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  <title>JornalismoPortoNet - Economia</title>
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  <updated>2012-02-10T15:31:06Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
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  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2005</rights>

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    <title>AR recebe petição pela alteração do Estatuto de Bolseiro de Investigação</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/02/10/ar_recebe_peticao_pela_alteracao_do_estatuto_de_bolseiro_de_investigacao.html" />
    <published>2012-02-10T15:30:06Z</published>
    <updated>2012-02-10T15:31:06Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30437</id>
    <summary type="text">A Associação de Bolseiros de Investigação Científica vai entregar uma petição pela Alteração do Estatuto do Bolseiro de Investigação à Assembleia da República na segunda-feira. A petição foi assinada por mais de cinco mil pessoas....</summary>
    <author>
      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A Associação de Bolseiros de Investigação Científica vai entregar uma petição pela Alteração do Estatuto do Bolseiro de Investigação à Assembleia da República na segunda-feira. A petição foi assinada por mais de cinco mil pessoas. </p>]]>
        <![CDATA[<p>A Associação de Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) vai entregar à Assembleia da República (AR), na próxima segunda-feira, as assinaturas que recolheu para a petição pela Alteração do Estatuto do Bolseiro de Investigação. </p>

<p>A <a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=ABIC2011">petição</a>, iniciada nos últimos meses de 2011, conta com mais de cinco mil assinaturas. A entrega será feita em audiência com a vice-presidente da AR, Teresa Caeiro, pelas 12h00. </p>

<p>André Janeco, vice-presidente da ABIC, refere que a associação recolheu as quatro mil assinaturas necessárias ainda em 2011, mas que o processo de entrega foi mais demorado para garantir que todas as condições necessárias estavam presentes para "obrigar a AR a discutir este assunto". </p>

<p>Com esta medida, o grupo pretende que "a maioria das bolsas de investigação passem a contrato de trabalho" e uma "revisão do estatuto", para que as pessoas abrangidas tenham "mais condições". "Existem algumas questões flagrantes a resolver", garante André Janeco, que destaca a precariedade e a "degradação do poder de compra" dos bolseiros, bem como a necessidade de integração dos mesmos no "regime geral da Segurança Social". </p>

<p>No entanto, o vice-presidente da ABIC não esquece que tem "havido alguma abertura dos grupos parlamentares" para o tema, pelo que a entrega da petição vem reforçar a necessidade de "valorização do assunto", que "engloba milhares de pessoas" em Portugal. </p>]]>
    </content>
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    <title>Greve nos transportes afeta serviços urbanos da CP e STCP</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/02/01/greve_nos_transportes_afeta_servicos_urbanos_da_cp_e_stcp.html" />
    <published>2012-02-01T16:40:20Z</published>
    <updated>2012-02-03T12:08:56Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30411</id>
    <summary type="text">A primeira greve do setor dos transportes já se vai sentir esta noite. Os serviços urbanos da CP e as ligações da STCP devem ser afetadas. Metro do Porto volta a não aderir à paralisação....</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A primeira greve do setor dos transportes já se vai sentir esta noite. Os serviços urbanos da CP e as ligações da STCP devem ser afetadas. Metro do Porto volta a não aderir à paralisação. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Na noite de hoje, quarta-feira, já se vão sentir os efeitos de mais uma greve no setor dos transportes, a primeira de 2012, convocada para quinta-feira. Esta medida surge como contestação dos sindicatos às medidas de reestruturação do setor anunciadas pelo Governo, entre as quais figuram privatizações e reduções de serviços. </p>

<p>Para quem usa os Comboios de Portugal (CP) para se deslocar, há que ter em atenção a possibilidade de ocorrerem "algumas perturbações nos serviços urbanos de Lisboa e Porto, no período da noite", alerta a CP, em comunicado. </p>

<p>Quinta-feira espera-se um dia de muitas complicações nos transportes, apesar da realização obrigatória de 20% das circulações, como serviços mínimos. Estes 20% significam, na prática, que apenas 294 viagens estão asseguradas, contra as mais de 1400 diárias que a CP realiza.</p>

<p>No que diz respeito aos autocarros da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), também se podem esperar contratempos, tendo em conta que a greve demora 24 horas e a empresa não terá serviços mínimos. As linhas 10, 55, 61, 64, 68, 69, 70, 94 e ZR, no entanto, não serão afetadas, garante a empresa. Já o Metro do Porto vai circular com normalidade, pois os trabalhadores da empresa decidiram não aderir à paralisação.  <br />
 <br />
Os serviços já devem estar regularizados na manhã de sexta-feira, acreditam as empresas, mas as perturbações nos serviços urbanos da CP que servem o Porto podem, ainda, afetar alguns clientes durante as primeiras horas do dia.</p>]]>
    </content>
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    <title>V.N. Gaia: Túnel de Santo Ovídio já abriu ao tráfego</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/31/vn_gaia_tunel_de_santo_ovidio_ja_abriu_ao_trafego.html" />
    <published>2012-01-31T11:06:51Z</published>
    <updated>2012-02-02T14:48:22Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30407</id>
    <summary type="text">Inauguração de Estação de Santo Ovídio é cancelada


