Espinho recebe, em Abril, a primeira edição do Festival de Cinema Imersivo. É uma nova forma de ver filmes, em que o espectador, envolvido pela imagem e pelo som, é convidado a participar na acção.
Ir ao cinema e mergulhar na acção, sendo completamente envolvido por imagem e som – é a experiência oferecida pelo cinema imersivo, uma nova onda da tecnologia cinematográfica mundial que começa a contagiar o nosso país.
Espinho foi a cidade escolhida para acolher o Festival Europeu de Cinema Imersivo (Immersive Film Festival – IFF’09), que acontece de 24 a 26 de Abril de 2009, no Centro Multimeios da cidade. Anunciado em Junho de 2008 na Conferência da Sociedade Internacional de Planetários, o festival é organizado pela Fundação Navegar, entidade que gere o Centro Multimeios de Espinho.
Com uma programação dividida entre sessões para escolas, retrospectivas e sessões competitivas, o Festival apresenta filmes para todas as idades. É o caso de "Fly Me To The Moon", uma pequena história em 3D sobre três moscas que viajam até à Lua.
Outro destaque do festival é "Sonic Vision", resultante da parceria do American Museum of Natural History com a MTV2, que consiste numa experiência visual acompanhada com remixes de músicas de autores como Radiohead, David Bowie, Coldplay e Prodigy.
Por fim, uma das referências do IFF'09: o projecto "Molecularium", sobre átomos, moléculas e toda a estrutura da matéria. Uma das maiores apostas do festival, por se tratar de uma produção "científica assente em puro entretenimento", afirma António Pedrosa, da organização.
A Fundação Navegar (criada para gerir o Centro Multimeios de Espinho) viu no IFF uma oportunidade de divulgar o trabalho dos profissionais, cujas criações na área do cinema imersivo têm-se desenvolvido muito nos últimos anos.
A própria Fundação é responsável pela criação de filmes que são projectados no Planetário do Centro, onde milhares de alunos de todo o país já assistiram às mais variadas películas. Fazer com que este novo tipo de cinema chegue ao público em geral é, aliás, uma das motivações do festival e impulsionou a criação de um espaço dentro da programação destinado às sessões para escolar.
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que 1970s, espero que passem floyd
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