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  <title>JornalismoPortoNet</title>
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  <updated>2010-03-19T20:30:52Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
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  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2010</rights>

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    <title>Olhares Cruzados: Competitividade e reabilitação urbana em debate</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/olhares_cruzados_competitividade_e_reabilitacao_urbana_em_debate.html" />
    <published>2010-03-19T20:33:37Z</published>
    <updated>2010-03-19T20:30:52Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24683</id>
    <summary type="text">A reabilitação urbana conta para a competitividade do Porto? Foi esta a pergunta que se procurou responder quinta-feira em mais uma conferência do fórum &quot;Olhares Cruzados&quot; na Universidade Católica.</summary>
    <author>
    <name>Sofia Maciel - lcc07013@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		
					            <category term="Porto"/>
			
					
			
    
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        <![CDATA[<p>A reabilitação urbana conta para a competitividade do Porto? Foi esta a pergunta que se procurou responder quinta-feira em mais uma conferência do fórum "Olhares Cruzados" na Universidade Católica.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Na segunda conferência da iniciativa "Olhares Cruzados sobre o Porto VII", denominada "Urbi et Orbi", a reabilitação urbana do Porto foi o tema, bem como a sua importância para a competitividade da cidade. Com apresentação de João Ferrão e intervenção de Arlindo Cunha e Eduardo Souto Moura, o encontro foi moderado por Mário Melo Rocha, na Universidade Católica.</p>

<p>Segundo João Ferrão, professor de Ciências Sociais, a reabilitação urbana faz hoje "parte do politicamente correcto", o que pode ter "vantagens e desvantagens". De positivo, o professor destacou o facto de estar nas várias agendas, tanto a "política", como a "mediática" e até mesmo a "académica". "Nunca houve em Portugal tantos debates sobre o assunto como agora", entende. </p>

<p>Pela negativa, João Ferrão, falou na "ambiguidade" que pode surgir quando o assunto é falado por todos. E acrescenta que pode haver também uma "facilidade irrealista", já que a reabilitação passou a ser algo que "parece que tem de ser feito". O professor diferenciou também reabilitação urbana de reabilitação de edificados, dizendo que "embora se sobreponham", têm "instrumentos diferentes". </p>

<p>João Ferrão falou ainda de uma "razão de fundo" e de "razões circunstanciais" para explicar o "estado" das cidades actualmente. A "razão de fundo" prende-se com "crenças e valores". "Há uma ideia de modernização que levou a que se apostasse, sistematicamente, no que é novo em detrimento do que é velho", explica. As "razões circunstanciais" estão ligadas aos "interesses e obstáculos". "Tudo estava feito para beneficiar a construção nova, porque era mais fácil, mais barata, mais rápida, mais lucrativa", remata.</p>

<h3>A reabilitação não é um processo rápido</h3>

<p>João Ferraz lembrou, ainda, que a "reabilitação não é para apressados". Arlindo Cunha, presidente executivo da sociedade de reabilitação urbana Porto Vivo, corroborou a opinião de João Ferrão, explicando que "a reabilitação não pode ser célere", porque "a natureza do processo não dá para pressas". Lembrou a questão do congelamento das rendas, afirmando que é "urgente" rever esta lei e "motivar os proprietários". Por último, frisou que a reabilitação "só se faz se houver uma continuidade de políticas".</p>

<p>O último orador foi Eduardo Souto Moura, que começou por dizer que o "problema do património não é um problema técnico", e acrescentou que "o património não tem discussão", uma vez que é "o nosso quotidiano". De acordo com o arquitecto, há um "triângulo sagrado" fundamental para o problema da reabilitação. "É preciso uma vontade política fortíssima" aliada ao dinheiro, que, na sua opinião, se "arranja" e a "bons técnicos e bons arquitectos". Por último, deixou a ideia: "O segredo do património é o uso". </p>

