JornalismoPortoNet é um jornal multimédia digital que procura a verdade, independentemente do seu carácter subjectivo, em todos os temas que analisa. Na prossecução deste objectivo exige-se aos colaboradores do JPN um elevado sentido de honestidade, imparcialidade e equilíbrio na análise dos factos. O factor em jogo é a credibilidade do próprio projecto.
Os colaboradores do JPN têm, assim, obrigações para com a audiência, o próprio jornal e para com os seus colegas.
TopoA Agenda do JPN é estabelecida por critérios jornalísticos, tendo em conta o público-alvo que se pretende alcançar. Os colaboradores do JPN recusam influenciar a marcação da agenda com base em interesses pessoais ou estratégias de poder estranhas ao projecto.
TopoNo JPN aplica-se a regra da múltipla confirmação dos factos. Nenhuma notícia deve ser publicada sem ter sido confirmada pelo menos por duas fontes. Quando a fonte de informação são outros órgãos de comunicação social, a sua citação é obrigatória. Isto significa que no jornal tem de ser referida a proveniência de todos os elementos informativos não recolhidos directamente pelos colaboradores do JPN. Esta regra aplica-se a todos os meios multimédia utilizados no jornal. No contacto com as fontes, o colaborador do JPN deve apresentar-se como tal e frisar que a recolha de informações, gravadas ou não, tem por objectivo a elaboração de uma peça jornalística. O colaborador do JPN respeita a fonte, como elemento determinante da produção jornalística, mas não permite que as fontes tenham acesso à peça elaborada antes desta ter sido publicada. Pretende-se desta forma evitar a manipulação de todo o processo de elaboração da notícia, por parte de uma das fontes. O colaborador do JPN não negoceia informações que eventualmente possua, recusando por isso a sua troca pelo silenciamento de outras. No desenvolvimento do trabalho jornalístico, o colaborador do JPN recusa a manipulação dos factos e tem por obrigação explorar, de forma rigorosa, todos os caminhos possíveis que um determinado elemento informativo possa eventualmente suscitar. Este trabalho de investigação tem sempre por base o respeito pela privacidade, o bom-nome e pelo respeito da liberdade dos indivíduos que eventualmente se tenha de contactar. No final, só os factos confirmados podem fazer parte da peça a publicar. No respeito pela verdade jornalística, fica claro que o JPN rejeita toda e qualquer forma de plágio.
TopoOs colaboradores do JPN não realizam a cobertura de acontecimentos em que directa ou indirectamente estejam envolvidos.
Independentemente das opções políticas e religiosas de cada um, o colaborador do JPN deverá redobrar a sua atenção e cuidado na elaboração de peças em que o factor político e religioso se manifeste de forma mais evidente. Neste ponto deve ser inteiramente seguido o Estatuto Editorial do JPN, em que se refere que o jornal procura o "rigor informativo e a distinção clara entre informação e opinião".
Sendo o JPN um jornal elaborado no âmbito de um curso da Universidade do Porto, no tratamento das matérias informativas, os colaboradores do jornal devem evitar qualquer tipo de envolvimento em estratégias de poder, como campanhas eleitorais para os órgãos de gestão universitária, que possam prejudicar a base de confiança entre o JPN e a sua audiência. Neste, como nos outros casos, as regras base são a imparcialidade e o pluralismo.
Pedro Leal e Isabel Reis
(última actualização: Março/2005)
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