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  <title>JornalismoPortoNet - Cultura</title>
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  <updated>2012-05-24T17:46:43Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
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  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2005</rights>

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    <title>Guimarães 2012: Estar dentro de uma câmara fotográfica</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/guimaraes_2012_estar_dentro_de_uma_camara_fotografica.html" />
    <published>2012-05-24T17:44:14Z</published>
    <updated>2012-05-24T17:46:43Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31739</id>
    <summary type="text">Guimarães 2012: Uma visita pelos edifícios reabilitados

Guimarães 2012: Música erudita no ouvido dos vimaranenses

Guimarães 2012: &quot;Uma cidade portuguesa, europeia e mundial&quot;

Guimarães 2012: &quot;vamos honrar a Europa e o país&quot;</summary>
    <author>
      <name>Irina Ribeiro</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Terceiro"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>De 25 de maio a 17 de junho, vai ser possível entrar numa câmara fotográfica. Parte do programa de Guimarães 2012, a ideia inclui uma instalação performativa, exposição fotográfica, uma vídeo-instalação e cursos de fotografia estenopeica.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A partir de sexta-feira, dia 25 de maio, e até 17 de junho, o público pode viver a experiência de estar dentro de uma câmara fotográfica, no centro cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães. A iniciativa "Câmara escura" convida o público a assistir a um espetáculo sobre a história da fotografia, desde o início até ao surgimento da fotografia a cores. Além do espetáculo, existe, paralelamente, uma exposição fotográfica, uma vídeo-instalação e cursos de fotografia estenopeica. A partir de sexta-feira, existem dois espetáculos por dia, às 13h30 e às 15h00,onde só podem entrar maiores de 8 anos. A entrada custa dois euros.</p>

<p>A instalação performativa consiste "numa grande tenda", que é a câmara estenopeica, onde o público é convidado a entrar e a "assistir a um espetáculo" sobre a "história da fotografia, dos tempos de Aristóteles até à fotografia a cores", como refere Ricardo Seiça, diretor da iniciativa. </p>

<p>Ainda na mesma tenda é feita uma homenagem "aos edifícios de Guimarães" e ao universo dos saberes locais e tradicionais, como os curtumes e a cutelaria. Para concretizar o objetivo, a organização do projeto apelou à "memória de pessoas que passaram a vida a fazer o ofício" e tentou explicar "os processos dos produtos" feitos, segundo Ricardo Seiça. No caso dos curtumes, foram escolhidas peles e na cutelaria é mostrada uma faca. No entanto, há também um olhar para o futuro já que outra das componentes da homenagem é a robótica, com o apoio da Universidade do Minho. Estes ofícios foram escolhidos, de acordo com o diretor da iniciativa, porque comportam uma "atitude de ser vimaranense", que acaba por ser uma "atitude de ser português".<br />
 <br />
Um dos objetivos do projeto é a pedagogia, já que o diretor considera importante explicar às pessoas "o princípio básico da fotografia". Enquanto criador, diz, é essencial experimentar "novas formas de usar o mecanismo da fotografia". Em seguimento da preocupação pedagógica, existem "cursos de fotografia estenopeica", com o nome "Guimarães no buraco da agulha", para quem se quiser inscrever. Os trabalhos produzidos pelos alunos vão fazer parte da exposição, também presente no CCVF, com entrada livre.  </p>

<p>As iniciativas contam com algumas parcerias, nomeadamente com empresas e instituições vimaranenses e com a Universidade do Minho. Ricardo Seiça refere que as pessoas receberam o projeto "de braços abertos" e tiveram sempre "uma atitude muito pró-ativa". Conta também que não houve "qualquer resistência" pela parte das empresas, numa altura de crise em que "as empresas estão a aguentar-se como podem". O diretor afirma, ainda, que, sem as empresas, "não seria possível" o projeto concretizar-se.  </p>

<h3>A magia do princípio básico da fotografia</h3>

<p>De acordo com o diretor, a ideia da iniciativa "Câmara Escura" surgiu há alguns anos, quando teve de "construir uma câmara estenopeica" para um curso de fotografia. A partir daí decidiram fazer a experiência "a uma escala maior", com a intervenção do público, conceito que "resultou". </p>

<p>Ricardo Seiça conta que, nas primeiras experiências, houve uma "boa adesão", já que o público considera "mágico" o princípio básico da fotografia. Algumas até "nem acreditavam" que o que viam "era possível". Em seguida, foi só preciso adaptar o projeto a trâmites, como a importância de "envolver a comunidade, as instituições, a cultura", exigidos pela organização da capital europeia da cultura 2012. </p>]]>
    </content>
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    <title>Música: Segunda D&apos;Bandada no Porto é já em setembro</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/musica_segunda_dbandada_no_porto_e_ja_em_setembro.html" />
    <published>2012-05-24T12:20:00Z</published>
    <updated>2012-05-24T12:20:53Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31725</id>
    <summary type="text">Baixa do Porto vira palco de 30 concertos no dia 15</summary>
    <author>
      <name>Liliana Pinho</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O projeto "Optimus D'Bandada - Bandas por todo o lado" volta ao Porto já em setembro, com mais de 40 concertos de música portuguesa em alguns dos locais mais emblemáticos da cidade.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A segunda edição do projeto Optimus D'Bandada está confirmada no Porto, depois do sucesso da edição do ano passado, que contou com nomes como Frankie Chavez, Linda Martini, Bezegol ou Dealema. A 15 de setembro, a partir das 15h00, serão mais de 40 concertos a levar a música portuguesa a locais como a Loja Vida Portuguesa, os Clérigos, o Jardim da Cordoaria, a rua do Almada ou, ainda, o Grande Hotel de Paris. </p>

<p><a href="http://ospontosnegros.pt/">Os Pontos Negros</a>, <a href="http://www.myspace.com/soulsoffirereggae">Souls of Fire</a>, <a href="http://www.djride.com/">DJ Ride</a> - que vai vai fazer a festa de encerramento - ou <a href="http://www.facebook.com/miguelaraujojorge">Miguel Araújo</a>, são as presenças confirmadas, a par da compilação da editora Lovers & Lollypops - <a href="http://www.myspace.com/mrmiyagivc">Mr. Miyagi</a>, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/03/23/musica_queremos_mais_alto.html">ALTO!</a> e <a href="http://www.myspace.com/trengosoundsystem">Tren Go! Soundsystem</a>. Mas o cartaz não está completo e a organização diz pretender apostar num programa mais diversificado, incluindo o jazz, a música clássica ou música do mundo no reportório da programação.</p>

<p>Os concertos serão, mais uma vez, gratuitos e, segundo Vladimiro Feliz, vereador da Câmara Municipal do Porto, esta maratona musical será "uma espécie de S. João da música", servindo para "qualificar a oferta no centro da cidade" e tornar-se uma "referência no contexto nacional e, quem sabe, no europeu".</p>]]>
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    <title>Cinema: À 20.ª edição, o &quot;Curtas&quot; apresenta ainda mais cultura </title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/cinema_a_20_edicao_o_curtas_apresenta_ainda_mais_cultura_.html" />
    <published>2012-05-24T12:16:18Z</published>
    <updated>2012-05-24T14:58:55Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31710</id>
    <summary type="text">Apesar dos nomes dos realizadores a concurso ainda estarem por revelar, o festival promete muitas surpresas na comemoração das duas décadas. Desde a música a workshops, não é só o cinema que está na tela do &quot;Curtas&quot; Vila do Conde,...</summary>
    <author>
      <name>José Ricardo Dias</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Apesar dos nomes dos realizadores a concurso ainda estarem por revelar, o festival promete muitas surpresas na comemoração das duas décadas. Desde a música a workshops, não é só o cinema que está na tela do "Curtas" Vila do Conde, de 7 a 15 de julho.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Começou há 19 anos e é hoje um dos dos principais marcos cinematográficos. O Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema, que tem como palco o Teatro Municipal, tem mostrado novos talentos na sétima arte e até mesmo ditado algumas tendências do cinema contemporâneo.</p>

