Proposta criação do estatuto de vítima de violência doméstica. União de Mulheres Alternativa e Resposta aplaude medidas.
O Governo lançou, segunda-feira, uma proposta de lei voltada para a prevenção e protecção das vítimas de violência doméstica. As medidas apresentadas encontram-se em consulta pública no Portal do Governo. Esta terça-feira assinala-se o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.
O uso de pulseira electrónica é uma das propostas para afastar o agressor da vítima. Salomé Coelho, do Observatório de Mulheres Assassinadas da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), revela ao JPN que esta era "uma medida já prevista e que se espera que seja mesmo definitivamente posta em prática".
A UMAR aprova este pacote de medidas, em que se destaca também a aplicação da prisão preventiva sem ser em situações de flagrante delito. "É um grande avanço. Ainda bem que o Governo tomou esta posição", afirma Salomé Coelho.
Outra novidade é o estabelecimento, "pela primeira vez", do "'estatuto de vítima', no âmbito do crime de violência doméstica que consagra um quadro de direitos e deveres, não apenas no âmbito judicial, mas, também, fruto do reconhecimento da necessidade de uma resposta integrada, no contexto laboral, social e de acesso aos cuidados de saúde de forma adequada", lê-se na proposta.
Segundo dados do Observatório de Mulheres Assassinadas relativos a 2008, 44 mulheres morreram vítimas de violência doméstica."É assustador. São os valores mais altos desde 2004", lamenta Salomé Coelho.
A UMAR lançou este mês uma campanha para combater a violência doméstica. Intitulada "Eu não sou cúmplice", tem como objectivo mobilizar os homens para que sejam solidários e não apoiem os agressores.
Associada à campanha, que terá a duração de um ano, está uma petição online e projectos de sensibiização para a causa. O primeiro realizou-se no sábado passado. "Fomos aos locais onde as mulheres foram assassinadas e fizemos uma homenagem", descreve Salomé Castro.
Esta organização oportunista deve gozar de influência especial no"GOOGLE NEWS" para que os seus artigos de propaganda sejam apresentados por longos períodos e repetidos diversas vezes com imagens fantasmagóricas para fomentar a sugestão própria da feiticaria e para assim e de outos modos provocarem a destuição das famílias,por vezes,com a conivêcia das autoridades de proximidade e outros grupos de segurança que muito as apreciam.
Espero que os tempos mudem e que a violência das mulheres sobre os homens de forma psicológica,manÌaca e super-protegida seja devidamente analizada e castigada. Morrem mais mulheres na estrada por assumirem comportamentos umbilicais e desabridos do que por violência doméstica cometida por um homem depois de ser provocado e menorizado ao extremo pelas mulheres super-protegidas pelas leis oportunistas,pela polícia e pelo sistema judicial. É necessário que os homens agredidos e provocados pelas mulheres tenham direito a ser ressarcidos e as mulheres que recorrem aos tipos de provocação muito mais nocivas do que a agressão física,que surge quando alguém tem o "saco Cheio",sejam severamente castigadas,porque são oportunistas,amorais,irresponsáveis e muitas vezes desiquilibradas, mas que gozam de super-protecção na sociedade apesar de destruirem famílias inteiras e são defendidas como se fossem umas santas-visão quixotesca das mulheres que muitas se aproveitam sonsamente.
Caro AFonso Perdigão,
Não concordo com absolutamente nada do que escreveu.
à atenção de Luís Antunes,
Tem piada. Hoje verifica-se um fenómono,que possivelmente será muito douradoro,em que homens muito "politicamente correctos" são mais feministas do que as próprias feministas. Deve ser para agradar e disso tirar algum proveito.
Caro Afonso,
Deixe-me dizer-lhe que faria um grande favor à sociedade se se suicidasse
Caro Afonso Perdigão,
E que tal ser para viver em paz? Tudo na sua vida é feito para tirar proveito de outros?
Espero bem que não....
vhrfvjdsbjcdvjcdbhjvcfds vhjevfgfuyewfujgsucvewucvuscghcvhjrvufyewfuegfugeuyfduysfduyewqfuydfeudfuewqytfdefduytfewutdfuytewqdfwutdfutwqfdtfdffdfdfdfdffdsagyfhdsagvcytscdutwfcyt
eutwfdhjsgcfytefcghdcusfcusqdcutfeffdssvrv
dewfufuefrewffegre
g
re
g
re
ggfr
g
tr
h
tr
htrht
ht
hthtr
htr
htr
htr
htr
htr
ht
htr
htr
htr
httrh
dfh
gfdg
fds
hgfdhgfgh gf g gfdgggf
gf
gf
gfg
gf
gf
ht
reghuefrgfwj
Os comentários para esta entrada estão fechados.