<p>Esta foi a segunda conferência do fórum "Olhares Cruzados" de 2010, que <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/10/forum_olhares_cruzados_promove_discussao_sobre_o_porto_actual.html">promote a discussão sobre o Porto actual</a>. A próxima conferência decorre a 25 de Março e tem como tema as políticas económicas necessárias para inverter a taxa de desemprego no Norte. A conferência é apresentada por Vieira da Silva, o debate será moderado por Manuel Carvalho e contará, como oradores, com Daniel Bessa e José António Barros.</p>]]>
    </content>
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    <title>Dia Mundial do Sono: 30% da população adulta tem insónias</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/dia_mundial_do_sono_30_da_populacao_adulta_tem_insonias.html" />
    <published>2010-03-19T19:58:56Z</published>
    <updated>2010-03-19T19:55:15Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24694</id>
    <summary type="text">A insónia é um problema que atinge cerca de 30% da população adulta mundial. Em Portugal, os portugueses gastaram 80 milhões de euros em medicamentos para problemas de sono em 2008.</summary>
    <author>
    <name>Patrícia Lima - lcc07036@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A insónia é um problema que atinge cerca de 30% da população adulta mundial. Em Portugal, os portugueses gastaram 80 milhões de euros em medicamentos para problemas de sono em 2008.</p>]]>
        <![CDATA[<p>No Dia Mundial do Sono, celebrado desde 2001, o lema é "Durma Bem, Fique Saudável". Indispensável ao bom funcionamento do organismo humano, o sono é muitas vezes descurado, o que pode originar  distúrbios do sono. Uma das perturbações mais frequentes é a insónia, que afecta cerca de trinta por cento da população adulta mundial.</p>

<p>Segundo a Doutora Teresa Paiva, "o estilo de vida, o facto de habitar em locais ruidosos, as doenças e a medicação", são alguns dos motivos regulares dos problemas de insónias.</p>

<p>Apesar de ainda não haver dados concretos para 2010, Teresa Paiva acredita que este número tenha aumentado em Portugal devido ao estilo e vida cada vez mais stressante.</p>

<p>Em 2008, os portugueses gastaram 80 milhões de euros em medicamentos para problemas de sono. Como resultado da falta de sono, a doutora neurologista <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/teresapaiva2.mp3" title="aponta">aponta</a> a falta de sucesso escolar nas crianças e o aumento de acidentes rodoviários e domésticos nos adultos. O excesso de sonhos pode ser, também, um indicativo de perturbações do sono.</p>

<p>Quanto aos factores que contribuem para um bom sono, Teresa Paiva indica "os horários regulares para dormir e para as refeições, usar a alimentação para realmente se alimentar e não apenas para tirar a fome, fazer exercício físico durante o dia, e ter uma alimentação equilibrada".</p>

<p>Para prevenir possíveis comportamentos irregulares dos jovens adultos, a médica neurologista está a fazer uma <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/teresapaiva4.mp3" title="campanha">campanha</a>associada ao sono junto dos mais jovens, acompanhada da publicação de três livros. </p>]]>
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    <title>Marcha Mundial das Mulheres: Uma luta em prol da mulher</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/marcha_mundial_das_mulheres_uma_luta_em_prol_da_mulher.html" />
    <published>2010-03-19T19:34:42Z</published>
    <updated>2010-03-19T19:32:16Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24695</id>
    <summary type="text">Tendo a afirmação da mulher como mote, o movimento Marcha Mundial das Mulheres realizou a sua terceira iniciativa em solo português. Com partida no café Âncora d&apos;Ouro, a marcha seguiu até à rua Cândido dos Reis com o estandarte da afirmação do feminismo. </summary>
    <author>
    <name>Ana Xavier - lcc0702@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Tendo a afirmação da mulher como mote, o movimento Marcha Mundial das Mulheres realizou a sua terceira iniciativa em solo português. Com partida no café Âncora d'Ouro, a marcha seguiu até à rua Cândido dos Reis com o estandarte da afirmação do feminismo. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>Villa Community: Um espaço &quot;vanguardista e irreverente&quot; no centro do Porto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/villa_community_um_espaco_vanguardista_e_irreverente_no_centro_do_porto.html" />
    <published>2010-03-19T19:29:45Z</published>
    <updated>2010-03-19T19:56:46Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24685</id>
    <summary type="text">No coração da baixa portuense nasceu um espaço que visa acolher artistas de várias áreas culturais. Os jovens criativos do Porto vão ser a principal aposta do Villa Community.</summary>
    <author>
    <name>Sofia Maciel - lcc07013@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		            <category term="Cultura"/>
			
					
					            <category term="Porto"/>
			
					
			
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>No coração da baixa portuense nasceu um espaço que visa acolher artistas de várias áreas culturais. Os jovens criativos do Porto vão ser a principal aposta do Villa Community.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Uma nova "incubadora de talentos" está a nascer na Baixa. Quem o diz é Jaime Gomes, proprietário do espaço "Villa Community", que a partir de dia 16 de Abril vai abrir ao público com actividade regular. </p>

<p>Depois de algumas iniciativas "esporádicas" anteriores, como o "12 Horas no Coração da Baixa", o Villa prepara-se para se assumir como um projecto "vanguardista e irreverente", em que as "várias artes" vão poder coexistir, "desde a música, à pintura, ao cinema, ao teatro, à performance". </p>