<p>O norte de Portugal vai estar em destaque com um programa especial de quatro curtas-metragens realizadas por quatro realizadores do panorama contemporâneo internacional. Mário Micaelo, diretor do festival, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/nomes_dos_4.MP3" title="destaca">destaca</a> Thom Andersen, Helvécio Marins Jr., Sergei Loznitsa e Yann Gonzalez, convidados para as comemorações.</p>

<p>Não só o cinema internacional estará em destaque. Foram também convidados quatro realizadores portugueses a estrear os seus filmes, como <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/estreia_portugueses.MP3" title="explica">explica</a> o diretor. Nomes como João Canijo, Graça Castanheira e Luís Alves de Matos vão marcar presença no festival.</p>

<p>Como o grande ecrã pode não ser suficiente para todos, o "<a href="http://festival.curtas.pt/">Curtas</a>" tem procurado chegar a vários públicos. Apesar de, segundo Mário Micaelo, o festival já contar com um tipo de público <i>standard</i>, o único pré-requisito é "gostar de cinema", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/publico_alvo.MP3" title="diz">diz</a>. </p>

<p>Os que começam de míudos a gostar do cinema vão também ter um espaço em Vila do Conde. Mário Macaelo <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/curtinhas.MP3" title="anuncia">anuncia</a> que a programação do "Curtinhas", dedicada ao público mais jovem, vai permitir uma competição dividida em três escalões: maiores de três, de seis e de nove anos. Dos miúdos aos graúdos, o festival vai apostar numa componente multicultural para atrair outros públicos.</p>

<h3>"O 'Curtas' não é só filmes"</h3>

<p>Os filmes-concerto já apresentaram bandas como Tom Verlaine, The Legendary Tiger Man, Dead Combo, Mão Morta, Orelha Negra e Rita Redshoes. Este ano será possível assistir a um filme-concerto muito especial, "Black Bombaim - Titans a Cinematic Experience".</p>

<p>Se a música não tocar as pessoas, a organização ainda oferece workshops e atliês para pais e filhos. "Os pais podem ir ao cinema e os filhos ficam à nossa guarda", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/publico_atividades.MP3" title="afirma">afirma</a> o diretor. A ideia é superar a história das edições passadas.</p>

<p>Mas como a história do festival já não é curta, as comemorações da 20.ª edição trazem consigo a edição de um livro que compila entrevistas e depoimentos de realizadores e personalidades ligadas ao cinema contemporâneo. O trabalho, fruto de contributos ao longo de duas décadas, tem como objetivo apresentar o contributo e a visão de várias personalidades intervenientes no festival sobre o cinema contemporâneo, através de uma série de entrevistas.</p>

<h3>Guimarães: o aperitivo para o prato principal</h3>

<p>Os que mal podem esperar pelo Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema vão poder provar as entradas em Guimarães. De 2 a 6 de julho, a Capital Europeia da Cultura vai servir como pano de fundo para uma pequena amostra do que se vai poder ver em Vila do Conde.</p>

<p>O programa vai exibir um dos filmes mais populares de Stanley Kubrick, “The Killing”, e vai servir de "pré-festival". A ideia é "chamar a atenção para uma aventura que está a servir, em conjunto, a programaçao do Cinema de Guimarães, com o Curtas de Vila do Conde", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/guima_final.MP3" title="diz">diz</a> Mário Micaelo.</p>]]>
    </content>
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    <title>Remake: Projeto volta para (re)pintar a cara de Lisboa</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/remake_projeto_volta_para_repintar_a_cara_de_lisboa.html" />
    <published>2012-05-24T10:29:54Z</published>
    <updated>2012-05-24T10:30:15Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31693</id>
    <summary type="text">A 5.ª edição do projeto Remake tem como mote a sétima arte. Este ano conta, uma vez mais, com a participação de alunos de várias faculdades de Lisboa e do Porto e ainda vai permitir a um jovem artista ver...</summary>
    <author>
      <name>José Ricardo Dias</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A 5.ª edição do projeto Remake tem como mote a sétima arte. Este ano conta, uma vez mais, com a participação de alunos de várias faculdades de Lisboa e do Porto e ainda vai permitir a um jovem artista ver a sua arte exposta num muro de Lisboa, por quatro meses.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Começou há cinco anos o projeto de intervenção urbana aberto à criatividade dos alunos. O Remake'12, da empresa de Tintas Cin, desafia estudantes universitários a pintarem a sua cidade. Com o cinema como pano de fundo, a marca lançou uma curta-metragem intitulada "Cidade Colorida" para promover a necessidade de reabilitação social de certos espaços.</p>

<p>Das faculdades convidadas a integrar o projeto fazem parte a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, a Universidade Católica do Porto, a Escola Superior de Artes e Design e da Escola Superior Artística do Porto. As propostas destas escolas já pintam algumas das principais artérias lisboetas: muro da <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pais/av.ceuta.jpg" title="avenida de Ceuta">avenida de Ceuta</a>, muro da rua José Gomes Ferreira, às Amoreiras, e muro da avenida General Norton de Matos, em Benfica.</p>

<p>Pedro Serapicos, designer e docente na ESAD, afirma que já é um hábito as colaborações da escola com projetos deste género. "Faz todo o sentido que os alunos terem contacto direto com o que pode ser um cliente", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/razao_esad.mp3" title="diz">diz</a>.</p>

<p>Depois da escrita e da música nas edições anteriores, a escolha do cinema foi imediata, revela Sónia Moreira, responsável pelo departamento de marketing da empresa. "A arte, em todas as suas formas de expressão, faz parte do DNA e todos os anos temos procurado uma nova forma de a trabalhar e de lhe dar cor, forma e conteúdo" dentro da "arte urbana", diz. </p>

<p>A partir deste mote, o desafio foi lançado a partir do dia 10 de maio aos alunos de várias faculdades. Na ESAD, foi escolhida uma turma que, após lançado o <I>briefing</I>, se aventurou na "arte urbana". Após essa fase, "o melhor trabalho foi escolhido através de uma competição interna", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/escolhido_melhor_trabalho.MP3" title="explica">explica</a> o professor. </p>

<p>Mas este ano, para além dos convidados, o desafio é lançado a qualquer pessoa que se queira inscrever e ganhar um espaço na cidade. "Este concurso destina-se a todas as pessoas que queiram fazer parte deste projeto, que amem a cidade e a arte. É aberto a todos, independentemente da localização geográfica, idade ou formação", afirma Sónia Moreira.</p>

<p>Para participar apenas será necessário aceder à página do Facebook da marca (www.facebook.com/tintascin), visionar a curta-metragem "Cidade Colorida", e enviar, até dia 4 de junho, um trabalho gráfico inspirado na curta-metragem.</p>

<p>Os trabalhos selecionados pelo júri serão, depois, votados no <a href="http://www.facebook.com/TintasCIN">Facebook</a> por sistema de partilhas. O vencedor do trabalho mais partilhado tem como prémio a exposição do mesmo no muro da <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pais/av.norton%20de%20matos.jpg" title="avenida General Norton de Matos">avenida General Norton de Matos</a> (Benfica) durante quatro meses. Mais informações podem ser vistas no <a href="https://view-mt.com/cin/facebook/remake12-tab/.../regulamento.pdf">regulamento</a>.</p>