Metro do Porto: Estação de Santo Ovídio abre a 15 de outubro


Conclusão da estação de Santo Ovídio condiciona o trânsito


Porto: Metro avança até Santo Ovídio
</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O túnel de Santo Ovídio, em Vila Nova de Gaia, abriu esta segunda-feira ao tráfego, reunidas todas as condições de segurança. Há dois anos que decorriam obras.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O aval foi dado por volta das 15h00 desta segunda-feira, pelo Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias IP (InIR), depois de reunidas as condições de segurança e qualidade exigidas para a circulação automóvel. </p>

<p>De acordo com comunicado do InIR, a gestão e manutenção da exploração do túnel rodoviário estão a cargo da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, da Metro do Porto e da Auto-estradas do Douro Litoral.</p>

<p>"A Metro do Porto é responsável pela manutenção e respectivos custos da super-estrutura do túnel rodoviário, competindo à concessionária rodoviária AEDL a manutenção necessária à adequada utilização da via pelo tráfego automóvel. A Câmara Municipal de Gaia terá a seu cargo a operação, manutenção e respectivos custos relativos aos equipamentos instalados no túnel", diz o InIR.</p>

<p>A construção deste túnel foi realizada no âmbito do prolongamento da Linha Amarela do Metro do Porto e a obra esteve para ser inaugurada em finais de 2011. No entanto, devido a um chumbo por parte do InIR, durante uma vistoria, foi adiada.</p>]]>
    </content>
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    <title>EGP distinguida nos rankings da Eduniversal</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/30/egp_distinguida_nos_rankings_da_eduniversal.html" />
    <published>2012-01-30T17:46:16Z</published>
    <updated>2012-01-31T11:50:09Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30406</id>
    <summary type="text">Além da EGP - University Of Porto Business School, mais 24 programas de mestrado, pós-graduações e MBA portugueses são incluídos nos rankings dos melhores a nível europeu e mundial. A lista é da consultora francesa Eduniversal....</summary>
    <author>
      <name>Pedro Andrade</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Além da EGP - University Of Porto Business School, mais 24 programas de mestrado, pós-graduações e MBA portugueses são incluídos nos rankings dos melhores a nível europeu e mundial. A lista é da consultora francesa Eduniversal.</p>]]>
        <![CDATA[<p>São cinco as escolas portuguesas referenciadas nos primeiros rankings da consultora Eduniversal. AO todo, são 27 programas portugueses incluídos no "Eduniversal Masters Ranking - The Best Masters and MBA Worldwide" lançados, pela primeira vez, na semana passada.</p>

<p>Com sete programas nos rankings, o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) foi a instituição portuguesa mais galardoada, com sete programas ao todo. De seguida, com a melhor qualificação, temos a EGP - University Of Porto Business School, com 6 programas mencionados, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e a Universidade Católica com cinco.</p>

<p>A Universidade Nova de Lisboa também foi mencionada nos rankings, com três programas ao todo, e foi a instituição portuguesa melhor "cotada" pela consultora Eduniversal:  o Master in Economics ficou em 22ª lugar da lista de melhores mestrados.</p>

<p>No que diz respeito aos rankings norte-americanos, a MIT Sloan School of Management aparece em primeiro lugar nos programas de Engenharia, na segunda posição em Economia e MBA e em terceiro nos mestrados de Empreendedorismo e Gestão. A Universidade de Stanford conquistou os dois primeiros lugares em Gestão e em Recursos Humanos.</p>

<p>Pela Europa, a Eduniversal distingue a London Business School, que lidera o ranking de Gestão, aparece em segundo lugar nos MBA e em terceiro nos Executive MBA. De salientar também a "presença" da Universidade de Oxford, que conquista um terceiro lugar em Gestão, um quarto lugar em Economia e ainda duas presenças na quinta posição nas listas que classificam os MBA.</p>