<p>Na opinião de Jaime Gomes, um espaço multifacetado como este poderá saciar "mais a fome de cultura que existe na cidade", tendo por base o facto de se apostar em diversas áreas artísticas, indo "ao encontro de diversas expectativas", com o objectivo de "surpreender sempre as pessoas". </p>

<p>"É um espaço inter geracional e inter social, que abrange as várias tribos urbanas", explica, frizando que a variedade artística é a maior vantagem que o público pode retirar do Villa Community. </p>

<p>Os "jovens criativos" vão ser a grande aposta deste espaço, refere Jaime Gomes. "Vamos dar a oportunidade de desenvolverem aqui o seu talento artístico". Mesmo assim, a aposta será feita não só na variedade, mas também na qualidade, havendo um "processo de selecção" face ao "bombardeamento" de trabalhos que têm recebido. "Seleccionamos aqueles [projectos] que achamos que têm potencial e que trazem algo de novo ao espaço e à cidade".</p>

<p>Jaime Gomes acredita que este espaço vai tornar "a cultura portuense mais rica" e acha que o projecto vai "surpreender o Porto", uma vez que, na sua opinião, o espaço "fala por si". Com uma adesão "magnífica" por parte do público aos eventos realizados até agora, Jaime Gomes faz um balanço "positivo" e não esconde as expectativas para o futuro deste que será um "novo destino", "escondido no centro do coração da cidade".</p>]]>
    </content>
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    <title>Rosário Gambôa é nova presidente do Instituto Politécnico do Porto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/rosario_gamboa_e_nova_presidente_do_instituto_politecnico_do_porto.html" />
    <published>2010-03-19T17:41:04Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:36:56Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24688</id>
    <summary type="text">Rosário Gambôa tomou hoje posse como presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP). O programa de acção da nova presidência passa pela afirmação do IPP no mundo empresarial e na investigação.</summary>
    <author>
    <name>JPN - jpn@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		
					            <category term="Educação"/>
			
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    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Rosário Gambôa tomou hoje posse como presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP). O programa de acção da nova presidência passa pela afirmação do IPP no mundo empresarial e na investigação.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Rosário Gambôa vai assumir a presidência do <a href="http://www.ipp.pt/">IPP</a> durante os próximos quatro anos. A nova presidência do Instituto Politécnico do Porto tomou hoje, sexta-feira, posse no Instituto Superior de Engenharia do Porto (<a href="http://www.isep.ipp.pt/">ISEP</a>).</p>

<p>O projecto apresentado para a Instituição assenta no seu desenvolvimento a partir da ligação ao mundo empresarial e cultural da região e da internacionalização da investigação e do ensino. O IPP "precisa de se afirmar, como parceiro estratégico essencial para o desenvolvimento do país, da região" salientou Rosário Gambôa, em comunicado de imprensa.</p>

<p>A nível interno, a presidente pretende "promover o diálogo e a coesão entre as sete escolas de Ensino Superior" que compõe o IPP. </p>

<p>A nova presidente do maior Instituto Politécnico do país, ganhou as eleições com 33 votos a favor e um em branco, dos 34 possíveis.</p>]]>
    </content>
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    <title>Redes sociais: A moda do século XXI</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/redes_sociais_a_moda_do_seculo_xxi.html" />
    <published>2010-03-19T17:36:52Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:47:16Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24690</id>
    <summary type="text">São cada vez mais os cibernautas que aderem às redes sociais. É a nova tendência do mundo actual e, apesar dos perigos que podem trazer, estas plataformas online são um importante veículo de comunicação. </summary>
    <author>
    <name>Diana Sousa, Marta Afonso, Patrícia Lima, Sara Soares - jpn@icicom.up.pt </name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>São cada vez mais os cibernautas que aderem às redes sociais. É a nova tendência do mundo actual e, apesar dos perigos que podem trazer, estas plataformas online são um importante veículo de comunicação. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>Redes sociais nas várias gerações</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/redes_sociais_nas_varias_geracoes.html" />
    <published>2010-03-19T17:35:17Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:39:46Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24693</id>
    <summary type="text">Está a crescer cada vez mais em Portugal o número de pessoas que utilizam as redes sociais. É um novo vício que atinge miúdos e graúdos. </summary>
    <author>
    <name>Marta Afonso - lcc07050@icicom.up.pt Imagem: Duarte Ferreira e Susana Guimarães</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Está a crescer cada vez mais em Portugal o número de pessoas que utilizam as redes sociais. É um novo vício que atinge miúdos e graúdos. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>Redes sociais aproximam fronteiras</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/redes_sociais_aproximam_fronteiras.html" />
    <published>2010-03-19T17:34:11Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:36:00Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24692</id>
    <summary type="text">Longe da família e amigos, os estudantes Erasmus utilizam cada vez mais as redes sociais para comunicar com o país de origem. Através destas plataformas encurtam-se distâncias.</summary>
    <author>
    <name>Patrícia Lima - lcc07036@icicom.up.pt Imagem: Susana Guimarães</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Longe da família e amigos, os estudantes Erasmus utilizam cada vez mais as redes sociais para comunicar com o país de origem. Através destas plataformas encurtam-se distâncias.</p>]]>
        