<h3>"O Porto não é uma cidade tão cinzenta quanto o que se diz" </h3>

<p>Apesar das faculdades escolhidas serem do Porto e Lisboa, foram os muros da capital os escolhidos para serem coloridos. Pedro Serapicos reconhece que a capital tem feito muitos esforços para desenvolver atividades que animam a cidade, o que não acontece com o Porto. O professor <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/colorir_o_porto1.MP3" title="considera">considera</a> que a "granítica" cidade invicta, tão sujeita a "um tempo não soalheiro", devia ser pintada de outra forma.</p>

<p>"O Porto não é uma cidade tão cinzenta quanto o que se diz, mas poderia ser muito mais colorida do que o que é", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/porto_podia_ser_melhor.MP3" title="remata">remata</a> o designer. Para o professor, "cabe aos arquitetos, designers e estudantes universitários a missão de a colorir".</p>

<p>O Porto chegou a hospedar a edição de 2009 do <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2009/11/12/estudantes_de_arquitectura_e_design_dao_nova_cor_aos_transportes_publicos.html">Remake</a>, em que, durante duas semanas, algumas carruagens do metro e autocarros da STCP foram coloridas.</p>]]>
    </content>
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    <title>Estudo: Investigadores querem descobrir o punk que há nos portugueses</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/23/estudo_investigadores_querem_descobrir_o_punk_que_ha_nos_portugueses.html" />
    <published>2012-05-23T18:24:50Z</published>
    <updated>2012-05-24T15:14:56Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31701</id>
    <summary type="text">Um grupo de investigadores liderado por uma docente da FLUP quer estudar as influências punk na música e na sociedade portuguesa. O objetivo é perceber como o subgénero musical influenciou as gerações portuguesas desde 1977....</summary>
    <author>
      <name>Ana Catarina Medeiros</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Um grupo de investigadores liderado por uma docente da FLUP quer estudar as influências punk na música e na sociedade portuguesa. O objetivo é perceber como o subgénero musical influenciou as gerações portuguesas desde 1977.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (<a href="http://www.fct.pt/">FCT</a>) aceitou recentemente a proposta e o estudo, que um grupo de investigadores, liderado por uma docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/flup/web_page.inicial">FLUP</a>), pretende realizar sobre o impacto do punk na música e na sociedade portuguesa contemporânea, vai mesmo arrancar. </p>

<p>A investigação promete perceber a influência do subgénero musical no quotidiano de determinados indíviduos particulares e estabelecer um arquivo das suas manifestações na sociedade portuguesa, entre os anos de 1977 e 2012.  </p>

<p>Depois de investigações semelhantes terem sido feitas tendo em conta o rock alternativo, o hip hop e a música eletrónica, entre outras, será agora analisado o subgénero punk. Paula Guerra, investigadora líder do estudo, explica que a escolha do tema se deve ao facto de este ser um "subgénero do rock que, a partir de 1977, teve uma grande força em Inglaterra, ainda hoje notória". </p>

<p>A investigadora afirma que o punk tem um grande relevo na contemporaneidade, associada uma marca fundamental nos estilos de vida. Desta forma, o interesse do estudo é perceber se o estilo musical teve em Portugal o mesmo impacto que em países como Inglaterra e "se as pessoas continuam ou não vinculadas ao punk ou às suas manifestações" na sociedade contemporânea portuguesa, explica. </p>

<p>Associada à vinculação ao <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/punk2.jpg" title="estilo de vida punk">"estilo de vida punk"</a> está, também, a construção da identidade própria e a evolução geracional dessa mesma identidade, que constituem dois dos fatores também em estudo. Pretende-se saber "quem é que são as pessoas que seguem essa música, que a consomem, que se identificam com ela e que a inscrevem nos seus modos de vida", refere Paula Guerra.</p>

<h3>A investigação e as expectativas</h3>

<p>"Keep it simple, Make it fast" é o título do estudo e um lema do punk. A expressão está relacionada com a estratégia "do it yourself", atribuída à rutura que o estilo musical introduziu na lógica da produção de música. Com o punk deixou de "ser preciso ser um virtuoso da guitarra para se tocar guitarra". Simplificaram-se as apresentações, as formas vocais, a apredizagem era individual e rápida e quebrou-se o estigma dos génios musicais únicos para se alastrar a uma grande quantidade de novos nomes.</p>

<p>Uma das hipóteses a comprovar com esta investigação é se a vinculação deste subgénero musical aos estilos de vida é mais forte que com os outros géneros musicais. Para a comprovar, os investigadores tencionam recorrer à análise de estudos-caso, "um pouco por todo o país", selecionando casos especiais de estilos de vida que estejam relacionados com este subgénero musical, realizando entrevistas e analisando o dia-a-dia dessas pessoas. </p>

<p>Contam, ainda, aplicar inquéritos a uma amostra da população e reunir biografias de "atores chave do movimento em Portugal", de forma a perceber a evolução ao longo das gerações. Outros dos objetivos do estudo é reunir "uma espécie de arquivo, físico e virtual" das manifestações punk nos últimos 50 anos da sociedade portuguesa.</p>

<p>Relativamente às expectativas, Paula Guerra mostra optimismo, esperando mesmo, numa fase mais avançada do estudo, estabelecer uma comparação, depois de obter os resultados da sociedade portuguesa, entre esta e europeia e americana, em diversos países. "Consideramos que estes movimentos têm especificidades diferenciadas entre o país", afirma Paula Guerra.    </p>]]>
    </content>
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    <title>Eco Dj: Dar música sem esquecer o ambiente</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/23/eco_dj_dar_musica_sem_esquecer_o_ambiente.html" />
    <published>2012-05-23T15:26:34Z</published>
    <updated>2012-05-23T15:28:00Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31706</id>
    <summary type="text">A II edição do Eco DJ contest promete aliar o respeito pelo ambiente ao gosto musical. A tour vai passar por quatro cidades portuguesas, sendo que o Porto recebe o evento dia 16 de junho. As inscrições continuam abertas....</summary>
    <author>
      <name>Henrique Figueiredo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A II edição do Eco DJ contest promete aliar o respeito pelo ambiente ao gosto musical. A <em>tour </em>vai passar por quatro cidades portuguesas, sendo que o Porto recebe o evento dia 16 de junho. As inscrições continuam abertas.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Um evento caça-talentos é algo comum nos dias de hoje. Porém, ao aliar estes eventos a preocupações ecológicas, o Eco DJ Contest tornou-se em algo inédito. Bruno Costa, coordenador do projeto, refere que uma das preocupações da organização é "inovar e criar ações que tenham pouco impacto ambiental". E, segundo o próprio, as atividades que são realizadas não se reduzem a festivais de música. Outros eventos ligados à música, cinema e teatro são valorizados, assim como workshops sobre "como é importante a racionalização do consumo de energia".</p>

<p>O objetivo desta ação não se esgota na música. A segunda edição do Eco Dj Contest pretende também alertar para uma tema muito atual, a ecologia. "Procuramos demonstrar é que é possível criar cultura e ser artista de uma forma sustentável", refere Bruno Costa, apesar de admitir que já é uma "questão transversal" na sociedade portuguesa.</p>