<p>Os rankings da Eduniversal basearam-se na reputação dos programas, perspectivas salariais e salário de base inicial dos alunos após a conclusão do programa e, ainda, o nível de satisfação com o mesmo.</p>]]>
    </content>
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    <title>Porto: Aumento de 5% no transportes intermodais</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/26/porto_aumento_de_5_no_transportes_intermodais.html" />
    <published>2012-01-26T11:24:20Z</published>
    <updated>2012-01-26T11:24:04Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30397</id>
    <summary type="text">Já a partir de 1 de fevereiro, os títulos intermodais Andante vão aumentar quase 5%. Movimento de utentes apelida aumentos de &quot;brutais e injustos&quot;....</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Já a partir de 1 de fevereiro, os títulos intermodais Andante vão aumentar quase 5%. Movimento de utentes apelida aumentos de "brutais e injustos".</p>]]>
        <![CDATA[<p>O novo tarifário dos títulos intermodais, que entra em vigor a partir do próximo dia 1 de fevereiro, pressupõe um aumento de 5%. De acordo com a TIP - Transportes Intermodais do Porto, uma viagem simples, de Z2, passará a ter o preço de 1,15 euros (mais cinco cêntimos do que agora).</p>

<p>Já quando se fala em viagens envolvendo mais zonas (Z9 a Z12), o aumento pode atingir os 30 cêntimos. Os títulos para 24 horas sobem o preço entre 15 cêntimos (viagens Z2) e 1,60 euros (Z10).</p>

<p>No caso das assinaturas mensais, a subida vais dos 1,60 euros (passe para Z2) aos 8 euros (passe para Z12). </p>

<p>Os títulos sociais também são afetados por esta revisão de tarifário aprovada pela Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto: vão ter "uma redução nos respetivos descontos, sendo uniformizados em 25%".</p>

<p>O Movimento dos transportes da área metropolitana do Porto (MUP-AMP) classifica estes aumentos de "brutais e injustos".</p>]]>
    </content>
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    <title>Turismo: Portal &quot;Douro Valley&quot; cria rede de &quot;ofertas e oportunidades&quot; para a região</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/25/turismo_portal_douro_valley_cria_rede_de_ofertas_e_oportunidades_para_a_regiao.html" />
    <published>2012-01-25T17:04:51Z</published>
    <updated>2012-01-27T16:13:30Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30396</id>
    <summary type="text">Turismo: Região do Douro vai ter portal de divulgação</summary>
    <author>
      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Já foi apresentada a nova "cara" do Douro na rede. O portal "Douro Valley" representa um investimento de 580 mil euros e pretende servir de ponto de partida para as visitas à região. </p>]]>
        <![CDATA[<p>A região do Douro tem nova representação na Internet, num portal de entrada que se pretende como ponto de ligação entre o virtual e o real. O Palácio da Bolsa foi ontem, terça-feira, palco da apresentação oficial do <a href="http://www.dourovalley.eu/PageGen.aspx">Douro Valley</a>, o novo site turístico da região, que oferece aos utilizadores, nacionais e internacionais, a oportunidade de planearem online a sua viagem. </p>

<div class="textbox"><h2>580 mil euros de investimento</h2>
Este website representa, explica a organização, um investimento de cerca de 580 mil euros, sendo que, deste orçamento, 70% foi pago com recursos a fundos comunitários.</div>

<p>O site, online desde ontem, é o culminar de dois anos de trabalho e é composto por notícias, artigos de foco sobre diversas zonas da região do Douro e listagem de eventos, apostando na fotografia e vídeo para apresentar o espaço aos utilizadores. Uma aplicação chamada "GeoDouro" permite, por exemplo, encontrar pontos turísticos partindo da localização do utilizador ou ver, no mapa, os percursos de certos itinerários pré-definidos pelo Douro. </p>

<p>A aposta passa, assim, pela geo-localização, com todos os assuntos a serem localizados no tempo e no espaço na página. As redes sociais não foram descuradas, sendo possível fazer "login" no portal usando a conta do Facebook e partilhar informações com os amigos por email ou nas redes. </p>

<p>Escolhidos os trajetos, os utilizadores podem, igualmente, reservar diretamente no website o seu alojamento, numa parceria executada com o website "Booking.com" ou direto com os proprietários de cerca de 70 espaços.Para já apenas disponível em português, o portal pretende internacionalizar-se no próximo mês, com a introdução de conteúdos em espanhol e inglês.</p>

<p>O espaço foi co-financiado pelo programa O Novo Norte "ON.2" e desenvolvido pelo Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro (CITMAD), numa parceria com algumas entidades, como a Universidade do Porto (UP). </p>