    </content>
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    <title>Real ou virtual: Uma opção de cada um</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/real_ou_virtual_uma_opcao_de_cada_um.html" />
    <published>2010-03-19T17:33:16Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:35:22Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24691</id>
    <summary type="text">As redes sociais estão na moda mas nem todos lhes prestam atenção. Se para uns é interessante usufruir de uma “segunda vida”, para outros o contacto pessoal continua a ser prioritário.</summary>
    <author>
    <name>Diana Sousa - lcc07105@letras.up.pt Imagem: Duarte Ferreira</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>As redes sociais estão na moda mas nem todos lhes prestam atenção. Se para uns é interessante usufruir de uma “segunda vida”, para outros o contacto pessoal continua a ser prioritário.</p>]]>
        
    </content>
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    <title>Revolta de 5 de Outubro &quot;perpetuou-se na literatura portuguesa&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/revolta_de_5_de_outubro_perpetuouse_na_literatura_portuguesa.html" />
    <published>2010-03-19T17:03:12Z</published>
    <updated>2010-03-19T17:01:09Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24682</id>
    <summary type="text">Na primeira conferência integrada nas Comemorações do Centenário da República, promovida pela Universidade do Porto, falou-se sobre a história alternativa da Revolta de 5 de Outubro contada nos livros.</summary>
    <author>
    <name>Ana Mendes - lcc07068@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		            <category term="Cultura"/>
			
			
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Na primeira conferência integrada nas Comemorações do Centenário da República, promovida pela Universidade do Porto, falou-se sobre a história alternativa da Revolta de 5 de Outubro contada nos livros.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Na sessão inicial do <a href="http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=3284">ciclo de conferências</a> comemorativo do Centenário da República, organizado pela Universidade do Porto (UP), pretendia-se conhecer mais sobre a Implantação da República na literatura portuguesa. Para Maria de Fátima Marinho, professora e directora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), a "Revolta de 5 de Outubro perpetuou-se na literatura portuguesa".</p>

<p>Durante a sessão que contou, também, com a presença do Reitor da UP, Marques dos Santos, e de Pedro Tavares, professor na Faculdade de Letras da UP, Maria de Fátima Marinho reflectiu sobre a história alternativa que os livros viram nascer. Uma história alternativa que, segundo a professora, "contraria a história que aconteceu".</p>

<p>"A República veio despachada de Lisboa", do livro "Levantados do chão", de José Saramago, foi um dos excertos lidos pela oradora da sessão, como forma de mostrar a história alternativa e a forma como muitos escritores personificaram a República. Por isso, refere que as obras literárias não podem ser tomadas como referência histórica para historiadores: "Uma obra literária vale por si, não tem obrigação de ser verdadeira."</p>

<p>Na primeira conferência integrada nas Comemorações da República promovida pela Universidade do Porto esmiuçou-se a revolta republicana na vertente literária. No entanto, o objectivo da organização é que até 27 de Maio, fim do ciclo das conferências, conversar sobre várias perspectivas da República. Até ao final do ano, à <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/01/31/centenario_da_republica_porto_sai_a_rua_para_celebrar_31_de_janeiro.html">semelhança da evocação da revolta de 31 de Janeiro</a>, vão existir vários eventos pela cidade a relembrar a data.</p>]]>
    </content>
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    <title>Universidade do Porto comemora 99 anos de vida</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/universidade_do_porto_comemora_99_anos_de_vida.html" />
    <published>2010-03-19T16:22:56Z</published>
    <updated>2010-03-19T19:56:29Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24687</id>
    <summary type="text">A maior universidade do país completa 99 anos de vida na próxima segunda, 22 de Março. Uma semana de comemoração que tem a 8ª Mostra da U. Porto como o momento alto.</summary>
    <author>
    <name>Ana Mendes - lcc07068@letras.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		
					