<h3>"Há espaço, desde que as pessoas tenham qualidade"</h3>

<p>Quanto à parte musical, Bruno Costa acredita que ainda há espaço para bons Dj's em Portugal sendo que, segundo o coordenador do Eco Dj Contest, há quem tenha saído de concursos e encontrado emprego no mundo musical. "Há espaço, desde que as pessoas tenham qualidade", afirma o coordenador. Os quatro vencedores, um por cidade, têm como prémios equipamento Merrell, equipamento Numark, passar um set na Antena 3 Dance e tocar ao vivo numa festa com o apoio desta rádio.</p>

<p>Ser bom Dj é a caraterística essencial para se ser notado neste concurso. Contudo, nada é possível sem a presença de um grupo de amigos para "dar ao pedal", isto porque é preciso, literalmente, dar energia ao Dj. Enquanto dez amigos pedalam, o artista recebe a energia que é necessária para passar música. Isto tudo para usar a energia elétrica da maneira mais ecológica possível.</p>

<p>No dia 16 de junho, os DJ's portuenses poderão participar e passar música neste evento. As inscrições ainda estão abertas e, no Porto, ainda há três vagas para potenciais interessados. Além do Porto, são mais três as cidades que vão servir de palco a esta busca de talentos. Évora, Coimbra e Lisboa também vão dançar ao som de música amiga do ambiente.</p>]]>
    </content>
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    <title>&quot;Lusíadas para Gente Nova&quot;: Camões trocado por (e para) miúdos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/23/lusiadas_para_gente_nova_camoes_trocado_por_e_para_miudos.html" />
    <published>2012-05-23T12:49:22Z</published>
    <updated>2012-05-23T12:51:09Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31705</id>
    <summary type="text">&quot;Os Lusíadas&quot;, de Luís Vaz de Camões, é considerada a maior obra da literatura portuguesa, publicada pela primeira vez em 1572. 440 anos e várias &quot;simplificações&quot; depois, chega &quot;Lusíadas para Gente Nova&quot;, da autoria de Vasco Graça Moura....</summary>
    <author>
      <name>Luciano Santos</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>"Os Lusíadas", de Luís Vaz de Camões, é considerada a maior obra da literatura portuguesa, publicada pela primeira vez em 1572. 440 anos e várias "simplificações" depois, chega "Lusíadas para Gente Nova", da autoria de Vasco Graça Moura.</p>]]>
        <![CDATA[<p>"Um grande escritor não escreve no vazio". É esta a opinião de Vasco Graça Moura, reconhecido poeta e ensaísta que, 440 anos depois da primeira publicação de "Os Lusíadas", decidiu simplificá-la para as gerações jovens. "Lusíadas para Gente Nova" é uma adaptação inovadora da epopeia camoniana, que promete tornar mais simples a leitura da obra por parte dos mais novos.</p>

<p>"Camões é o mais importante autor da língua portuguesa", acredita Vasco Graça Moura. E, na opinião do autor, isso basta para que a leitura da obra de Camões seja indispensável às novas gerações, até pelos ensinamentos que transmite. "Os estudantes podem retirar de 'Os Lusíadas' uma compreensão de Portugal, da sua história e da sua relação com o mundo, e contactar com uma utilização esplendorosa da nossa língua. Além disso, podem perceber por que razão o poema de Camões não é só uma epopeia da aventura marítima portuguesa, mas também um desvendamento do mundo e do conhecimento deste", salienta o escritor, em entrevista ao JPN.</p>

<p>Devido a todo o valor inerente à obra e ao crescente desinteresse pelos clássicos da literatura portuguesa, Vasco Graça Moura partiu para esta adaptação, que já está nas bancas e que se dirige a um público situado entre os 12 e os 15 anos. Era já uma ideia antiga, "uma espécie de obrigação cívica e cultural".  "Pareceu-me que seria útil fornecer pistas de leitura às gerações mais novas e fazê-lo em termos que, em si, pudessem interessar o leitor", diz Vasco Graça Moura.</p>

<h3> Simplificação em oitava rima </h3>

<p>Esta não é a primeira simplificação da obra de Camões e, segundo o autor, "não dispensa a leitura do original". "Lusíadas para Gente Nova" oferece uma nova perspetiva explicativa da obra: a apresentação de todos os comentários, explicações e interpretações é feita em oitava rima, em estrofes semelhantes àquelas de que se compõe o poema épico de Camões.</p>

<p>Assim, explica o autor, "o leitor não tem perante si um texto em prosa, que perde uma série de qualidades poéticas por muito bom que seja, e fica introduzido numa certa atmosfera e num certo tipo de escrita literária logo desde a primeira linha". </p>

<p>Por exemplo, na introdução, Vasco Graça Moura explica a estrutura de "Os Lusíadas" da seguinte forma: "Para o fazer, Camões usou a oitava / Que é feita de oito versos a rimar. / Até ao sexto as rimas alternava, / Nos dois finais a rima vai a par. / Com oitavas assim, organizava / Essa história que tinha de contar / Em cantos que são dez e a nós, ao lê-los, / Espanta como pôde ele escrevê-los."</p>

<h3> 383 estrofes para aguçar o apetite pelo original </h3>

<p>Apesar de se tratar de "uma síntese, uma adaptação 'antológica' que reduz a cerca de um terço a extensão total do poema [383 estrofes em relação às 1102 do original] ", Vasco Graça Moura diz ter procurado "manter um encadeamento dos principais episódios e das passagens mais conhecidas". O autor acredita que o sentido geral e articulação dos episódios fundamentais da narração foram "respeitados".</p>

<p>"Havendo supressões, é evidente que há muita coisa que fica de fora. Mas espero que o prazer da leitura seja um elemento importante para atrair os leitores, sobretudo os adolescentes, para a leitura do original", conclui.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>Guimarães 2012: Uma visita pelos edifícios reabilitados</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/22/guimaraes_2012_uma_visita_pelos_edificios_reabilitados.html" />
    <published>2012-05-22T15:25:41Z</published>
    <updated>2012-05-22T17:16:23Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30913</id>
    <summary type="text">Guimarães 2012: &quot;vamos honrar a Europa e o país&quot;



Guimarães 2012: &quot;Uma cidade portuguesa, europeia e mundial&quot;
</summary>
    <author>
      <name>Patrícia Fernandes</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Em ano de Capital Europeia da Cultura, Guimarães não esqueceu a importância da regeneração urbana. O JPN foi conhecer os edifícios requalificados no "berço da nação" e que acolhem a programação cultural para este ano.<br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>A cidade de Guimarães enquanto Capital Europeia da Cultura (CEC) 2012 propõe-se a realizar um vasto projeto de intervenção em edifícios com importância histórica e patrimonial para a região. Através da requalificação e criação de espaços de uso coletivo, a CEC 2012 aposta na criatividade e no conhecimento como marcos de uma cidade dedicada à cultura. O JPN apresenta, agora, os projetos dos edifícios reabilitados.</p>

<h3>Plataforma das Artes e da Criatividade</h3>

<p>O projeto visa a transformação do <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/mercado.jpg" title="antigo Mercado de Guimarães">antigo Mercado de Guimarães</a> num espaço dedicado à atividade artística, cultural e económico-social com abertura prevista para junho de 2012. O espaço, com um valor global de investimento de cerca de 16,6 milhões de euros, estará divido em três grandes áreas dedicadas a temáticas específicas.<br />
 <br />
O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/educacao/centro_arte.jpg" title="Centro de Arte">Centro de Arte</a> acolherá, de modo permanente, a "Coleção José Guimarães", bem como uma área de exposições temporárias e espaços polivalentes destinados a atividades complementares de apresentações e pequenos espetáculos. Os <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/ateliers.jpg" title="Ateliers Emergentes de Apoio à Criatividade">Ateliers Emergentes de Apoio à Criatividade</a> são espaços dedicados a jovens criadores que pretendam desenvolver projetos temporários, em diversas áreas. Os <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/laboratorios.jpg" title="Laboratórios Criativos">Laboratórios Criativos</a> consistem em gabinetes de apoio empresarial destinados ao acolhimento de atividades relacionadas com as indústrias criativas, apostando na inovação e em projetos empreendedores.</p>