<p>Em conferência de imprensa, Ricardo Magalhães, um dos mentores do projeto, assegura que esta é uma "ferramenta de divulgação" do Douro, Património Mundial há dez anos. Rui Moreira, também presente na apresentação, diz ter esperança que este site venha a "criar expectativa e apetite a quem o visitar para também visitar o Douro". O portal vai, igualmente, "permitir que se crie uma rede de ofertas e oportunidades" que, entende, poderá beneficiar a região. </p>]]>
    </content>
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    <title>Desemprego aumentou na região norte em 2011</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/19/desemprego_aumentou_na_regiao_norte_em_2011.html" />
    <published>2012-01-19T17:05:01Z</published>
    <updated>2012-01-20T18:15:38Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30379</id>
    <summary type="text">IEFP revela queda do desemprego e da oferta de emprego</summary>
    <author>
      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O Instituto de Emprego e Formação Profissional já confirmou o aumento do desemprego na região norte, em 2011. O Porto é o distrito com mais desemprego do país. </p>]]>
        <![CDATA[<p>O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) disponibilizou os últimos dados de desemprego de 2011. Os dados não são animadores para a região Norte, onde o desemprego aumentou. Segundo os dados oficiais, houve um crescimento generalizado do desemprego nos 18 concelhos do distrito do Porto em relação ao mês anterior. </p>

<p>O Porto é, dizem os dados, o distrito com mais desemprego em relação ao resto do país: 14,4% de registos no IEFP, com um valor real "superior a 20%". O país apresenta uma taxa de 10,8% de desemprego. </p>

<p>No entanto, e segundo dados da Transitar, especialista em transição de carreiras, em declarações ao JN, os desempregado da zona norte tiveram mais facilidade em conseguir recolocação do que os seus colegas do sul. Igualmente, o tempo de recolocação dos profissionais em situação de desemprego foi mais curto. <br />
 <br />
Isto explica-se, diz a empresa, com a existência de indústria exportadora na região, área essa que tem sido "menos castigada pela crise". </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Turismo: Região do Douro vai ter portal de divulgação</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/19/turismo_regiao_do_douro_vai_ter_portal_de_divulgacao.html" />
    <published>2012-01-19T11:34:28Z</published>
    <updated>2012-01-20T10:52:24Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30377</id>
    <summary type="text">Lançamento do primeiro portal online de divulgação e promoção do Douro está agendada para 24 de janeiro. Projeto distingue-se por &quot;uma forte componente tecnológica&quot; ao serviço da região....</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Lançamento do primeiro portal online de divulgação e promoção do Douro está agendada para 24 de janeiro. Projeto distingue-se por "uma forte componente tecnológica" ao serviço da região.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O "Douro Valley - portal de divulgação e promoção do Douro" apresenta-se como o primeiro portal online de divulgação e promoção do Douro e a sua apresentação está marcada para o próximo dia 24 de janeiro, no auditório do Palácio da Bolsa, no Porto, pelo CITMAD - Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro.</p>

<p>O projeto está integrado no âmbito do Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro e constituirá "uma ferramenta importante para a promoção do destino Douro do mercado português e junto de operadores e turistas internacionais, distinguindo-se por uma forte componente tecnológica que estará ao serviço do turismo, economia, cultura e sociedade da região".</p>

<p>O "Douro Valley" é promovido pelo CITMAD, em parceria com o INESC, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e as faculdades de Engenharia e Economia da Universidade do Porto, com apoio da Estrutura de Missão do Douro.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Clubes de vídeo: Uma &quot;raça&quot; em vias de extinção</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/13/clubes_de_video_uma_raca_em_vias_de_extincao.html" />
    <published>2012-01-13T10:50:29Z</published>
    <updated>2012-01-17T17:59:04Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30353</id>
    <summary type="text">Os clubes de vídeo parecem estar cada vez mais perto do fim. Para os proprietários, a pirataria, as operadoras de televisão e a pouca atuação dos órgãos responsáveis pela legislação são os principais culpados....</summary>
    <author>
      <name>José Pedro Ribeiro</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Economia"/>
                    <category term="País"/>
                    <category term="Quinto"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Os clubes de vídeo parecem estar cada vez mais perto do fim. Para os proprietários, a pirataria, as operadoras de televisão e a pouca atuação dos órgãos responsáveis pela legislação são os principais culpados.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Nos dias de hoje, os clubes de vídeo não passam de uma réstia daquilo que eram nos anos 80 e 90. Segundo a <a href="http://fevip.org/pt">Federação Portuguesa de Editores de Videogramas</a>, em 2010 existiam 300 videoclubes em Portugal, menos 83% do que em 2005.</p>

<div class="textbox"><h2>Cadeias de aluguer não fogem à regra</h2>Ainda no ano passado a <a href="http://www.blockbuster.com/">Blockbuster</a>, a maior cadeia de aluguer de filmes do mundo, fechou as portas das 17 lojas que detinha em Portugal devido aos sucessivos decréscimos na faturação.</div>

<p>Para os clubes de vídeo que ainda resistem, a palavra de ordem é "adaptação". Na Senhora da Hora, em Matosinhos, o videoclube "Universo 2" é, também, uma papelaria. Eduardo Matos começou com o negócio do aluguer de vídeos em 1987 e chegou a ter dois estabelecimentos. Em 2009 as dificuldades económicas levaram o comerciante a adaptar o negócio: a solução passou pela abertura de uma papelaria. </p>

