covardes e só fazem isso porque não tem tomates para se virarem a um homem...
os filhos da puta k batem em mulheres deviam ir todos presos e pk ja metem maior nojo!mesmo mt!
De facto... é de uma cobardia autentica bater numa mulher! Há pessoas que ñ tem cérebro ou sentimentos, por isso mesmo deveria ser tomada uma medida drástica para que todos os agressores pagassem pelos seus actos
OS HOMENS QUE BATEM NUMA MULHER DEVIAM DE TER PRISÃO PERPÉTUA
Um homem que bate numa molher não deve ser bom da cabeça e deve ter uma preturbação qualquer!
Eu axo que um gajo nunca devia bater numa gaja
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