<h3>Laboratório de Paisagem</h3>

<p>Num antigo <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/fabrica_rio.jpg" title="edifício industrial">edifício industrial</a> tem lugar o laboratório que pretende ser um equipamento que se propõe descodificar a realidade paisagística envolvente. O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/observatorio.jpg" title="espaço">espaço</a> funciona como um "observatório", gerando um espaço de reflexão sobre a paisagem atual. O projeto tem abertura prevista para este mês, depois de um investimento estipulado em cerca de 1,3 milhões de euros.</p>

<h3>Casa da Memória</h3>

<p>Pretende ser o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/casa_memoria.jpg" title="local">local</a> onde os habitantes refletem sobre as suas raízes, tradições e memórias, e onde os visitantes podem experimentar as tradições da comunidade vimaranense. Vai ser um pólo de atração turística que visa complementar a oferta existente e tirar partido da utilização das tecnologias de informação e comunicação mais inovadoras. A antiga fábrica de plásticos <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/fabrica_patria.jpg" title="Pátria">Pátria</a> foi o local escolhido para a criação desta "Casa da Memória". A obra tem valor global de investimento de cerca de 3,9 milhões de euros.</p>

<h3>Instituto de Design</h3>

<p>A antiga <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/ramada_fabrica.jpg" title="fábrica da Ramada">fábrica da Ramada</a> acolhe o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/instituto_design.jpg" title="Instituto do Design">Instituto de Design</a>, resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Guimarães (CMG) e a Universidade do Minho (UM). O projeto visa a criação de uma unidade de valorização e visibilização do design através do desenvolvimento e difusão de novas ideias, iniciativas e projetos. O investimento na infra-estrutura rondou os 3,7 milhões de euros.</p>

<h3>Centro Avançado de Formação Pós-Graduada</h3>

<p>Este <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/centro_formacao.jpg" title="centro">centro</a> resulta também da parceria da CMG e da UM, com vista à reabilitação e refuncionalização de um antigo <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/fabrica_centro_pos.jpg" title="edifício industrial">edifício industrial</a>. Propõe-se a fomentar o desenvolvimento da inovação e da tecnologia, a potenciar a oferta do ensino pós-graduado e a promover a formação multidisciplinar em função das necessidades e perspetivas da economia local. O projeto tem como valor global de investimento cerca de 3,3 milhões de euros.</p>

<h3>Centro de Ciência Viva</h3>

<p>É mais uma parceria entre a CMG e a UM que transformará a antiga fábrica <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/fabrica_ancora.jpg" title="Âncora">Âncora</a> num interface lúdico e educativo, de acesso a toda a comunidade. O centro, com abertura prevista para o primeiro semestre de 2012, tem um custo de 987 mil euros. O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/ciencia_viva.jpg" title="Centro de Ciência Viva">Centro de Ciência Viva</a> promete potenciar a compreensão dos processos de transformação e criação de novos produtos,bem como o conhecimento da evolução das técnicas de manufatura em ligação com a ciência e a tecnologia.</p>

<h3>Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura (CAAA)</h3>

<p>O projeto do CAAA pretende apoiar, divulgar e estimular a criação e aplicação de novos métodos de produção e interação entre as várias áreas artísticas. O edifício da antiga fábrica <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/confil.jpg" title="Confil">Confil</a> é o palco do centro que se assume como um novo canal de acesso à arte e arquitetura contemporânea. No espaço será garantido o apoio técnico e físico aos artistas que farão uso dos vários espaços artísticos.</p>

<h3>Fábrica ASA</h3>

<p>O espaço da antiga fábrica de lencóis ASA foi reconvertido em condomínio empresarial, plataforma criativa, lugar de trocas, fusão e experiências. O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/asa_renovada.jpg" title="projeto">projeto </a>onde está a funcionar um auditório, um estúdio de rádio, livraria e zonas expositivas já está aberto ao público. O objetivo é que os visitantes participem na reinvenção do passado.</p>]]>
    </content>
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    <title>35.º FITEI: Teatro de expressão ibérica espalhado pelo Porto e pelo país</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/22/35_fitei_teatro_de_expressao_iberica_espalhado_pelo_porto_e_pelo_pais.html" />
    <published>2012-05-22T10:18:27Z</published>
    <updated>2012-05-23T15:26:47Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31683</id>
    <summary type="text">A 35.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica arranca no próximo dia 28 de maio. A programação do festival de teatro mais antigo do país, ainda que condicionada pelo corte orçamental, chega de Portugal, Brasil, Espanha, França...</summary>
    <author>
      <name>Luciano Santos</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A 35.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica arranca no próximo dia 28 de maio. A programação do festival de teatro mais antigo do país, ainda que condicionada pelo corte orçamental, chega de Portugal, Brasil, Espanha, França e Itália.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O <a href="http://www.fitei.com">Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica</a> (FITEI) é o mais antigo festival de teatro do país e vai já na 35.ª edição, que decorre de 28 de maio a 3 de junho. O festival vai percorrer vários espaços portuenses, desde o Teatro Nacional de São João até ao Mosteiro de São Bento da Vitória, passando pelo Teatro Carlos Alberto, Teatro Helena Sá e Costa e Fundação de Serralves. O teatro português tem, obviamente, lugar marcado, sendo que a restante programação chega do Brasil, Espanha, França e Itália. </p>

<p>O festival inicia-se no Mosteiro de São Bento da Vitória a 28 de maio, com um espetáculo da companhia itinerante <a href="http://footsbarn.com/">Footsbarn Travelling Theatre</a> baseado na obra "Tempestade", de Shakespeare. Antes, a 26 de maio, há um 'prólogo' em Guimarães - Capital Europeia da Cultura 2012, com espetáculos de rua das companhias espanholas Kinoa e <a href="http://www.xirriquiteula.com/">Xirriquiteula Teatre</a>, e "Quem não sabe mais quem é, o que é e onde está, precisa se mexer", peça encenada pela brasileira Georgette Fadel.</p>

<p>Um dos destaques da programação vai para "Sinfonia Erasmus", a 29 de maio na estação de S. Bento. Trata-se de um projeto que envolve música e multimédia, desenvolvido pelo FITEI com a comunidade de estudantes de Erasmus da cidade e dirigido artisticamente por Claire Binyon. Segundo Mário Moutinho, diretor do FITEI, "é um trabalho onde se pretende abordar aquilo que os estudantes estrangeiros trazem à cidade quando chegam, as suas músicas e os seus sons, mas também aquilo que levam quando partem".</p>

<p>O <a href="http://www.tnsj.pt/home/index.php">Teatro Nacional de São João</a> (TNSJ) recebe as estreias de "O Doente Imaginário", peça de Moliére produzido pela companhia portuguesa Ensemble, e de "As Intermitências da Morte", uma adaptação de José Caldas e Gianni Bissaca do livro de José Saramago. O TNSJ recebe, ainda, "Petra, La Mujer Araña y el Puton de la Abeja Maya", espetáculo da coreógrafa espanhola <a href="http://www.solpico.com/">Sol Picó</a>, que parte do mesmo texto de "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant", em exibição no Teatro do Bolhão.</p>