<p>Mais de duas décadas depois de entrar no mundo dos clubes de vídeo, na loja restam, apenas, algumas estantes com DVD's que ainda aluga para "meia dúzia de clientes ao fim-de-semana". Eduardo Santos garante que agora se dedica, sobretudo, à venda de jornais e revistas.  "Tivemos que colmatar a situação com outro tipo de negócio", acrescenta.</p>

<p>Para o comerciante, a principal "culpada" da crise dos clubes de vídeo é a pirataria. O facto de ser possível, em poucos minutos e de forma gratuita, conseguir um filme na Internet tornou difícil a sobrevivência do negócio. A isso alia-se a disponibilização de milhares de títulos pelas  operadoras de televisão, títulos esses que podem ser alugados em casa através do serviço de <a href="http://www.tecmundo.com.br/2602-video-on-demand.htm">"video on demand".</a></p>

<p>Ainda assim, o comerciante diz que as editoras e a Secretaria da Cultura portuguesa também têm culpa pelo fim do negócio de aluguer de vídeos. Eduardo Santos considera que as entidades responsáveis deviam "pressionar as operadoras para impedir o download ilegal", como "fizeram na França, na Suécia e noutros países da Europa."</p>

<p>Com o negócio estagnado, Eduardo Santos admite que quase já não compra novos filmes e garante que não acredita numa solução para o este ramo. "Todos os meus colegas de negócio que conheço já fecharam as portas. Mais tarde ou mais cedo vão acabar (os clubes de vídeo)", desabafa.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>UP: Mais de 84% dos diplomados encontram-se atualmente empregados</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/12/up_mais_de_84_dos_diplomados_encontramse_atualmente_empregados.html" />
    <published>2012-01-12T09:42:32Z</published>
    <updated>2012-01-17T10:44:34Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30363</id>
    <summary type="text">A taxa de desemprego entre os diplomados da UP que concluíram o curso há mais de cinco anos é de 6%. A mesma aumenta em relação aos que terminaram a licenciatura em 2008/2009: 14,5% estão desempregados....</summary>
    <author>
      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A taxa de desemprego entre os diplomados da UP que concluíram o curso há mais de cinco anos é de 6%. A mesma aumenta em relação aos que terminaram a licenciatura em 2008/2009: 14,5% estão desempregados.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O Observatório do Emprego da Universidade do Porto (UP) apresentou, esta semana, um estudo de empregabilidade aos licenciados entre 2004/2005. No estudo, o primeiro com esta abrangência em Portugal, garante que a taxa de desemprego entre os diplomados da UP que terminaram o curso há mais de cinco anos é de 6%, o que equivale a cerca de metade da média de desemprego a nível nacional. </p>

<p>O estudo adianta, ainda, que mais de 84% dos diplomados da UP têm, atualmente, emprego, sendo que mais de metade nunca esteve sequer desempregada depois de completar os estudos. 62% dos inquiridos, inclusive, nunca tiveram mais do que um emprego. </p>

<p>O tempo médio de espera para o primeiro emprego depois de terminados os estudos foi de 4,1 meses, revela o observatório. Quase metade dos inquiridos (49%) conseguiu, até, emprego nos primeiros três meses de procura. </p>

<p>O estudo foi realizado juntamente com o inquérito efetuado anualmente aos estudantes que concluíram o curso há dois anos. No que diz respeito aos resultados obtidos pelos ex-estudantes de 2008/2009, é possível verificar que a taxa de desemprego entre os mesmos aumentou em relação aos colegas que terminaram há mais de cinco anos: 14,5% dos  estudantes que terminaram a licenciatura em 2008/2009 estão sem emprego, enquanto que os alunos de Mestrado e Mestrado Integrado conseguem 10,6% de taxa de desemprego. </p>

<p>Os resultados obtidos nos estudos de Empregabilidade 2004/2005 e 2008/2009 podem ser consultados na íntegra no site da Universidade, onde estão <a href="http://sigarra.up.pt/up/conteudos_geral.conteudos_ver?pct_pag_id=122350&pct_parametros=p_pagina=122350&pct_disciplina=&pct_grupo=1675#1675">disponíveis para download</a> em PDF. </p>]]>
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    <title>Moeda Única: &quot;Parece que foi ontem&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/02/moeda_unica_parece_que_foi_ontem.html" />
    <published>2012-01-02T18:40:17Z</published>
    <updated>2012-01-06T15:57:36Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30341</id>
    <summary type="text">A 1 de janeiro de 2002 as notas e moedas mudaram nas carteiras de milhões de europeus. Dez anos depois da entrada em circulação do Euro, o JPN quis perceber como foi recebida a moeda única e se, em tempo...</summary>
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      <name>Pedro Andrade</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
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    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A 1 de janeiro de 2002 as notas e moedas mudaram nas carteiras de milhões de europeus. Dez anos depois da entrada em circulação do Euro, o JPN quis perceber como foi recebida a moeda única e se, em tempo de crise económica e social, o regresso ao escudo é uma hipótese viável.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Foi a 1 de janeiro de 2002 que a moeda única europeia entrou em circulação. Dez anos depois, o Euro é utilizado por 332 milhões de pessoas em 17 Estados-membros da União Europeia. </p>

