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  <title>JornalismoPortoNet - Educação</title>
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  <updated>2012-02-10T15:31:06Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
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  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2005</rights>

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    <title>FAP preocupada com as políticas de ação social</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/02/08/fap_preocupada_com_as_politicas_de_acao_social.html" />
    <published>2012-02-08T14:17:41Z</published>
    <updated>2012-02-10T15:32:02Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30430</id>
    <summary type="text">A Federação Académica do Porto está hoje, quarta-feira, a acompanhar a audição do Secretário de Estado do Ensino Superior relativa à política de ação social no ensino superior. Na próxima sexta-feira, a FAP acompanha a discussão relativa às propinas....</summary>
    <author>
      <name>Pedro Andrade</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A Federação Académica do Porto está hoje, quarta-feira, a acompanhar a audição do Secretário de Estado do Ensino Superior relativa à política de ação social no ensino superior. Na próxima sexta-feira, a FAP acompanha a discussão relativa às propinas.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Depois de em janeiro o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/06/educacao_ministerio_abre_nova_fase_de_candidaturas_a_bolsas_de_estudo.html">prazo de candidatura a bolsas de estudo ter sido alargado</a>, a Federação Académica do Porto (FAP) continua a estar "preocupada" com os "atrasos na análise e atribuição das bolsas de estudo e os elevados indeferimentos por motivos do foro burocrático, aliados a conjuntura económico-social".</p>

<p>Em comunicado, a FAP refere a "insuficiência" das políticas da ação social e lembra a iniciativa nacional de dezembro do ano passado, o "Natal Negro no Ensino Superior", que originou uma contestação generalizada durante três dias face ao atraso na análise das candidaturas e posterior pagamento das bolsas de estudo.</p>

<p>Por isso, a direção da FAP está hoje, quarta-feira, presente na na Comissão de Educação, Ciência e Cultura para "analisar de perto a Audição do Secretário de Estado do Ensino Superior João Queiró relativa à política de ação social no ensino superior". Também na sexta-feira, 10 de fevereiro, a FAP acompanhará a discussão no Plenário da Assembleia da República de Projetos de Lei relativa às propinas e às regras de funcionamento dos serviços de ação social das<br />
instituições públicas de ensino superior.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>Universidade de Coimbra vai tornar público o seu primeiro medicamento</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/27/universidade_de_coimbra_vai_tornar_publico_o_seu_primeiro_medicamento.html" />
    <published>2012-01-27T12:16:23Z</published>
    <updated>2012-01-27T16:11:39Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30399</id>
    <summary type="text">Universidade de Coimbra candidata a Património Mundial da Humanidade
</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>É, de acordo com o reitor da instituição, João Gabriel Silva, o primeiro medicamento de uma universidade portuguesa. Anúncio foi feito esta quinta-feira.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Durante a cerimónia de tomada de posse do novo presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), o reitor da Universidade de Coimbra anunciou que a instituição vai tornar público o seu primeiro medicamento, algo que representará "grandes ganhos para o país e para o Serviço Nacional de Saúde".</p>

<p>Apesar de o João Gabriel não adiantar pormenores, este é, segundo o reitor, o primeiro medicamento de uma universidade portuguesa.</p>

<p>Desde 2006 que a <a href="http://www.uc.pt/">Universidade de Coimbra</a> e a Bluepharma, uma empresa farmacêutica, têm desenvolvido trabalhos no campo da aplicação da terapia fotodinâmica do cancro. Já em 2010 havia sido firmado um acordo, pelas duas instituições, com uma empresa nascida na universidade, com fim ao licenciamento de tecnologia e financiamento do novo medicamento.</p>

<p>Estes novos fármacos, que se acredita serem 100 vezes superiores, em termos de eficácia, aos atuais, foram desenvolvidos por investigadores do departamento de Química da Universidade de Coimbra, com liderança de Luís Arnaut. </p>

<p><br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Educação: Ministério abre nova fase de candidaturas a bolsas de estudo</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/01/06/educacao_ministerio_abre_nova_fase_de_candidaturas_a_bolsas_de_estudo.html" />
    <published>2012-01-06T17:45:13Z</published>
    <updated>2012-01-13T15:46:20Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.30355</id>
    <summary type="text">A nova fase, para os alunos que ingressaram pela primeira vez (ano letivo 2011/2012) no Ensino Superior, decorre entre 16 e 31 de janeiro 2012. O Ministério promete &quot;uma análise mais rápida das candidaturas&quot;....</summary>
    <author>
      <name>Pedro Andrade</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A nova fase, para os alunos que ingressaram pela primeira vez (ano letivo 2011/2012) no Ensino Superior, decorre entre 16 e 31 de janeiro 2012. O Ministério promete "uma análise mais rápida das candidaturas".</p>]]>
        <![CDATA[<p>Os estudantes que entraram, este ano letivo, pela primeira vez no ensino superior vão ter uma nova fase de candidaturas às bolsas de estudo. A informação foi avançada hoje, sexta-feira, pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).</p>

<p>Em comunicado, o MEC garante que "as candidaturas apresentadas que ainda não foram objeto de decisão final continuam em análise pelos Serviços de Ação Social das Instituições de Ensino Superior". Na mesma nota informativa enviada às redações é assegurada a necessidade de uma "análise mais rápida das candidaturas, tendo em vista evitar os atrasos que sistematicamente se verificam neste processo".</p>

<p>Ao JPN, Luís Rebelo, presidente da Federação Académica do Porto (FAP), diz que este é "o resultado de uma plataforma de discussão que se gerou em torno do problema". "Uma decisão que vem tarde. Mas antes tarde do que nunca", acrescenta. Eduardo Melo, presidente da Associação Académica de Coimbra, também vê "com bons olhos" a abertura do novo prazo de candidaturas às bolsas de estudo. Ainda assim lamenta a "morosidade com que foi aberto este processo".</p>

<p>Luís Rebelo garante que "é um desafio para, em altura de exames, os Serviços de de Ação Social e os movimentos associativos informarem os alunos". Eduardo Melo partilha da mesma opinião e acrescenta que "a melhor altura teria sido no início do ano letivo", até porque em altura de exames, "os alunos com mais dificuldades económicas, acabam por abandonar a universidade".</p>

