Novo código entra em vigor nas escolas já no próximo ano lectivo. Professores pedem formação "atempada" e "rigorosa".
A Associação Nacional de Professores (ANP) defendeu hoje a necessidade de uma formação "atempada" e "rigorosa" para todos os professores, sobre o novo Acordo Ortográfico. A exigência manifestada ao JPN surge no mesmo dia em qeu foi anunciado o novo código linguístico vai entrar em vigor nas escolas já no ano lectivo 2010-2011.
"Faz todo o sentido que haja formação prévia, que se faça com tempo e que não envolva só a disciplina de língua portuguesa", explica João Henrique, presidente da ANP.
Para o docente, "deve-se a anticipar a formação com menos de um ano", até porque "as alterações não são tão ligeiras quanto isso". Quantos aos cursos de formação para os professores, João Henrique desconhece a sua existência de modo sistemático.
A adequação dos manuais também é um factor de preocupação motivado pelo acordo ortográfico. O presidente da APN defende a "preparação desses manuais".
A Associação de Professores de Português (APP) classificou como "facilistas" as provas de aferição do ensino básico realizadas esta segunda-feira. Numa notícia avançada pelo jornal "Público", o presidente da APP, Paulo Feytor Pinto, critica as provas de aferição de língua portuguesa na medida em que têm referências que são "objecto de avaliação".
Um exemplo é o pedido para produção de um convite em que se pede para escrever quem é o convidado. Feytor Pinto revela que "se a criança não sabe disso, então não sabe redigir um convite".
João Henrique desvalorizou a palavra "facilitismo", e diz antes que as provas "poderiam ter ido mais longe no nível de exigência". "Podemos dizer que em função daquilo que são os programas e as competências, as provas não são muito rigorosas", explica.
Contudo, João Henrique revela que as provas que "estão bem estruturadas". O presidente da ANP sugere alguns aspectos que podiam ser rectificados nas provas. "Poderiam fazer um apelo maior às competências de escrita e de compreensão", concretiza, concordando com a posição da Associação de Professores de Português.
Ainda sobre as provas de aferição aso alunso do quarto ano, João Henrique revela que "as provas não têm grau de facilidade quanto grande quanto isso". "Mas deveriam ser melhor trabalhadas no nível do rigor e da exigência perante os alunos", acrescenta.
Igualzinho aqui no Brasil.
Governos elaboram provas de aferição da aprendizagem, mas não favorecem a aprendizagem.
Cobram do professor e pouco lhe oferecem.
Pouco preparam os que devem preparar as gerações.
É um plano certeiro para beneficiar o engano e manter as coisas como estão!
é gripe para vender vacinas e isto para vender dicionários. isto está entregue à bicharada, é o que é. e o tuga consome, até deixa de comer para comprar estas merdas
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