<p>A transição para a moeda única começou a ser feita em 1999 com a produção das moedas e das notas em 15 fábricas europeias. Em 2001 foi lançada a campanha de informação em todos os países aderentes sob o mote "Euro. A nossa moeda" que apelava à população, através de um método simples, a verificação das notas do euro: tocar, observar e inclinar.</p>

<p>No site do <a href="http://www.ecb.int/home/html/index.en.html">Banco Central Europeu</a> (BCE) o presidente da instituição, Mário Draghi lembra que "a introdução do novo numerário constituiu um desafio sem precedentes, mas decorreu com êxito". João Silva, estudante universitário, tinha 9 anos quando o Euro entrou em circulação. Ao JPN diz que não sentiu grandes dificuldades na transição do escudo para a moeda única. "Não tinha grande contacto com as notas e moedas antigas". João Silva recorda "com mais clareza as moedas de cinco escudos para ir comprar rebuçados e pastilhas elásticas".</p>

<p>Já Manuel Silvério, de 73 anos, garante que não foi fácil adaptar-se ao Euro. Para o reformado foi "uma complicação" habituar-se à conversão do escudo para a nova moeda. Ana Maria Santos, de 67 anos, partilha da mesma opinião e diz "que as primeiras semanas foram muito complicadas". Ao JPN garante que as idas ao supermercado "passaram a ser feitas com os filhos e os netos, para o caso de me tentarem enganar".</p>

<h3>Nova moeda, nova realidade</h3>

<p>Em Portugal, o escudo deixou de circular dois meses depois da introdução da nova moeda única, em finais de fevereiro de 2002. Carlos Faria tinha 36 anos e diz que, apesar das campanhas de sensibilização, "foi difícil" habituar-se ao euro. "Lembro-me de usar mais vezes do que queria a máquina de calcular para fazer as conversões". Para Carla Rodrigues, de 36 anos, "parece que foi ontem que entramos no euro" ainda guarda em casa alguns exemplares da antiga moeda. "É sempre bom guardar alguns exemplares para mostrar aos netos daqui a uns anos". </p>

<p>Dez anos depois, ainda é inevitável a conversão de preços para a antiga moeda. Manuel Silvério diz que "com os montantes maiores ainda penso no escudo". João Silva também garante que "os valores que terminam com milhares ou milhões de euros são convertidos" para a antiga moeda.</p>

<p>Ana Maria Santos diz que a conversão dos grandes valores "vai acontecer sempre, por muitos anos que passem". Já Carla Rodrigues afirma que "as novas gerações nunca vão saber o que é o escudo nem o quanto valem as moedas e notas antigas em euros".</p>

<h3>Regresso ao escudo: hipótese "absurda"</h3>

<p>Em tempos de crise, muito se especula sobre o regresso à antiga moeda nacional. Ana Maria Santos diz que tal cenário não é viável: "Portugal ficava ainda mais pobre e afastado do mundo". Carlos Faria diz que é "absurdo" pensar na hipótese "ainda que a zona euro esteja a passar por uma grave crise".</p>

<p>Já Manuel Silvério tem "saudades" do tempo do escudo e garante que, nessa altura, "a crise não era tão grande. Se calhar nem era tão mau assim". Carla Rodrigues acredita que "esta crise vai piorar em 2012" mas não pensa que o regresso ao escudo seja a melhor opção. "Verdadeiras políticas e verdadeiros políticos, isso sim, é a solução para a crise".</p>]]>
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    <title>Dez anos de Euro: As vantagens e desafios da moeda única europeia</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/02/dez_anos_de_euro_as_vantagens_e_desafios_da_moeda_unica_europeia.html" />
    <published>2012-01-02T14:11:41Z</published>
    <updated>2012-01-02T14:13:32Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30307</id>
    <summary type="text">A moeda única europeia completa a sua primeira década envolta num cenário de crise económica, tendo pela frente uma série de desafios. Numa altura em que o Euro celebra a sua primeira década, o JPN falou com economistas para perceber...</summary>
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      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
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    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A moeda única europeia completa a sua primeira década envolta num cenário de crise económica, tendo pela frente uma série de desafios. Numa altura em que o Euro celebra a sua primeira década, o JPN falou com economistas para perceber se o seu futuro poderia estar ameaçado.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O Euro entrou em circulação em diversos países da Europa há dez anos. Mas, com a exigência na contenção orçamental a aumentar e o "cinto" dos portugueses a apertar, algumas vozes equacionaram, nos últimos tempos, um possível retorno ao Escudo. Tal opção é impensável para os economistas Rui Henrique Alves e Miguel Lebre de Freitas que, em declarações ao JPN, dizem nem crer na possibilidade de tal cenário. Apesar da crise (que não é, garantem, decorrente do Euro), os dois especialistas fazem um balanço positivo da adoção da moeda única, que em muito beneficiou Portugal e os restantes países aderentes.</p>