<p>O MEC diz ainda que "a progressiva automatização do processo e o aumento da celeridade no carregamento dos dados do aproveitamento escolar por parte das instituições de Ensino Superior" vão ser algumas das medidas tomadas nesta fase de candidaturas. Eduardo Melo diz que o mais importante é "reformular a forma de atuação dos serviços da Direção Geral do Ensino Superior".</p>

<p>O novo prazo de candidaturas vai decorrer de 16 a 31 de janeiro de 2012. Todos os pedidos devem ser feitos exclusivamente na plataforma electrónica da <a href="http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Estudantes/Bolsas">Direcção-Geral do Ensino Superior</a>.</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>Nova ortografia &quot;teatrada&quot; por Alice Rios</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/12/29/nova_ortografia_teatrada_por_alice_rios.html" />
    <published>2011-12-29T11:19:39Z</published>
    <updated>2012-01-05T11:57:36Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.30285</id>
    <summary type="text">Alice Rios acaba de publicar o livro &quot;Palavras Emagrecidas&quot;, um exercício lúdico sobre as polémicas e contradições que envolvem o novo acordo ortográfico.&quot;Palavras Emagrecidas&quot; visa auxiliar o ensino e a aprendizagem do público infantojuvenil dos 2.º e 3.º ciclos....</summary>
    <author>
      <name>Sara Rodrigues</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Alice Rios acaba de publicar o livro "Palavras Emagrecidas", um exercício lúdico sobre as polémicas e contradições que envolvem o novo acordo ortográfico."Palavras Emagrecidas" visa auxiliar o ensino e a aprendizagem do público infantojuvenil dos 2.º e 3.º ciclos. </p>]]>
        <![CDATA[<p>"Palavras Emagrecidas" é uma espécie de fábula do acordo ortográfico, escrita em verso e com uma estrutura dramática que abre múltiplas funcionalidades curriculares, tais como a representação, o apelo das rimas ou o aspeto lúdico das cantilenas. </p>

<p>Para Alice Rios, "Palavras Emagrecidas", lançado na semana de Natal pela <a href="http://cordaodeleitura.pt/">Cordão de Leitura</a>, é, não só, uma reflexão crítica sobre o mais recente acordo ortográfico e sobre a polémica que o envolve, mas também uma espécie de "rito iniciático" que visa "teatrar a nova ortografia". A autora recorre ao universo das rimas como texto, contexto e pretexto para aprender a nova ortografia a partir do 3.º ano, pois a sua experiência como professora mostrou-lhe que as crianças gostam muito de rimas e isso ajuda-as a memorizar as normas. É o sentido do aprender a brincar e da interrogação permanente que caracteriza cada criança. </p>

<p>Em entrevista ao JPN, a autora explica que as pessoas "têm de olhar para o novo acordo com uma atitude construtiva", pois a língua é um organismo vivo em constante evolução. "Já se escreveu 'portuguez' e 'pharmácia' e tudo isso evoluiu. Por isso temos que olhar a língua por janelas abertas", refere. Também esclarece que "este acordo altera a grafia de palavras que usamos muitas vezes", o que "também acontece porque nos limitamos demasiado no uso de um vocabulário tão rico como a o da língua portuguesa e acabamos por repetir sempre as mesmas palavras". "A nós cumpre usar as palavras da nossa língua para que estas não desapareçam", diz. </p>

<p>Apesar da autora reconhecer que há regras na nossa língua que representam verdadeiras rasteiras na aprendizagem, o ato de leitura será mais difícil na nova ortografia, pois subentende um esforço maior de contextualização durante a leitura por causa da falta de acento ou do hífen. Mas as crianças têm muito maior abertura para aprender do que os adultos. </p>

<p>O livro conta com ilustrações de <a href="http://www.coroflot.com/p_fernandes">Paulo Fernandes</a>, que colaborou com Alice Rios pautado pelo ritmo da sua escrita. Com "Palavras Emagrecidas", o ilustrador concretiza o primeiro trabalho para um público infantojuvenil, num percurso marcado por trabalhos de ilustração para imprensa e pelo trabalho como designer gráfico, do qual vive. </p>

<p>A autora escreveu livros para crianças e poesia, mas o percurso profissional de Alice Rios foi no jornalismo - destacou-se no Jornal de Notícias e no jornalismo de moda. Ao JPN, a autora lamentou a perda da memória que antes existia nas redações. "O talento de grande parte dos jornalistas, hoje, raramente é o da cultura. Já não me identifico com aquele universo. A memória é uma espécie de carne que se coloca no esqueleto da notícia e com a qual ela se compõe", refere. Especializada na editoria Grande Porto, Alice Rios destacou a vantagem do conhecimento e da cultura ao serviço das notícias. Também contou como gostava de "ir à rua buscar a realidade à boca das pessoas". "Esse é o jornalismo verdadeiro, aquele com que nos confrontamos diariamente nos passos que damos. Não é um jornalismo de revista onde nos perdemos nas narrativas e não sabemos quando acaba a realidade e começa a ficção", assegura. </p>]]>
    </content>
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    <title>&quot;Mil Escolas&quot;: Educação ambiental para todos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/11/30/mil_escolas_educacao_ambiental_para_todos.html" />
    <published>2011-11-30T15:35:02Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:50:57Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.30054</id>
    <summary type="text">O protocolo já foi assinado, e a iniciativa volta nos próximos dois anos letivos às escolas básicas da região sul do Grande Porto e do Vale do Sousa. O Projeto &quot;Mil Escolas&quot; arrancou em 2004 e promove o desenvolvimento sustentável...</summary>
    <author>
      <name>Pedro Andrade</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O protocolo já foi assinado, e a iniciativa volta nos próximos dois anos letivos às escolas básicas da região sul do Grande Porto e do Vale do Sousa. O Projeto "Mil Escolas" arrancou em 2004 e promove o desenvolvimento sustentável e a preservação da água junto das crianças.</p>]]>
        <![CDATA[<p>3445 alunos, 268 professores e 16 ações de sensibilização. São alguns números do Projeto "Mil Escolas", um programa educativo da empresa Águas do Douro e Paiva que aposta na educação ambiental como estratégia de promoção do desenvolvimento sustentável.</p>

