Avelino Soares, director do evento, traça balanço positivo do regresso da Feira à Avenida dos Aliados. Continuar na Baixa é o objectivo da organização.
A 79.ª Feira do Livro do Porto, que terminou no domingo, foi visitada, segundo o director Avelino Soares, por mais de 150 mil pessoas. O responsável explicou ao JPN que o regresso do evento à Avenida dos Aliados, um espaço "há muito desejado por participantes e visitantes", teve influência nos números. Nas próximas edições, o objectivo é que o a Feira "se realize novamente naquele espaço".
Para Avelino Soares, o facto de "se tratar de um espaço ao ar livre", com "boa acessibilidade" e "proximidade de espaços comerciais e transportes" fez com que mais pessoas visitassem a Feira, que teve início a 17 de Maio.
No que concerne às dificuldades na organização do evento, o director diz que sendo "um novo espaço" e, ainda para mais ao ar livre, tiveram de ser "envolvidas muitas instituições". O responsável atenta, no entanto, no "apoio incondicional dos diversos Municípios do Porto" que "ajudaram a eliminar antecipadamente os problemas usuais neste tipo de eventos".
O director não esquece o "contributo excepcional" da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, do Plano Nacional de Leitura e das bibliotecas municipais, que ajudaram a que "a Mini-Feira do Livro tenha sido um dos pontos altos" do certame.
Voltei este ano à Feira do Livro do Porto (FLP) depois de alguns anos desentusiasmado com a mesma e, apesar da maior carga simbólica do local, preferia o espaço anterior. Não no Pavilhão da Atleta Rosa Mota, mas nos jardins, imitando o sistema deste ano. Seria mais agradável, com mais sombra e a FLP ficava logo servida com algumas casas de banho e serviço de bar a que se juntariam os habituais WC portáteis e as barracas de gelado-sumos deste ano nos Aliados. Uma hipótese a considerar, talvez? Saudações,
Isaac
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