<h3> Programação de A a Z e de norte a sul </h3>

<p>O festival chega também aos teatros Carlos Alberto e <a href="http://www.esmae-ipp.pt/thsc/">Helena Sá e Costa</a> e associa-se ao <a href="http://www.serralves.pt/gca/?id=3553"> Serralves em Festa</a>, a 2 e 3 de junho. O FITEI estende-se às cidades da Guarda, Faro, Felgueiras e Viseu, com o espetáculo "Farfalle", dirigido para o público infantil, pela companhia italiana Teatro di Piazza o d'Occasione.</p>

<p>Na programação paralela, o festival oferece exposições, ciclos de cinema, palestras, conferências e até lançamentos de livros. Os bilhetes para os espetáculos podem ser adquiridos na Loja FITEI, no número 64 da Rua Cândido dos Reis. O preço varia consoante os espetáculos, mas o preço mínimo é de 10 euros. Existe ainda a possibilidade de adquirir a assinatura FITEI, que permite a entrada em seis espetáculos à escolha, por 30 euros.</p>

<p>Mário Moutinho diz esperar, nesta edição, a mesma afluência de espetadores que transformou o FITEI numa "referência do teatro da Península Ibérica". Ainda assim, para o diretor do festival, o sucesso não pode ser medido em termos de público. "O sucesso que perseguimos é ser competentes no tipo de trabalho que desenvolvemos, apresentar um festival de referência, com espétaculos que fazem parte da história do teatro nacional e portuense", diz.</p>

<h3> Cortes públicos e privados reduzem a duração do festival para uma semana </h3>

<p>Numa altura em que os cortes públicos à cultura são uma realidade, o FITEI viu o seu orçamento reduzido em 38%. A isso, junta-se também um desinvestimento no setor privado e uma maior retração no regime de mecenato. A organização do FITEI viu-se obrigada a encurtar o festival, passando das duas semanas para apenas sete dias. "O festival ficou pela metade. Como é óbvio, ficaram por concretizar um conjunto de propostas que estavam idealizadas para esta edição", garante Mário Moutinho.</p>

<p>O diretor do FITEI classifica de "preocupante" a drástica redução do financiamento público à cultura. "A nossa atividade é fundamental em qualquer país civilizado. A atividade cultural e a criação artística é essencial na formação de um povo. Estão em risco todas as estruturas e todo o tecido criativo, e isso não é de todo compreendido pelas entidades oficiais", lamenta.</p>]]>
    </content>
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    <title>Pastel de Belém considerado das melhores &quot;comidas de rua&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/pastel_de_belem_considerado_das_melhores_comidas_de_rua.html" />
    <published>2012-05-21T20:58:44Z</published>
    <updated>2012-05-22T17:51:39Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31685</id>
    <summary type="text">O tradicional pastel de Belém, ou nata, foi considerado, pelo guia de viagem Lonely Planet, uma das onze melhores iguarias do mundo. De entre várias especialidades, figuram nesta lista o gelado de Itália, a &quot;gordita&quot; do México e o &quot;takoyaki&quot;...</summary>
    <author>
      <name>Joana Domingues</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O tradicional pastel de Belém, ou nata, foi considerado, pelo guia de viagem Lonely Planet, uma das onze melhores iguarias do mundo. De entre várias especialidades, figuram nesta lista o gelado de Itália, a "gordita" do México e o "takoyaki" do Japão.<br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>A maior editora de guias de viagem, a <a href="http://www.lonelyplanet.com/">Lonely Planet</a>, criou, no seu site, uma lista com as melhores especialidades de todo o mundo vendidas na rua, em roulotes, cafés e bancas. O artigo é denominado de <a href="http://www.lonelyplanet.com/mexico/travel-tips-and-articles/77162?intaffil=lpemail#">"As 11 melhores comidas de rua pelas quais vale a pena esquecer a dieta"</a> e o pastel de Belém, ou nata, está entre essas especialidades.</p>

<p>A típica nata portuguesa está no número dez desta lista. Na descrição do bolo, a Lonely Planet foca em particular o pastel da Antiga Confeitaria de Belém, que é considerado pelo guia de viagem como sendo "o mais sublime" dentro deste tipo de doces.</p>

<p>Com uma "receita secreta fechada a sete chaves que apenas é conhecida por três pessoas", o Lonely Planet considera o pastel de Belém um "doce pecado".</p>

<p>Ainda este mês, conceituados chefes de cozinha internacionais realizaram, para o jornal The Observer, um ranking sobre os melhores pratos e especialidades a serem provadas por todo o mundo. O pastel de Belém foi também considerado a 15.ª melhor delícia do mundo.    </p>]]>
    </content>
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    <title>Festival Indie.Frente leva o melhor do indie a São João da Madeira</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/festival_indiefrente_leva_o_melhor_do_indie_a_sao_joao_da_madeira.html" />
    <published>2012-05-21T15:29:23Z</published>
    <updated>2012-05-21T20:52:23Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31535</id>
    <summary type="text">É já a 25 e 26 de maio, em São João da Madeira, que o Indie.Frente Sound Fest aposta em nomes de referência do indie nacional e internacional. Birds Are Indie, Sensible Soccers e Erica Buettner são apenas alguns dos...</summary>
    <author>
      <name>Liliana Pinho</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>É já a 25 e 26 de maio, em São João da Madeira, que o Indie.Frente Sound Fest aposta em nomes de referência do indie nacional e internacional. Birds Are Indie, Sensible Soccers e Erica Buettner são apenas alguns dos nomes do cartaz.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O <a href="http://www.facebook.com/indie.frentesoundfest">Indie.Frente Sound Fest</a> já tem o cartaz fechado e conta com dois dias de festa, a acontecer nos <a href="http://www.facebook.com/pages/Pa%C3%A7os-da-Cultura/156143891110368">Paços do Concelho</a> de São João da Madeira. A 25 de maio atuam os portugueses Birds Are Indie, Tren Go! Sound System e Sensible Soccers e, a 26 de maio, a norte-americana Erica Buttner (a residir em Portugal), o sueco Ras Rasmusson e a neozelandesa Flip Grater. </p>

<p>A <a href="http://www.facebook.com/events/226966960741972/">iniciativa</a> partiu da Câmara Municipal de São João da Madeira, em sinergia de ideias com a produtora Centro Cultural, e está a fazer sucesso entre os mais jovens. Rui Costa, vice-presidente da câmara municipal e vereador da Cultura, conta que "este festival surgiu depois de alguns anos a trazer algumas bandas do panorama indie", explica. "Pareceu-nos interessante haver um fim de semana em que este tipo de público se juntasse num momento mais continuado deste tipo de música", diz.</p>

<p>Ricardo Costa, da Centro Cultural, conta que a seleção de bandas foi feita tendo por base o gosto pessoal, entre a produtora. "Nós queríamos que fossem bandas emergentes da nova cena independente", diz. Selecionaram, assim, bandas nacionais que consideram ser "o futuro sólido da alternativa independente em Portugal", bem como "três nomes internacionais, mediante alguns critérios do que é o independente de qualidade". </p>

<p>Os bilhetes para o festival custam 10 euros para um dia e 15 para os dois dias e estão à venda no Paços da Cultura de São João da Madeira. "As vendas crescem a um bom ritmo", afirma Ricardo. "Conta-se esgotar a casa", que tem limitação de 200 pessoas. Entretanto, para os de fora, é possível fazer a encomenda por telefone, já que "no dia vai haver um número limitadíssimo de bilhetes disponíveis".</p>