<p>Ontem, terça-feira, a Biblioteca de Serralves recebeu a apresentação do novo programa para os próximos dois anos letivos. Uma sessão que contou com a assinatura dos protocolos de cooperação do projeto entre a Direção Regional de Educação do Norte (DREN), Direção Regional de Educação do Centro (DREC). </p>

<p>Um programa que deixa João Brito Grancho, diretor da DREN, "honrado", já que "existe uma necessidade de implementação de ações para a preservação da água". Da mesma opinião partilha Cristina Oliveira, diretora da DREC, que garante que o Projeto "Mil Escolas" é "uma iniciativa altamente meritória" que pretende devolver "às gerações vindouras água de qualidade para a sustentabilidade do planeta".</p>

<h3>"Uma iniciativa de sucesso"</h3>

<p>Ao longo dos 7 anos em que foi implementado, o Projeto "Mil Escolas" já recebeu 3 prémios Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, na Temática de "Melhores ações de educação ambiental" a nível nacional. Um projeto "em franco desenvolvimento" e que tem "todas as condições para ser um sucesso", segundo as palavras de Francisco Pereira, da Agência Portuguesa do Ambiente.</p>

<p>Uma iniciativa que começou no ano letivo 2004/2005, com um programa-piloto direcionado apenas a escolas do 1º. ciclo do ensino básico. Sete anos depois, o projeto já abrange alunos e professores dos 1º. e 2º ciclos do ensino básico da região sul do Grande Porto e do Vale do Sousa.</p>

<p>A nova fase Projeto "Mil Escolas" arrancou ontem com a assinatura do protocolo para os anos letivos de 2011/2012 e 2012/2013 e todas as <a href="http://www.aguaonline.net/">candidaturas</a> devem ser enviadas até dia 16 de janeiro de 2012. Os resultados são conhecidos 3 semanas depois, a 10 de fevereiro.</p>

<p><br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>ISEP cria rede europeia de estágios e projetos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/11/09/isep_cria_rede_europeia_de_estagios_e_projetos.html" />
    <published>2011-11-09T17:29:00Z</published>
    <updated>2011-11-11T11:57:28Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29956</id>
    <summary type="text">O ISEP, com o objetivo de promover um mercado europeu de estágios para os alunos de engenharia, lidera um projeto chamado PRAXIS. A apresentação acontece a 10 e 11 de novembro....</summary>
    <author>
      <name>Vânia Tavares</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Educação"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O ISEP, com o objetivo de promover um mercado europeu de estágios para os alunos de engenharia, lidera um projeto chamado PRAXIS. A apresentação acontece a 10 e 11 de novembro.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Os alunos do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) terão a oportunidade de, após a conclusão do curso, escolherem um estágio ou projeto disponível na sua instituição, facilitando a entrada no mercado de trabalho. Para isso, o projeto PRAXIS - European Center for Project/Internship Excellence - , que reúne 44 instituições de ensino de 27 países da Europa, será apresentado nos dias 10 e 11 de novembro no instituto portuense.</p>

<p>Este projeto, coordenado pelo ISEP e cofinanciado pela União Europeia, visa criar um centro europeu onde os alunos do Ensino Superior tenham acesso a propostas e recursos educativos e técnicos. Nos dois dias de apresentação do projeto, que tem um orçamento superior a um milhão de euros, o <a href="http://www.isep.ipp.pt/">ISEP</a> vai receber 70 representantes de várias instituições europeias.</p>

<p>Esta iniciativa pretende ser vista como a autoridade mundial no que diz respeito a projetos e estágios, apostando, assim, na inovação da área, e facilitanto, ainda, a empregabilidade dos alunos. </p>

<p>O PRAXIS, inserido na estratégia <a href="http://ec.europa.eu/europe2020/index_pt.htm">Europa 2020</a>, permite aos alunos aceder a um mercado virtual, onde é possivel escolher um projeto do seu interesse pessoal em qualquer local da Europa. Para além disso, os alunos têm acesso a recursos que necessitam para o desenvolvimento do projeto/estágio e a oportunidade de contactar com outros alunos europeus que estejam também inseridos na plataforma. Assim, o PRAXIS promove contacto entre empregadores e trabalhadores.</p>

<p>As vantagens do PRAXIS são recíprocas: por um lado, os alunos optam pelo projeto que lhes será mais útil no futuro profissional, enquanto os empregadores serão, também, membros assíduos do Centro de Excelência, revelando as suas propostas.</p>]]>
    </content>
  </entry>
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    <title>Ser estudante universitário em tempo de crise </title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/11/02/ser_estudante_universitario_em_tempo_de_crise_.html" />
    <published>2011-11-02T16:41:27Z</published>
    <updated>2011-11-02T16:41:57Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29927</id>
    <summary type="text">Infografia: O que muda num cenário de crise para os jovens
</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Crise é a palavra que mais se faz ouvir nos dias de hoje. Mas poupar é a palavra de ordem no dia-a-dia dos portugueses. Os estudantes universitários não são exceção. A <a href="http://jpr.icicom.up.pt/">JPR </a>foi falar com alguns estudantes do ensino superior público que explicam como tentam poupar dinheiro ao longos dos anos de estudo.<br />
</p>]]>
        
    </content>
  </entry>
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    <title>Ensino Superior: Dívida do Estado deixa três mil jovens sem crédito</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/10/24/ensino_superior_divida_do_estado_deixa_tres_mil_jovens_sem_credito.html" />
    <published>2011-10-24T22:53:56Z</published>
    <updated>2011-10-24T22:47:39Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29895</id>
    <summary type="text">Quando jovens estudantes pedem empréstimos à banca para pagar a faculdade, o Estado assume o papel de fiador. Dívida de cinco milhões de euros pode comprometer crédito no ano lectivo 2011/2012....</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Quando jovens estudantes pedem empréstimos à banca para pagar a faculdade, o Estado assume o papel de fiador. Dívida de cinco milhões de euros pode comprometer crédito no ano lectivo 2011/2012.</p>]]>
        <![CDATA[<p>São mais de três mil os estudantes do Ensino Superior que podem perder o crédito bancário que os ajuda a pagar a faculdade, porque o Estado tem uma dívida para com a entidade que gere a linha de empréstimos. Anualmente, cerca de três mil jovens tentam obter financiamento para frequentarem o Ensino Superior e este revés no sistema de atribuição de crédito pode significar o não-ingresso ou o abandono de muitos estudantes.</p>

