UP: Porto tem "crescido bastante" na área das Indústrias Criativas
"Há muito boas universidades e indústrias criativas em Portugal", diz Michael DaCosta Babb
Foto: Patrícia Lima

UP: Porto tem "crescido bastante" na área das Indústrias Criativas

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O director-executivo da ADDICT, Michael DaCosta Babb, esteve, esta quarta-feira, no curso de Ciências da Comunicação da UP, onde destacou o papel da cidade do Porto no crescimento das Indústrias Criativas.

O director-executivo da Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT), Michael DaCosta Babb, esteve, esta quarta-feira, no curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto, onde afirmou que o Porto tem "fomentado e dinamizado" a área das Indústrias Criativas, que pode vir a afirmar-se como uma mais-valia para o país, como referiu o Presidente da República, Cavaco Silva, no discurso do 25 de Abril.

"O Porto crescido bastante na área das Indústrias Criativas", considera Michael DaCosta Babb. Exemplos disso mesmo são os pólos recentemente criados na cidade, como a própria ADDICT, a incubadora de empresas criativas de Serralves (INSerralves ) e o pólo das Indústrias Criativas do Parque de Ciência e Tecnologia (UPTEC).

Na conferência, Babb abordou a história da ADDICT, reflectiu sobre a missão da agência e sobre o impacto económico que o sector das indústrias criativas pode ter na economia e até na reabilitação urbana. Apesar de considerar que, em Portugal, "há muito boas universidades e indústrias criativas", o responsável detecta ainda uma carência: "Falta-vos a vocês, portugueses, apoios monetários e apoios de divulgação por parte dos mass media."

O director-executivo da ADDICT referiu o movimento "Improv Everywhere" como um exemplo de agente de dinamização criativa. O movimento, criado em Agosto de 2001 por Charlie Todd, tem como objectivo organizar cenas de caos e de alegria em lugares públicos. A Improv Everywhere já executou mais de cem missões que envolvem dezenas de milhares de agentes disfarçados. O grupo tem a sua base em Nova Iorque.

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Em resposta ao comentário de joão Condes Por joão Condes
18.05.2010 - 17:55

E soluções, apresentou alguma?
A função que desempenha não é para detectar as carências, pois essas os profissionais já conhecem e vivem com elas.
E os exemplos internacionais não são reproduziveis em Portugal, infelizmente, pois o nosso país não tem escala nem para cem nem para dez missões...
Os exemplos nacionais já existiam quando lhe saiu a lotaria da direcção da Addict.
Parece, cada vez mais, que foi um erro de casting, pois de teoria e análises de números estamos todos cansados.

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