<p>Apesar de Rui Costa afirmar que o espaço mais limitado pode atribuir "um caráter mais particular a esta iniciativa, um pouco diferente de outras que existem", Ricardo Costa acredita que "o objetivo claro é repetir no próximo ano", seja num formato ou espaço maior ou não. "Este é o ano zero do festival e vamos ver como corre", remata.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>Espólio de Saramago vai ser exposto em Lisboa</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/espolio_de_saramago_vai_ser_exposto_em_lisboa.html" />
    <published>2012-05-21T15:01:39Z</published>
    <updated>2012-05-21T15:03:41Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31677</id>
    <summary type="text">Uma série de documentos, livros, manuscritos originais e peças do escritório de José Saramago desembarcam no dia 21 de maio na Casa dos Bicos em Lisboa. Passados quase dois anos da sua morte, Portugal recebe espólio único do autor....</summary>
    <author>
      <name>Joana Domingues</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Sexto"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Uma série de documentos, livros, manuscritos originais e peças do escritório de José Saramago desembarcam no dia 21 de maio na Casa dos Bicos em Lisboa. Passados quase dois anos da sua morte, Portugal recebe espólio único do autor. </p>]]>
        <![CDATA[<p>O espólio de José Saramago chega esta segunda-feira à Casa dos Bicos, em Lisboa. Vários documentos originais do escritor viajaram de barco a partir de Lanzarote, local da antiga residência de Saramago, até à fundação do autor.</p>

<p>A viagem durou mais de uma semana e todo o espólio de José Saramago veio acondicionado em 150 caixas, que guardam peças da vida do Prémio Nobel da Literatura 1998.</p>

<p>A Lisboa chegam, também, alguns manuscritos originais, textos de conferências, agenda, fotografias e correspondência. O espólio conta, ainda, com traduções das várias obras do escritor e peças do seu escritório em Lanzarote.</p>

<p>O espólio será apresentado em público na exposição "A semente e os frutos" que vai inaugurar a <a href="http://www.josesaramago.org/">Fundação José Saramago</a>, na Casa dos Bicos.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>Coldplay: Ambiente tranquilo no Dragão antes do concerto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/coldplay_ambiente_tranquilo_no_dragao_antes_do_concerto.html" />
    <published>2012-05-18T19:29:08Z</published>
    <updated>2012-05-18T19:31:07Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31665</id>
    <summary type="text">Estádio do Dragão prepara-se para receber Coldplay</summary>
    <author>
      <name>Vera Quintas</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Segundo"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O concerto dos Coldplay no Estádio do Dragão trouxe até ao Porto fãs de todo o país. Apesar da enchente esperada, o ambiente à volta do recinto manteve-se calmo até à abertura das portas. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Poucos foram os fãs de Coldplay que madrugaram para guardar lugar no Estádio do Dragão. Mas, com a aproximação da hora da abertura de portas, e apesar da chuva, começaram a formar-se as primeiras filas compactas. </p>

<div class="textbox"><h2>Coldplay às 22h00</h2>Os concertos começam às 19h00, sendo a primeira parte reservada a <a href="http://www.ritaora.com/home/">Rita Ora</a> e <a href="http://www.marinaandthediamonds.com/">Marina and The Diamonds</a>. Os Colplay devem entrar em palco às 22h00. </div>

<p>A manhã de sexta-feira começou cinzenta e <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycalmo_vquintas.jpg" title="tranquila">tranquila</a> para os que esperavam para ver os britânicos <a href="http://www.coldplay.com/">Coldplay</a> esta noite. Por volta das 10h00, alguns <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycalmo2_vquintas.jpg" title="grupos">grupos</a> de jovens encontravam-se à volta do estádio, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaygrupos_vquintas.jpg" title="sentados">sentados</a> no chão ou em escadas. </p>

<p>A tranquilidade que se vivia cá fora, antes de se começarem a formar as longas filas de espera para entrar, contrastava com a azáfama de quem preparava o espetáculo, e cuja atividade se via vagamente por entre o gradeamento. No entanto, e inicialmente, não havia sinal de vendedores ambulantes: apenas um stand de merchadising começava a ser montado, atraindo alguma atenção.</p>

<p>Cátia Rodrigues é uma das vendedoras de merchandising presentes no local, e conta com boas vendas antes do espetáculo, pois acha que as pessoas "têm sempre dinheiro para este tipo de coisas". O merchandising é o oficial da banda, relativo à tour do recente álbum "Mylo Xyloto", e o preço das t-shirts ronda os 35 euros.</p>

<p>A conversar, a comer, a ler ou simplesmente à espera, as cerca de cem pessoas que já se encontravam no estádio de manhã foram passando o tempo que faltava até à abertura de portas, às 16h00.  </p>

<p>Sentado pacientemente numas escadas estava um <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaygrupobraga_vquintas.jpg" title="grupo">grupo</a> de cinco amigos que veio de Braga, todos vestidos com a mesma t-shirt preta e cinzenta onde se pode ler o nome da banda e do novo álbum. Chegaram às 9h00 e há apenas uma estreante no que toca a ver um concerto da banda. Não fazem distinção entre álbuns antigos e recentes, pois querem "ouvir tudo". "As músicas são todas perfeitas", diz Carla Ribeiro, uma das integrantes do grupo.</p>

<h3>"Repetentes" divididos com o novo trabalho da banda</h3>

<p>Ana Dias veio de Lisboa para o seu quarto concerto de Coldplay. Além de já ter visto a banda na sua cidade, viu-os também no Reino Unido, Colômbia e Espanha. Afirma, com convicção, que este concerto "vai ser muito bom". Chegou ontem à noite, mas não acampou à porta do Estádio do Dragão. No entanto, conta ter ouvido rumores de que "havia uma pessoa que queria acampar", mas não sabe se tal se concretizou.</p>

<p>A viver no Porto, Sofia Carvalho chegou ao estádio por volta das 9h30. Nunca viu Coldplay ao vivo e não se considera uma grande fã, mas veio cedo para marcar lugar, pois quer "ir para a bancada". Afirma que, "sem dúvida", o último álbum da banda lhe agradou, mas que gosta mais dos primeiros trabalhos.</p>

<p>Sentados de encontro a um gradeamento estão três jovens. Hugo Silva é do Porto e conta que achou o preço do bilhete razoável, apesar de só ter comprado na semana passada o seu. Já viu Coldplay duas vezes, uma em 2005 nos MTV Europe Music Awards e, uma semana depois, em nome próprio no Pavilhão Atlântico. As expectativas não são muito altas, pois o jovem "gostava mais dos trabalhos antigos da banda". Mesmo assim, "Coldplay é Coldplay", diz. </p>

<p>Já Tiago Moura, do mesmo grupo, afirma gostar do novo trabalho, apesar das reticências iniciais. Teve que ouvir o álbum "muitas vezes" até que o conceito "se entranhasse".<br />
Sobre o facto do concerto ser no Porto, Hugo Silva afirma que já havia falta de uma <br />
descentralização dos espetáculos, mas que quem deseja ver uma banda se vai deslocar, "independentemente do local do concerto". </p>

<p>O grupo veio cedo, pois contava com uma enchente, estando surpreendido com a acalmia registada nas primeiras horas da manhã. </p>

<p>"As expectativas para este concerto são as melhores, porque vou conhecê-los", diz Andreia Pinho, que também veio da capital, mas com uma motivação extra. A fã ganhou um "meet and greet" para conhecer os britânicos, pelo que está "nervosa". É também uma repetente no que toca a assistir a espetáculos dos Coldplay. Afirma que são a sua banda preferida, logo "são sempre bons". No entanto, na sua <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplayalbum_andreiapinho.mp3" title="opinião">opinião</a>, o último álbum molda-se mais às "exigências das massas".</p>