<p>O ministério de Nuno Crato já se pronunciou sobre o assunto, garantindo que, apesar das "difíceis circunstâncias que se conhecem", está a "envidar esforços para encontrar uma solução para o problema". O <a href="http://www.min-edu.pt/index.php?s=comunicados&id=601">comunicado </a>do Ministério da Educação e Ciência é lacónico, não ocupando mais do que três pequenos parágrafos - e vai directo ao assunto. O governo tem cinco milhões de euros em dívida para com a Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua (<a href="http://www.spgm.pt/">SPGM</a>), responsável pelo sistema de atribuição de empréstimos bancários aos alunos do Ensino Superior. </p>

<p>Esta dívida remonta a maio de 2010, quando a SPGM solicitou ao governo a liquidação do Fundo que o Estado garante, enquanto fiador, referente ao ano letivo de 2010/2011, algo que nunca chegou a ser feito. "Este desvio, tal como outros existentes ao nível da Secretaria de Estado do Ensino Superior à data da tomada de posse do actual Governo, foi identificado logo no início do mês de julho e reportado ao Ministério das Finanças", acrescenta o comunicado, de 21 de outubro.</p>

<p>O JPN tentou obter, sem sucesso em tempo útil, declarações da Associação Académica de Lisboa e da Federação Académica do Porto.</p>

<h3>Melhor aproveitamento, menor taxa de juro</h3>

<p>São conhecidos das séries e dos filmes norte-americanos e já não são uma novidade no outro lado do Atlântico. Os empréstimos bancários a estudantes universitários são, frequentemente, a única forma de frequência do Ensino Superior. Têm características específicas e modos diferenciados de pagamento, de entre os mais comuns o facto de os jovens começarem a pagar o empréstimo algum tempo depois de terminado o curso - um, dois ou mais anos -, com juros inferiores e mediante o aproveitamento escolar. </p>

<p>A Portugal só chegaram em Agosto de 2007, com o apoio do Sistema Nacional de Garantia Mútua e com o Estado por fiador, e não fazem distinção entre as "origens sociais e condições de vida" dos estudantes, ensino público ou privado e cursos de licenciatura, mestrado ou doutoramento. Cada aluno pode pedir, no máximo, 25 mil euros emprestados a nove instituições bancárias, de entre as quais se destacam três (a Caixa Geral de Depósitos, o Santander Totta e o Millenium BCP).</p>

<p>De 2007 a março de 2011, esta linha de crédito vocacionada para jovens disponibilizou mais de 150 milhões de euros, "com uma taxa de juro mínima, não dependente de avales ou garantias patrimoniais, que poderá até ser reduzida para os estudantes com melhor aproveitamento escolar", como se pode ler na página da Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua. </p>

<p>De acordo com um estudo [<a href="http://jpn.icicom.up.pt/documentos/pdf/EESEGAM_Relatorio_Final%202009.pdf">PDF</a>] do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, resultante de um inquérito a estudantes que beneficiam deste tipo de empréstimos, foram 14 mil os alunos que recorreram a uma linha de crédito, numa média de 11.600 euros por aluno. <br />
</p>]]>
    </content>
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  <entry>
    <title>UP: O Voluntariado Estudantil Tutorial está de volta para combater o insucesso escolar</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/10/11/up_o_voluntariado_estudantil_tutorial_esta_de_volta_para_combater_o_insucesso_escolar.html" />
    <published>2011-10-11T10:43:54Z</published>
    <updated>2011-10-12T11:02:23Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29825</id>
    <summary type="text">Realiza-se esta terça-feira o primeiro encontro dos voluntários do programa Porto Futuro. À semelhança de anos anteriores, alunos da Universidade do Porto vão combater o insucesso e abandono escolar....</summary>
    <author>
      <name>Rute Azevedo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Educação"/>
                    <category term="UP"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Realiza-se esta terça-feira o primeiro encontro dos voluntários do programa Porto Futuro. À semelhança de anos anteriores, alunos da Universidade do Porto vão combater o insucesso e abandono escolar.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O encontro "Ser voluntário no programa Porto Futuro" acontece esta terça-feira na biblioteca do Fundo Antigo da reitoria da Universidade do Porto(UP), pelas 17h30, e tem como objetivo apresentar o projeto aos voluntários inscritos. Este ano, os estabelecimentos de ensino que vão receber os voluntários pertencem aos agrupamentos de Escolas Augusto Pires de Lima, Infante D. Henrique e Augusto Gil.</p>

<p>Ao JPN, a interlocutora da organização com as escolas participantes e com a Câmara Municipal do Porto, Maria Clara Martins, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/balao_1.mp3" title="garante">garante </a>que "o programa vai seguir a linha dos anos anteriores", pelo que "não estão previstas grandes mudanças". </p>

<p>Relativamente aos anos anteriores, Maria Clara Martins <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/balao_2.mp3" title="afirma">afirma </a>que o <i>feedback</i> por parte das escolas tem sido muito positivo. As escolas normalmente apontam os alunos com maior necessidade de acompanhamento e "esses casos que têm sido indicados têm conseguido transitar" de ano. Segundo a interlocutora, é este sucesso que motiva tanto a organização, como os voluntários, a continuar com o projeto.</p>

<p>O <a href="http://portodefuturo.blogspot.com/">Programa Porto de Futuro</a> - Voluntariado Estudantil Tutorial teve a sua primeira edição em Maio de 2008. É um projecto promovido pelo Pelouro da Educação, Juventude e Inovação da Câmara Municipal do Porto, cujo principal objetivo é a diminuição do abandono e insucesso escolar dos alunos do ensino básico e secundário. Só os alunos da UP podem candidatar-se a voluntários.</p>

<p>O papel do voluntário é muito importante porque "é uma referência que aqueles meninos têm de alguém que chegou a um patamar a que eles também podem chegar", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/balao_3.mp3" title="afirma">afirma</a> Maria Clara Martins. É alguém com quem os alunos podem estudar, tirar dúvidas ou simplesmente conversar, "como se fosse um irmão mais velho".</p>

