A Comissão Europeia, França, Espanha e Itália já expressaram o seu apoio ao plano de ajuda conjunta para salvar a Grécia. A Alemanha continua à margem do programa de cooperação.
Angela Merkel permanece à margem do programa de cooperação económica que a União Europeia (UE) está a delinear para poupar a Grécia duma crise económica ainda mais forte. A chanceler alemã afirmava, na semana passada, que depois da Grécia violar durante anos o Pacto de Estabilidade europeu, o melhor nesta altura seria expulsá-la da Zona Euro, recusando-se a prestar quaisquer ajudas financeiras.
O presidente da Comissão Europeia (CE), José Manuel Durão Barroso, numa entrevista publicada hoje, segunda-feira, no jornal alemão "Handelsblatt", citada pela agência Reuters, pediu que a líder alemã dê o "sim" e contribua para o plano de ajuda financeira que tem o objectivo de auxiliar a já endividada Grécia. O político português ressalvou ainda a "necessidade" de uma decisão na próxima reunião de ministros e chefes de estado, no final da semana, em Bruxelas, para acabar com "esta permanente incerteza", que "ameaçaria a estabilidade da Zona Euro e só alimentaria a especulação."
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Angél Moratinos, já anunciou que a actual Presidência espanhola da União Europeia também vai trabalhar para encontrar uma solução para o problema do endividamento público grego. "Acreditamos que é um momento importante para o futuro da UE e para o futuro do euro", sublinhou Moratinos esta manhã ao "El País", à entrada para o Conselho de Ministros e Assuntos Exteriores da UE. Também os ministros dos negócios estrangeiros de França e de Itália já prometeram ajuda e destacaram a necessidade de um rápido auxílio à república helena.
Atenas espera, assim, num contexto de tensão europeia, a aprovação de um plano de ajuda. O mecanismo pretendido pelo país baseia-se em empréstimos a taxas inferiores concedidos pelos estados-membros da Zona Euro.
O presidente da Comissão Europeia acredita que o governo germânico pode vir a intervir positivamente para a resolução da situação negativa na Grécia. "Assegurar a estabilidade da união monetária interessa também à Alemanha", pelo que "estou seguro de que terá uma contribuição construtiva na resolução da actual crise grega", admitiu Durão Barroso ao jornal alemão.
A Grécia, Portugal, Espanha e Italia andaram estes anos todos a enganar tudo e todos, com os seus orçamentos maquilhados. Hoje a solução para credibilizar o euro e pura e simplesmente expulsar este o bando dos 4 da moeda unica. Assim de um tiro resolvia-se a questão da crebiliadade do euro e penalizar-se-ia os politicos corruptos.
Um bem haja
Poderia explicar melhor em que sentido esses Países enganaram tudo e todos? Não sei se estou completamente ciente do que isso significa.
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