<h3>Abertura de portas abençoada pela chuva</h3>

<p>A manhã foi calma mas, quando a tarde chegou, o cinzento traduziu-se em <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaychuva_vquintas.jpg" title="aguaceiros">aguaceiros</a>, que fizeram despontar um autêntico <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/codplaymar_vquintas.jpg" title="mar">mar</a> de guarda-chuvas na multidão que entretanto havia surgido. Do Estádio do Dragão ouviam-se algumas músicas pop, assim como os pregões de vendedores de guarda-chuvas, que aproveitavam para fazer negócio.</p>

<p>Quem não tinha com que se abrigar, recorria a todos os locais que ofereciam <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/codplayabrigados_vquintas.jpg" title="proteção">proteção</a>, incluindo os guarda-sóis dos vendedores ambulantes que chegaram à tarde. As <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaypessoas_vquintas.jpg" title="filas">filas</a> foram aumentando à medida que a hora de abertura se aproximava, e espalhavam-se por onde desse, uma delas chegando mesmo a fazer um "U" já na Alameda.</p>

<p>Apesar da impaciência para entrar, a chuva parece ter tido um efeito "calmante" nos jovens. <br />
Só de vez em quando se ouvia o cântico do refrão da música "<a href="http://www.youtube.com/watch?v=dvgZkm1xWPE">Viva La Vida</a>". De resto, a maior<br />
preocupação entre os fãs parecia ser mesmo manterem-se <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaypessoasestadio_vquintas.jpg" title="abrigados">abrigados</a> dos aguaceiros. </p>

<p>Pouco antes das 16h30, deu-se a abertura de portas, com a multidão especialmente <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycompacto_vquintas.jpg" title="compacta">compacta</a> nas filas da frente a debater-se para entrar. </p>]]>
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    <title>Cultura: Maria João Pires apresenta-se no Carnegie Hall</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/cultura_maria_joao_pires_apresentase_no_carnegie_hall.html" />
    <published>2012-05-18T17:04:23Z</published>
    <updated>2012-05-18T17:06:08Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31670</id>
    <summary type="text">A mítica sala de espetáculos nova-iorquina Carnegie Hall vai contar com a presença de Maria João Pires. A pianista atua esta sexta-feira, pelas 20h00 locais, e será acompanhada pela Orquestra de Filadélfia....</summary>
    <author>
      <name>Diogo Hoffbauer</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
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                        <category term="Cultura"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A mítica sala de espetáculos nova-iorquina Carnegie Hall vai contar com a presença de Maria João Pires. A pianista atua esta sexta-feira, pelas 20h00 locais, e será acompanhada pela Orquestra de Filadélfia.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Maria João Pires atua hoje, sexta-feira, na Carnegie Hall, uma das mais prestigiadas salas de espetáculo norte-americanas. A pianista portuguesa foi convidada para substituir o pianista italiano Maurizio Pollini, que teve de cancelar o concerto por motivos de saúde. A artista irá ser acompanhada pela Orquestra de Filadélfia. </p>

<p>O concerto está previsto para as 20h00 locais, 01h00 de sábado em Portugal, e irá decorrer no maior espaço do Carnegie Hall, o auditório Isaac Stern, com lotação para mais de 28 mil pessoas.</p>

<p>A Orquestra de Filadélfia é uma das cinco maiores orquestras norte-americanas, a par das de Nova Iorque, Chicago, Boston e Cleveland, que apresenta, entre diretores artísticos e musicais, nomes como Leopold Stokowski, Eugene Ormandy, Riccardo Muti e Christoph Eschenbach.</p>

<p>A Orquestra apresenta a portuguesa como "uma das mais celebradas e amadas pianistas a nível mundial". Maria João Pires vai interpretar o 2.º Concerto para piano e orquestra de Frédéric Chopin, sob a direção do maestro Charles Dutoit, titular da orquestra.</p>]]>
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    <title>Porto Sounds: Salto e Eleva nas noites do Porto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/porto_sounds_salto_e_eleva_nas_noites_do_porto.html" />
    <published>2012-05-18T16:47:14Z</published>
    <updated>2012-05-20T12:47:08Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31659</id>
    <summary type="text">Depois de receber os Zé Alguém e os controversos Irmão Catita, a praça dos Poveiros recebe mais uma edição do Porto Sounds. O JPN foi falar com os Eleva, uma das banda que promete animar a noite de sábado....</summary>
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      <name>José Ricardo Dias</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
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        <![CDATA[<p>Depois de receber os Zé Alguém e os controversos Irmão Catita, a praça dos Poveiros recebe mais uma edição do Porto Sounds. O JPN foi falar com os Eleva, uma das banda que promete animar a noite de sábado.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Os amantes da sonoridade pop-rock têm encontro marcado no sábado, pelas 22h30, na praça dos Poveiros. A iniciativa da Câmara Municipal do Porto (CMP), através da PortoLazer, tem trazido várias bandas à cidade. Esta é já a segunda edição na praça, que conta com uma colaboração entre a Porto Lazer, o Passos Manuel, o Maus Hábitos e o Pitch.</p>

<p>Depois da primeira vez com os irreverentes Irmãos Catita, que pisaram o palco no dia 31 de março, chegou a vez dos Salto, que têm conquistado seguidores e marcaram presença em festivais como o Mexefest e a D'bandada. Também os Eleva, banda participante no Música na Rua, vai estar presente no evento. </p>

<p>João Hierro, baterista dos Eleva, descreve o som da banda como "pop-rock fresco". "Não conheço muitas bandas com um som parecido com o nosso", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/som_dos_eleva.MP3" title="diz">diz</a>. A banda captou a atenção do público no Música na Rua, da Metro do Porto, ao tocar semanalmente nas estações de metro da cidade.</p>

<p>O baterista da banda mostra-se contente por ter sido convidado e por poder partilhar o palco com os Salto que, segundo Hierro, já têm "muito nome". As diferentes influências dos Eleva fundiram-se e originaram uma música "bastante direta e que agrada a muita gente".</p>

<p>Quem agrada a cada vez mais pessoas são os Salto. A banda, constituída por dois elementos da Maia, tem pisado cada vez mais palcos. Depois do Porto, a banda tenta "ganhar terreno" no panorama nacional. Paula Oliveira, produtora do espaço Maus Hábitos, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/porque_salto.mp3" title="diz">diz</a> que os Salto captaram a atenção da cidade no <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/03/01/mexefest_agora_e_o_porto_que_comeca_a_mexer.html">último Mexefest</a> e por isso foram escolhidos. A banda do Porto tem-se salientado e tem todos os ingredientes para um concerto animado, apesar da chuva que ameaça cair durante o Porto Sounds. </p>

<p>Para sábado, Paula Oliveira <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/o_que_esperar.MP3" title="promete"> promete</a> um bom espetáculo, com "algumas surpresas". Já João Hierro <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/prometo.MP3" title="garante">garante</a> um bom concerto.</p>

<h3>Dar vida ao Porto através da música</h3>

<p>O Porto Sounds já teve passagem pelo Parque da Cidade, "galerias", rua Cândido dos Reis e, agora, praça dos Poveiros. Paula Oliveira diz que a primeira edição na praça, que contou com os Irmãos Catita, foi um sucesso que contou com mais de três mil pessoas.</p>

<p>A produtora diz que sempre <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/praca_poveiros.MP3" title="acreditou">acreditou</a> na praça dos Poveiros, embora seja uma área que "esteja normalmente muito cheia". O próximo Porto Sounds tem data marcada para 8 de setembro. O cartaz ainda não é conhecido. </p>]]>
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