<p>As expectativas para este ano são altas e Maria Clara Martins <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/balao_4.mp3" title="diz">diz </a>que a adesão dos estudantes da Universidade do Porto tem sido grande. "Há alguns voluntários que se mantêm do ano anterior e até de outros anos", mas também "há alguns voluntários que se inscreveram este ano de novo". <br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Educação: Quatro universidades portuguesas entre as 400 melhores do Mundo</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/10/06/educacao_quatro_universidades_portuguesas_entre_as_400_melhores_do_mundo.html" />
    <published>2011-10-06T15:24:02Z</published>
    <updated>2011-10-06T15:24:12Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29813</id>
    <summary type="text">Segundo o ranking da revista de educação Times Higher Education (THE), as universidades portuguesas de Aveiro, Porto, Coimbra e Nova de Lisboa estão entre as 400 melhores a nível mundial....</summary>
    <author>
      <name>Teresa Castro Viana</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Educação"/>
                    <category term="UP"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Segundo o <i>ranking</i> da revista de educação Times Higher Education (THE), as universidades portuguesas de Aveiro, Porto, Coimbra e Nova de Lisboa estão entre as 400 melhores a nível mundial. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Segundo o 8.º <i>ranking</i> da Times Higher Education, a Universidade de Aveiro (304.ª), a Universidade do Porto (333.ª), a Universidade de Coimbra (355.ª), e a Universidade Nova de Lisboa (381.ª) são as representantes nacionais no topo da elite das academias mundiais.</p>

<p>Os critérios usados na elaboração do <i>ranking</i> foram os fundos disponíveis para investigação, o prestígio da instituição, o número de estudantes internacionais, o pessoal e colaboração com universidades estrangeiras, a ligação à indústria, o número de citações e a qualidade do ensino.</p>

<p>Este ano, a metodologia para elaborar a lista das melhores foi alterada de forma a colocar universidades de artes, humanidades e ciências sociais em pé de igualdade com academias de outras especializações.</p>

<p>De entre as <a href="http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/2011-2012/north-america.html">400 academias selecionadas</a>, o destaque vai para as universidades norte-americanas e britânicas no top 200. Os Estados Unidos estão representados em 75 instituições, o Reino Unido em 32, a Alemanha e Holanda com 12 cada e o Canadá com nove.</p>

<p>No total das 400 universidades, a Europa lidera com 175 instituições, segue-se a América do Norte com 131, a Ásia com 60, a Oceânia com 27, África com 4 e América do Sul com 3.<br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Bolsas de estudo: Novo regulamento divide estudantes</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/09/23/bolsas_de_estudo_novo_regulamento_divide_estudantes.html" />
    <published>2011-09-23T16:59:48Z</published>
    <updated>2011-09-26T12:11:14Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29769</id>
    <summary type="text">[JPR] Novo Regulamento beneficia famílias numerosas

[PDF] Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior

Ensino Superior: UP volta a ser a mais procurada pelos estudantes
</summary>
    <author>
      <name>Ana Maria Henriques</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Em 2012/2013, bolseiros têm de passar a 60% das disciplinas. Valor da bolsa depende do dinheiro que a família tem no banco<br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>As associações académicas auscultadas pelo <a href="http://p3.publico.pt/">P3 </a>vêem vantagens no novo Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudos a Estudantes do Ensino Superior [<a href="http://jpn.icicom.up.pt/documentos/pdf/reg_bolsas_ensinoSuperior.pdf">PDF</a>], mas não deixam de se sentir desiludidas. Desde logo, pela demora da publicação do documento que, dizem, pode atrasar o pagamento das bolsas. Segundo a Lusa, o ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, espera que todas fiquem pagas até Outubro.</p>

<p>Luís Rebelo, da Federação Académica do Porto (<a href="http://fap.pt/">FAP</a>), vê vantagens e desvantagens no documento. Já Eduardo Melo, da Associação Académica de Coimbra (<a href="http://www.academica.pt/">AAC</a>), é pessimista: "Não me parece que venha a ser um bom ano para o ensino superior. A ter que prever, penso que será pior do que o ano passado."</p>

<p>Uma das medidas é o reforço da exigência de aproveitamento escolar. Este ano, tal como no anterior, e por se tratar de um período transitório, o estudante tem de passar a 50% (30 ECTS) das disciplinas. A partir de 2012/2013, terá de obter aprovação a 60% (36 ECTS).</p>

<p>Atendendo à actual situação económica, Luís Rebelo considera que "ter aprovação a 60% das disciplinas é razoável". "Passa por alguma responsabilização das pessoas face ao dinheiro que recebem da sociedade", salienta, apesar de admitir que poderá ser "exagerado" se essa percentagem realmente vier a aumentar no futuro, como já foi referido por Nuno Crato.</p>

<p>"É uma acção populista e demagógica", ataca Eduardo Melo, para quem é perigoso "penalizar injustamente" os bolseiros sem estudar o "impacto real" desta medida. "Tradicionalmente, os estudantes que recebem bolsa tendem, por força do meio social em que se inserem, a ter resultados mais baixos. Isto pode ter efeitos graves nos estudantes bolseiros como já teve quando se aumentou de 40 para 50%."</p>

<h3>Escalões de rendimento</h3>

<p>Uma das novidades é a introdução de escalões de rendimento de património mobiliário (contas bancárias) para a atribuição das bolsas.</p>

<p>Assim, o valor da bolsa depende do dinheiro que o agregado familiar tem no banco ou em aplicações financeiras. Até dez mil euros, a bolsa sofre um corte de 5%; entre dez mil e 40 mil, a redução é de 10%; de 40 mil a 100 mil euros reduz-se 20%. Não têm direito à bolsa os candidatos cujo agregado familiar tem no banco mais de 100 mil euros.</p>

<p>Também cada membro do agregado familiar volta a contar como uma unidade para o cálculo do rendimento "per capita". No passado, isto não acontecia.</p>

<p>"Quem pedia a bolsa contava como uma unidade, os restantes elementos contavam com 0,7 e 0,5. Isto distorcia o sistema e provocava uma redução do valor das bolsas de estudo", explica Luís Rebelo. Agora, o rendimento de um agregado familiar é dividido pelo número real de elementos, o que, para o dirigente, é mais justo.</p>