<p>Rui Henrique Alves, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), salienta que "houve uma concretização de benefícios esperados com a adesão", entre eles o desaparecimento do "risco cambial na Zona Euro". Como consequência, houve "um aumento do comércio" entre os países aderentes, o que conduziu a "mais emprego e mais desenvolvimento económico". </p>

<p>Embora o saldo não seja, "nos últimos anos", tão positivo, é preciso esclarecer que "a crise não é decorrente do Euro", mas sim de "falhas na sua implementação". "Desde que foi desenhada a construção da moeda única", por exemplo, acreditou-se que "bastaria que os países tivessem taxas de inflação e de juro parecidas para terem um nível de vida aproximado". Para conseguir "segurar" as contas públicas, houve "muita desorçamentação e pouco incentivo para corrigir a tragetória". </p>

<p>Já Miguel Lebre de Freitas, do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro (UA), explica que Portugal conseguiu, com a adesão à moeda única, "estabilidade monetária" e, consequentemente, deixou de ter "inflação elevada". No contexto desta mudança, o país liberalizou o sistema financeiro e o Estado "deixou de utilizar os bancos como forma de financiamento privilegiado", o que permitiu que os bancos "se dedicassem mais aos empréstimos ao setor privado".</p>

<p>"O Euro é uma coisa óptima", garante o docente da UA, relembrando, no entanto, que "a transição para o Euro provocou um problema de apreciação real" que "demora o seu tempo a ser resolvido". Com a adesão, Portugal passou a ter, diz, de "articular as suas políticas económicas com os países da Zona Euro", o que, "em tese", cria "um quadro institucional favorável à estabilidade macroeconómica". Na verdade, esse quadro institucional acabaria por não ser "suficientemente respeitado", o que "conduziu a uma situação de turbulência" na região. A questão prende-se, na verdade, com "problemas de indisciplina das finanças públicas". "Não é um problema do Euro em si", salienta o economista.</p>

<h3>Voltar ao escudo não é uma opção</h3>

<p>Com o atual cenário mundial, Rui Henrique Alves garante que nos esperam "anos muito difíceis", com o "nível de vida a recuar", mas que o esforço de contenção da dívida é "absolutamente necessário para não complicar mais a situação portuguesa". </p>

<p>Miguel Lebre de Freitas defende que, para "recuperar a credibilidade nos mercados financeiros", terá de acontecer um "retorno à disciplina orçamental". O processo de recuperação de credibilidade poderá "ser longo no caso português". "Durante os próximos tempos, a Europa vai estar numa situação de crescimento lento", com o sistema de segurança social a ser repensado para garantir competitividade na economia global. "A Europa vai ter de sofrer um processo de ajustamento longo e penoso, ao mesmo tempo que vai ter de passar por um processo de estabilização das finanças públicas", explica.</p>

<p>Sair do Euro não é, mesmo assim, uma opção. Lebre de Freitas garante que tal medida não seria "racional" do ponto de vista económico, pois "não resolveria problema nenhum", agravando os já existentes. "Portugal não retiraria nenhuma vantagem da saída do Euro", assegura o economista.</p>

