Portugal ultrapassa Espanha no ranking da competitividade
Portugal sobe três lugares no ranking da competitividade
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Portugal ultrapassa Espanha no ranking da competitividade

Segundo dados do IMD, no World Competitiveness Yearbook 2009, Portugal subiu três posições, sendo o país mais competitivo da Europa do Sul.

Portugal subiu três posições no ranking da universidade suíça Institute for Managment Development (IMD), ultrapassando a Espanha, pela primeira vez desde 2005, bem como a Itália e a Grécia. Os dados divulgados pelo gabinete do PlanoTecnológico colocam o país no 34º lugar, numa lista de 57 países.

Entre os 27 países da União Europeia, Portugal subiu dois lugares face ao 2007, ocupando agora o 16ª posto. O comportamento de Portugal no quadro da União Europeia (UE) só é comparável à Alemanha e à Suécia que também progrediram três posições, sendo, contudo, inferior ao progresso da Lituânia e da Finlândia. Portugal integra assim o grupo dos cinco países da UE que mais melhoraram a sua posição neste ranking.

Luis Ferreira, assessor do Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, encara esta subida como um factor determinante para a situação do país face aos principais concorrentes "Significa que, no contexto global, Portugal se apresenta mais competitivo. Ou seja, no jogo da competitividade, que é um jogo jogado à escala internacional, Portugal está a progredir mais do que outros países, incluindo países que competem mais directamente connosco, que estão no nosso campeonato", destaca o responsável.

Apesar dos resultados agora conhecidos, o responsável afirma que há ainda muito trabalho a fazer, destacando como prioridade "o controlo do desemprego, a melhoria do sistema de Justiça, a reforma da administração pública e o aumento da competitividade. Luís Ferreira identifica ainda a necessidade de estabilidade política num ano em que o país enfrenta três momentos eleitorais. É muito importante que Portugal não perca o rumo que tem vindo a ser traçado", afirma

Numa altura em que o país vive a braços com os efeitos da uma crise generalizada, os resultados são encarados por Luís Ferreira como o "tónico ideal" para se continuar o caminho que se vem fazendo nos últimos anos. Caminho esse que "passa pelo investimento público em áreas tão importantes como as Energia, as Redes de Nova Geração ou as infra-estruturas escolares" e numa atenção especial para com o "reforço da competitividade das empresas".

Projectando um cenário de pós-crise, Luís Ferreira partilha com o Governo a ideia de que as actuais dificuldades podemconstituir "uma grande oportunidade" para Portugal. "Temos que nos posicionar para que, quando sairmos da crise, estejamos em condições que nos permitam dar um passo ainda maior e de forma sustentável. Não há razões para que os portugueses não tenham esperança no futuro", concluiu.

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Em resposta ao comentário de Fernando Campos Por Fernando Campos
25.05.2009 - 14:42

Deveriam as empresas, aproveitar o momento para se organizarem e certificarem de modo a evidenciarem qualidade, tornando-se mais credíveis os seus produtos e serviços. É tempo de acaber com incompetências e exigir aos mais aos gestores e chefias.
Também os políticos (e oposição) deverão apresentar propostas crediveis e não somente, fazer, críticas negativas, próprio de quem não nunca faz trabalho de casa. Já é tempo de actuarem com profissionalismo.

Em resposta ao comentário de jose carlos Por jose carlos
25.05.2009 - 15:20

Somos mais competitivos que espanha porquê ,temos que aprofundar esta noticia .


é vergonhoso que seja á conta dos portugueses que ganham pouco mais que o vencimento minimo , que tem o dinheiro á conta para pagar a renda da casa o infantario e pouco mais , que não conseguem ter uma semana de férias em quanto outros belmiros , dão se ao luxo de comprar casas no brasil , nas caraibas em paris , enquanto nós os Portugueses nem casa propria podemos .

Vive-mos numa Africa europeia , onde a diferença entre os belmiros e os que trabalhão o seu dia a dia não é desigual a esses paises .


Em resposta ao comentário de eduardo santa cruz Por eduardo santa cruz
25.05.2009 - 18:32

Mais uma boa notícia.
É evidente que há e continuará durante muito mais tempo, a haver muito que fazer, para estarmos cada vez mais perto dos países mais desenvolvidos, de modo a termos mais e melhor qualidade de vida.
Mas é injusto que apenas se dê enfase às más notícias.
Parece que há gente e partidos para quem a maior felicidade seria ver o país e todos nós a escarafunchar nas lixeiras...
Mas isso faz parte, infelizmente, do comportamento medíocre e mentalmente pequenino de um povo que já foi grande e se quiser, se conseguir mudar algumas mentalidades, nomeadamente a do bota-abaixo e dos profetas da desgraça, pode voltar sê-lo.
A crise global, mas em especial o começar a pensar no que queremos para depois dela passar, é que devia ser a preocupação maior,de todos e de cada um.
Parafraseando Obama, Sim, nós podemos!
Não podemos nem devemos é entrar em grandes euforias, mas estas notícias dão-nos alento e esperança e sobretudo ajudam-nos a acreditar que é possível construir um "amanhã" melhor.

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