<p>O P3 não conseguiu entrar em contacto com Luís Castro, presidente da Associação Académica de Lisboa.</p>]]>
    </content>
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    <title>Escola da Torrinha admite mais alunos com ajuda dos pais</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/09/02/escola_da_torrinha_admite_mais_alunos_com_ajuda_dos_pais.html" />
    <published>2011-09-02T17:14:15Z</published>
    <updated>2011-09-07T12:43:24Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29722</id>
    <summary type="text">Um grupo de pais financiou a reabilitação de parte da escola EB 2/3 Francisco Torrinha, no Porto, para que esta tivesse condições de acolher alunos extra. Confederação Nacional das Associação de Pais considera medida &quot;um disparate&quot;....</summary>
    <author>
      <name>Daniela Espírito Santo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Educação"/>
                    <category term="Porto"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Um grupo de pais financiou a reabilitação de parte da escola EB 2/3 Francisco Torrinha, no Porto, para que esta tivesse condições de acolher alunos extra. Confederação Nacional das Associação de Pais considera medida "um disparate".</p>]]>
        <![CDATA[<p>Um grupo de cerca de 20 pais de alunos que vão frequentar o 5.º ano resolveu juntar-se e custear as obras de reabilitação de um espaço da escola EB 2/3 Francisco Torrinha, no Porto. Desta forma, 56 crianças, sem vaga no referido estabelecimento de ensino, vão ser integradas na escola e formar duas novas turmas.</p>

<p>O processo foi acompanhado pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), que deu o aval para que o projecto fosse concretizado, garante o director do agrupamento de escolas Francisco Torrinha, à Agência Lusa. Pedro Ferreira garante que a escola "disponibilizou o espaço" e coube à "Associação de Pais" dos alunos, provenientes de escolas privadas, custear as obras. Cada um dos pais desembolsou 600 euros.</p>

<p>Assim, estas 56 crianças, que não teriam vaga na escola (pois não frequentaram o 1.º ciclo no agrupamento), vão poder integrar o estabelecimento, como era desejo dos pais. As instalações sem utilidade foram, desta forma, transformadas em salas de Educação Visual e Tecnológica e a escola garante já ter condições para abrigar os alunos extra quando reabrir no próximo dia 12 de Setembro. </p>

<p>A Confederação Nacional das Associações de Pais entende que a medida tomada pelos pais foi um disparate e um "acto imprudente" tanto por parte dos mesmos como por parte de quem autorizou. Albino Almeida, da associação espera que o Estado tome medidas para garantir que mais nenhum grupo de pais com capacidade financeira faça o mesmo noutras escolas. </p>

<p>O projecto foi autorizado pela DREN com a condição de que não existissem custos para o Estado. Segundo uma fonte da DREN, citada pela Lusa, a abertura das duas turmas extra foi aprovada porque não estava em causa a "ampliação da escola", mas o "reaproveitamento dos espaços" do estabelecimento. </p>]]>
    </content>
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    <title>Tecnologia: ISEP firma parceria com Microsoft</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/07/25/tecnologia_isep_firma_parceria_com_microsoft.html" />
    <published>2011-07-25T12:39:07Z</published>
    <updated>2011-07-25T12:39:33Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29669</id>
    <summary type="text">O ISEP vai participar num projecto da Microsoft para desenvolver um software que permita que os motores de busca sejam mais rápidos. O objectivo é que os utilizadores encontrem informação mais concreta....</summary>
    <author>
      <name>Ana Rita Silva</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O ISEP vai participar num projecto da Microsoft para desenvolver um <i>software</i> que permita que os motores de busca sejam mais rápidos. O objectivo é que os utilizadores encontrem informação mais concreta.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Investigadores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) vão juntar-se à Microsoft num projecto para o desenvolvimento de um <i>software</i> mais rápido e eficaz no que respeita aos motores de busca. A finalidade é dar aos utilizadores uma informação mais "concreta e direccionada" no momento da pesquisa. </p>

<p>De acordo com os investigadores do ISEP, através de comunicado, "o objectivo é que os motores de busca sejam capazes de relacionar os parâmetros pedidos pelos cibernautas e forneçam respostas concretas, relacionando a informação como um raciocínio lógico".</p>

<p>Hoje em dia, o <i>software</i> existente não consegue "absorver e processar a informação que é exclusivamente destinada ao ser humano" e apenas exibe a informação. O <i>software</i> que os investigadores do ISEP estão a desenvolver vai conseguir processar os dados pedidos e pesquisar conceitos na Web, relacionando-os entre si.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Luís Rebelo: &quot;É necessário que as pessoas saibam o que fazemos&quot; na FAP</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/07/21/luis_rebelo_e_necessario_que_as_pessoas_saibam_o_que_fazemos_na_fap.html" />
    <published>2011-07-21T10:26:10Z</published>
    <updated>2011-07-22T11:38:15Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.27732</id>
    <summary type="text">Infografia: O que muda num cenário de crise para os jovens

Educação: Acção Social no Ensino Superior foi tema de reunião no MCTES

Associações de Estudantes lutam por bolsas de estudo

UP: Ainda há bolsas de estudo por atribuir
</summary>
    <author>
      <name>Paulo Amorim</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O novo presidente da Federação Académica do Porto (FAP) quer dinamizar várias frentes do Ensino Superior. Mais e melhor comunicação, novos projectos académicos e melhor processo de atribuição de bolsas de estudo são propostas para este mandato.</p>]]>
        <![CDATA[<h2>Assumiu o cargo de presidente da FAP a 10 de Janeiro. Quais são os principais objectivos da nova direcção?</h2>
A FAP tem como principal pilar da sua acção a representação estudantil. Acreditamos que podemos aproximar mais a FAP dos estudantes, dar a conhecer o seu trabalho. Não basta fazer bem, é necessário que as pessoas saibam o que fazemos. Tem que deixar de ser encarada como uma estrutura que se preocupa essencialmente com actividades académicas, passando a ser reconhecida pelo seu trabalho no âmbito da política educativa. Nesse sentido, a comunicação é um forte desafio. Toda a problemática da acção social também será uma bandeira durante este mandato. Assistimos, no ano passado, a uma forte reformulação do processo de atribuição de bolsas e este ano é preciso uma particular atenção e correcção ao que não está bem. Há um conjunto de preocupações dentro da política educativa para além da acção social que devemos referir naturalmente: a qualidade e divulgação quer das instituições, quer dos ciclos de estudos, quer dos docentes, quer dos discentes. Acreditamos que vai ser um ano cheio e esperamos que seja um ano em cheio.