<p>O grande problema da moeda única, diz Rui Henrique Alves, advém da "força política" que a move. "Não há nenhum exemplo na História de uma moeda a que não corresponda um só governo", refere o economista. A falta de governo comum da Europa, formada por "muitos países e muitos governos", não é visível em "mais lado nenhum" e é negativa para o Euro. É, por isso, necessário haver "um Estado global" europeu, como desafio para assegurar a sobrevivência da moeda nos próximos anos.  </p>]]>
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    <title>Fotogaleria: Dez anos de Moeda Única</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/01/fotogaleria_dez_anos_de_moeda_unica.html" />
    <published>2012-01-01T17:05:48Z</published>
    <updated>2012-01-01T11:21:06Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30311</id>
    <summary type="text">Há dez anos, milhões de europeus passaram a conhecer (e usar) uma nova moeda: o Euro. No dia em que se assinala a primeira década da moeda única europeia, o JPN recorda algumas nas notas e moedas que antecederam o...</summary>
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      <name>Daniela Espírito Santo</name>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos, milhões de europeus passaram a conhecer (e usar) uma nova moeda: o Euro. No dia em que se assinala a primeira década da moeda única europeia, o JPN recorda algumas nas notas e moedas que antecederam o Euro. </p>]]>
        <![CDATA[<p>No dia 1 de janeiro de 2002 entrava em vigor o Euro, a moeda única adotada por diversos países europeus. As novas moedas e notas passaram, nesse dia, a fazer parte do dia-a-dia dos portugueses. Muitos saudosistas continuam, no entanto, a guardar exemplares das antigas moedas e notas. Aliás, o Banco de Portugal garantia, há dias, que os portugueses ainda tinham em sua posse mais de 163 milhões de euros em notas e moedas de Escudo. </p>

<p>Para assinalar esta data, o JPN relembra algumas das principais moedas e notas que circulavam na Europa antes do Euro. Entre pesetas, francos e liras, o Escudo português aparece em natural destaque. </p>

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<p><br />
</p>]]>
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    <title>CP: Maquinistas voltam à greve no final da semana</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/12/27/cp_maquinistas_voltam_a_greve_no_final_da_semana.html" />
    <published>2011-12-27T18:30:32Z</published>
    <updated>2011-12-29T11:22:50Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.30278</id>
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        <![CDATA[<p>A greve dos maquinistas da CP marcada para o Ano Novo vai manter-se. A garantia foi dada esta terça-feira no final de uma reunião entre os maquinistas e a administração da empresa.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O Sindicato Nacional dos Maquinistas decidiu, esta terça-feira, que vai manter a greve que tinha convocado para o final desta semana. O anúncio surgiu no fim da reunião entre os maquinistas da Comboios de Portugal (CP) e a administração da empresa de transportes, com os dois lados a não conseguirem chegar a um acordo. </p>

<p>O Conselho de Administração da CP já lamentou que "o sindicato não tenha reconsiderado a sua posição", adianta a Agência Lusa. "Como o país compreenderá, o Conselho de Administração da CP não pode negociar o exercício do poder disciplinar da empresa", garantiu aos jornalistas a porta-voz da empresa, Ana Portela, à saída da reunião.</p>

<p>A decisão de avançar para a greve prende-se com os processos disciplinares interpostos pela empresa e tidos como ilegais pelos trabalhadores. Está prevista uma nova paralisação para dia 1 de janeiro. </p>

<p>Entre a passada sexta-feira e o meio dia de ontem, segunda-feira, foram cancelados mais de duas mil viagens de comboio. Segundo os dados facultados pela CP, os três dias de greve da semana passada e a paralisação no primeiro dia de janeiro devem causar prejuízos a rondar os 2,5 milhões de euros. </p>]]>
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    <title>Greve dos Maquinistas paralisa circulação dos comboios no Natal</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/12/22/greve_dos_maquinistas_paralisa_circulacao_dos_comboios_no_natal.html" />
    <published>2011-12-22T11:07:04Z</published>
    <updated>2011-12-27T18:03:54Z</updated>
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    <summary type="text">A greve marcada para os dias 23, 24 e 25 de dezembro irá afetar, mais uma vez, a circulação dos comboios urbanos do Porto e Lisboa. A 1 de janeiro a CP volta a parar com nova greve. Para os...</summary>
    <author>
      <name>Pedro Andrade</name>
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    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A greve marcada para os dias 23, 24 e 25 de dezembro irá afetar, mais uma vez, a circulação dos comboios urbanos do Porto e Lisboa. A 1 de janeiro a CP volta a parar com nova greve. Para os dias de parilização estão apenas previstos os serviços mínimos.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A greve decretada pelo Sindicato Nacional dos Maquinistas para amanhã, sexta-feira, sábado e domingo começa a afetar a circulação dos comboios urbanos do Porto já a partir desta noite.</p>

<p>Para os dias de greve estão apenas previstos os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social, que correspondem a menos 20% da oferta diária da Comboios de Portugal (CP).</p>

<p>Para dia 1 de janeiro de 2012 também está agendada nova greve e a circulação dos comboios começa a sentir algumas perturbações já a partir da noite do dia 31 de dezembro.</p>

<p>Os horários para os dias da greve já estão disponíveis no site da CP para consulta. A empresa garante que não vão ser disponibilizados serviços alternativos.</p>

<center><i>Notícia atualizada às 22h39 de 22 de dezembro de 2011</center></i>]]>
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