<p><br />
<h2>Pretendem dar continuidade ao trabalho feito pela anterior direcção ou procuram uma ruptura com o passado?</h2> <br />
Em termos de opções estratégicas e política educativa é uma continuidade. Não se entendia doutra forma, tendo participado na equipa do anterior presidente, Ricardo Morgado, e contribuído especialmente nessa área, até porque o Ricardo já vinha seguindo algumas opções do antecessor. São opções estratégicas a longo prazo que a FAP toma e acreditamos que só assim se pode obter frutos. A FAP tem as suas posições maduras e começam a ficar bem vincadas. <br />
 <br />
<h2>Como pensam apostar na empregabilidade?</h2><br />
Pode haver iniciativas que façam os nossos estudantes saírem para o mercado de trabalho mais capazes, mais competentes, do que os das outras academias e que, em competição directa, possam figurar como primeira opção para os empregos. Por outro lado, temos a obrigação de agir perante o ministério, a agência de avaliação e outras instituições, para que os nossos cursos ganhem qualidade e reconhecimento e que os nossos estudantes possam ser considerados melhores do que os outros e tenham, também, mais competências.<br />
 <br />
<h2>No seu discurso de tomada de posse, falou que "o progresso social e económico da região é a prioridade das instituições". De que forma pretende fazê-lo?</h2><br />
Não me parece aceitável que as instituições que recebem dinheiro do Estado, que formam estudantes para a sociedade, não tenham uma preocupação efectiva com o que está à volta delas, que não tentem, de alguma forma, dar a mão à região que as acolhe através de projectos e iniciativas que possam fomentar o emprego e o desenvolvimento económico na região Norte e no Grande Porto.<br />
 <br />
<h2>Este ano foi aprovado um novo documento de atribuição de bolsas de estudo. Pensa que o novo regulamento veio melhorar o processo?</h2> <br />
Em termos práticos, não. Efectivamente, o regulamento e as normas técnicas introduzem alguns princípios assinaláveis e que o movimento associativo defendia há alguns anos. Falo, por exemplo, da linearização e da contratualização, uma questão que ainda não foi efectivada por parte do ministério, da DGES e dos SAS. Na prática, o que se passa é que tudo isto está dependente das normas técnicas que se querem de qualidade, o que não é o caso. A FAP começará, a curto prazo, a tentar melhorar o documento junto do ministério para o próximo ano lectivo, pois são as normas técnicas que definem quem recebe ou não bolsa, é um documento que pode ser actualizado pela DGES.<br />
 <br />
<h2>Quais os principais pontos a melhorar?</h2><br />
O limiar de elegibilidade, a fórmula de atribuição de bolsa, a forma como está indicado quem é, ou não, estudante deslocado e as questões relacionadas com o alojamento que decorrem, também, de quem está deslocado ou não. Nesta questão, tem havido muitos problemas que roçam o ridículo devido a interpretações discricionárias do que está definido nas normas técnicas. Estes são três pontos principais que permitem melhorar, em muito, o resultado final e, de facto, parece-nos que o Governo pensou quanto queria poupar e não, efectivamente, nos estudantes.<br />
 <br />
<h2>O que é que a FAP está a fazer para melhorar a situação?</h2><br />
No Encontro Nacional de Direcções Associativas, realizado no final do Janeiro, a FAP, juntamente com a Associação Académica da Universidade do Minho, apresentou uma proposta, a única de todo o movimento associativo nacional, para a reformulação das regras técnicas. Temos estado na linha da frente e queremos continuar assim. Numa reunião realizada na FAP com o Secretário de Estado, transmitimos-lhe as nossas preocupações e as principais deficiências do que se estava a passar. Muitas das exigências da FAP foram atendidas num despacho. As coisas vão melhorar um pouco. Contudo, continua a haver alguns problemas estruturais a que estamos atentos. Os atrasos continuam a ser uma deficiência muito grande em todo este processo, os limiares de elegibilidade têm que aumentar e a forma de cálculo da bolsa também tem que ser revista. Estas são as principais pechas de todo este processo.<br />
 <br />
<h2>Quais são as principais conquistas desse despacho?</h2><br />
O despacho define, por exemplo,  que quem muda de curso tem direito à bolsa de estudo independentemente de ter, ou não, aproveitamento no curso que abandonou; garante o cálculo das prestações sociais em apenas 80% dos rendimentos e não os 100% estipulados até agora; introduz mudanças no critério de aproveitamento escolar. Por fim, a atribuição da componente de alojamento aos estudantes que vinham a receber o valor transitório para as bolsas de estudo.<br />
 <br />
<h2>Apesar das alterações, a questão do aproveitamento escolar continua a deixar muitos estudantes de fora da bolsa de estudo.</h2><br />
Também sensibilizamos, alertamos e exigimos a bolsa para quem estivesse entre os 24 e os 30 ECTS mas, talvez por falta de percepção da realidade e coragem política, esta questão não foi avante. Porém, não a vamos deixar cair, pelo menos por agora.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Ensino Superior: Programa do novo Governo promete mais reformas</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/07/18/ensino_superior_programa_do_novo_governo_promete_mais_reformas.html" />
    <published>2011-07-18T11:15:32Z</published>
    <updated>2011-07-20T12:23:14Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2011:16.29649</id>
    <summary type="text">Legislativas 2011: Análise das medidas previstas para o Ensino Superior
</summary>
    <author>
      <name>Tânia Monteiro</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Na semana em que começam as candidaturas ao Ensino Superior, o JPN analisou o programa do novo Ministério da Educação e Ciência e falou com António Vicente, presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior, sobre as mudanças que se avizinham.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Milhares de jovens preenchem, esta quinta-feira, 21 de Julho, as suas candidaturas de acesso ao Ensino Superior, na esperança de seguirem o curso desejado. A novidade este ano é a obrigatoriedade das candidaturas serem realizadas pela Internet. Mas com um novo Governo, vêm aí ainda mais reformas no ensino universitário.</p>

<p>O programa do Ministério da Educação e Ciência, chefiado por Nuno Crato, revela as ideias que o novo ministro tem para as áreas da Educação, da Ciência e, também, do Ensino Superior. Mas este é um programa com vários objectivos definidos mas poucas medidas estabelecidas.</p>

<p>Para António Vicente, presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), este parece ser um "programa cauteloso", sendo "evidente uma noção de continuidade relativamente ao que tem vindo a ser a política para o Ensino Superior e Ciência". Para o responsável, o conteúdo do programa vai ao encontro do que o SNESup tem defendido, como "a aposta na qualidade do ensino e investigação, a valorização das pessoas e a desburocratização". Aliás, a redução da burocracia é um dos pontos recorrentes do programa. "Resta saber agora que medidas estarão em cima da mesa para concretizar estas ideias", refere o presidente do SNESup.</p>

<h3>Ensino Superior está presente, mas não no nome do Ministério</h3>

<p>Mas as ideias de Nuno Crato não são exclusivas do Ensino Superior. A pasta da educação e do ensino académico voltam a pertencer a um único ministério, depois de o Governo de Durão Barroso as ter colocado em estantes diferentes. Nuno Crato assume, agora, a liderança daquele que foi inicialmente apresentado como o Ministério da Educação, Ensino Superior e Ciência e que, mais tarde, passou a designar-se apenas Educação e Ciência. Foi a visão de que o Ensino Superior entra numa definição mais abrangente de “educação” que levou o Nuno Crato a reduzir o nome do seu ministério.</p>

<p>O presidente do SNESup não acredita que esta fusão seja "um problema maior" mas vai estar atento, pois, encarando a realidade, António Vicente refere que tem "consciência de que a atenção do ministro recairá predominantemente, nos próximos tempos, para os problemas que assolam o Ensino Básico e Secundário". </p>

<p>Mesmo assim, o programa do Governo de Passos Coelho continua a separar as duas temáticas no que se refere a estratégias a adoptar e a objectivos a atingir, dividindo atenções, já que, lê-se no novo programa, "o Ensino Superior é essencial para o desenvolvimento do país, quer através da qualidade dos diplomados, quer da investigação feita nas instituições".</p>

<p>Assim, o programa do Ministério da Educação e Ciência constata um rápido crescimento do ensino universitário, estabelecendo que este deve ser acompanhado por uma melhoria qualitativa, uma formação mais adequada à procura e às necessidades do país e, ainda, a "racionalização da rede de instituições", bem como uma crescente internacionalização.</p>

<h3>Apoio Social: "Aposta na qualificação das pessoas" é base do desenvolvimento</h3>

<p>Relativamente ao financiamento, o ministério garante que vai acompanhar os "mecanismos de Acção Social de apoio aos estudantes mais carenciados". Esperando simplificar o que o financiamento do Ensino Superior implica, o programa expressa a vontade do Governo de debater o modelo de financiamento, com o objectivo de alcançar uma “maior estabilidade e previsibilidade” e conhecer os factores "de qualidade da actividade" e incentivar o seu progresso.</p>

<p>António Vicente considera que este é um ponto importante, pois se se "pretender continuar a apostar no Ensino Superior, na qualificação e formação de pessoas", é fundamental "continuar a apoiar o sector e os estudantes". Para o responsável, a "aposta no conhecimento e qualificação das pessoas" é a base do desenvolvimento do país.</p>

<h3>Bolonha vai ser revisto, mas "intenção concreta ou propostas" são desconhecidas</h3>

<p>O actual programa prevê uma "revisão da legislação relativa ao processo de Bolonha", com o objectivo de simplificar a criação e alteração de cursos, mas "sem prejuízo da necessária estabilidade e segurança para os estudantes". Este é um ponto vago do programa apresentado e António Vicente, mesmo "desconhecendo a intenção concreta ou as propostas do Ministério", defende uma "avaliação do que tem sido o processo de Bolonha, sua implementação e operacionalização nas instituições". Salienta ainda que é necessário ir mais longe: "é preciso resolver problemas de fundo relacionados com o Ensino Superior e que apostem num ensino (necessariamente superior) de qualidade e excelência e cortar com a tendência para uma burocratização do ensino".</p>

<p>O programa do Governo refere, também, que será feita uma análise de medidas capazes de reorganizar a rede pública de instituições académicas, "com eventual especialização das instituições em termos de oferta de cursos e de investigação".</p>

<p>Num momento de crise financeira, o Governo está em fase de contenção, incluindo o Ministério da Educação e Ciência. Mesmo assim, e "atendendo à disponibilidade dos recursos", Nuno Crato quer uma continuação dos programas de mobilidade já existentes, esperando, com isso, um incentivo à "internacionalização de estudantes e professores".</p>

<h3>Universidades e Politécnicos coexistem, mas com riscos</h3>

<p>Fica ainda determinado que o Ensino Superior vai continuar a ter um carácter binário, com a divisão entre o ensino universitário e o politécnico, existindo um investimento neste último "nos cursos de especialização tecnológica e outras formações de curta duração". Mas para o SNESup isto pode não ser o suficiente. "Não podemos deixar de ficar preocupados com uma eventual inferiorização do Ensino Superior Politécnico", alerta António Vicente, afirmando que este cenário seria "contrário à recente aproximação dos dois subsistemas". O presidente destaca, ainda, "a omissão, no programa do Governo, no que respeita ao Ensino Superior Privado".</p>

<h3>O Ensino Superior e o Futuro</h3>

<p>O programa do Ministério da Educação e da Ciência salienta, ainda, a importância que as Universidades desempenham na vida profissional de um recém-formado. Para Nuno Crato, todas as instituições académicas devem levar a cabo iniciativas que apoiem o "emprego de diplomados, acolham o seu empreendedorismo e favoreçam a incubação de empresas", pelo que o Governo compromete-se a apoiar a criação de estruturas que tenham em vista esse fim. Além disso, os "mecanismos de informação" sobre as ofertas de emprego que cada curso apresenta devem ser melhorados, não esclarecendo, no entanto, como isso deve ser feito.</p>

<p>Além de tudo o que o programa do Governo tem reservado para o ensino, o presidente do SNESup, António Vicente, espera, também, "disponibilidade da parte do Ministério para resolver alguns problemas que têm vindo a preocupar os docentes do Ensino Superior e investigadores".</p>]]>
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