					            <category term="UP"/>
			
			
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A maior universidade do país completa 99 anos de vida na próxima segunda, 22 de Março. Uma semana de comemoração que tem a 8ª Mostra da U. Porto como o momento alto.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Foi em 1911, após a Implantação da República, que Portugal viu nascer duas das mais importantes universidades do país: Universidade do Porto(<a href="http://sigarra.up.pt/up/web_page.inicial">UP</a>) e Lisboa. Este ano, é o 99º. aniversário e vai ser celebrado ao longo de sete dias, sendo que segunda-feira, 22 de Março, é o dia oficial da UP. As comemorações arrancam, assim, com a tradicional Sessão Solene Comemorativa do Dia da Universidade, no Salão Nobre da Universidade do Porto (UP).</p>

<p>As comemorações do Dia da Universidade são uma oportunidade para a Universidade juntar toda a comunidade, quer seja docentes, antigos alunos ou diversas personalidades da cidade e do país. Como tal, a instituição dinamizou uma série de iniciativas que vão decorrer ao longo da próxima semana. </p>

<p>A 8.ª Mostra de Ciência, Ensino e Inovação é o momento alto da semana. Realiza-se também a entrega de prémios a estudantes e professores da instituição, a proclamação dos novos Professores Eméritos da U. Porto e a abertura da Sala de Energias Renováveis do Museu da Ciência.</p>

<h3>8.ª Mostra da U. Porto</h3>

<p>É de 25 a 28 de Março que se vai realizar, no Pavilhão Rosa Mota, a 8.ª Mostra de Ciência, Ensino e Inovação. Dar a conhecer a Universidade e sua oferta formativa, ajudando estudantes do ensino secundário a definir a sua futura área de estudos superiores é o grande objectivo da Mostra.</p>

<p>A iniciativa conta com cerca de 300 professores, investigadores e estudantes da U. Porto e transforma o Pavilhão Rosa Mota num verdadeiro laboratório e numa sala de aulas gigantesca. Durante os quatro dias da <a href="http://sigarra.up.pt/up/web_base.gera_pagina?P_pagina=122597">Mostra da U. Porto</a>, os visitantes podem participar em dezenas de actividades dinamizadas por 30 unidades de investigação e ensino da Universidade. </p>

<p>Como novidade, a 8.ª Mostra da U. Porto apresenta dois pólos criados recentemente pelo Parque de Ciência e Tecnologia da U. Porto (UPTEC) em duas áreas de desenvolvimento estratégico da Universidade: as Indústrias Criativas e o Mar. </p>]]>
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    <title>Red Bull Air Race: Realização da prova no Porto impede a 24 horas Motonáutica Douro</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/red_bull_air_race_realizacao_da_prova_no_porto_impede_a_24_horas_motonautica_douro.html" />
    <published>2010-03-19T16:02:24Z</published>
    <updated>2010-03-19T15:58:21Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24686</id>
    <summary type="text">O regresso do Red Bull Air Race ao Porto inviabiliza a realização da prova 24 horas Motonáutica Douro 2010. </summary>
    <author>
    <name>JPN - jpn@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
            		
					            <category term="Porto"/>
			
					
			
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O regresso do Red Bull Air Race ao Porto inviabiliza a realização da prova 24 horas Motonáutica Douro 2010. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Com a realização do <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/17/red_bull_air_race_acordo_com_lisboa_permite_regresso_ao_porto.html">Red Bull Air Race no Porto em 2010</a>, a prova do campeonato mundial de Motonáutica, que estava agendada para 18 e 19 de Setembro no Douro, pode não se realizar.</p>

<p>Em comunicado de imprensa, a Objectivo24, responsável pelo evento de barcos desportivos, esclarece que “estando o Red Bull Air Race agendado para início de Setembro não faria qualquer sentido ter dois eventos internacionais a dez dias de intervalo no mesmo sítio” até porque “isso implicaria prejuízos para as empresas de cruzeiros que operam no Rio Douro”.</p>

<p>A organização da prova reune na próxima semana com o Porto Lazer para decidir se a iniciativa é adiada para outra data ou se apenas se realiza em 2011, altura em o Red Bull Air Race se muda para Lisboa.<br />
</p>]]>
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    <title>Mundo: Comunidade internacional pede a suspensão de projecto israelita</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/mundo_comunidade_internacional_pede_a_suspensao_de_projecto_israelita.html" />
    <published>2010-03-19T15:53:32Z</published>
    <updated>2010-03-19T15:56:11Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24684</id>
    <summary type="text">Depois da tensão entre Israel e os EUA ter aumentado na última semana, um encontro em Moscovo tenta pôr fim à crise gerada por Telavive com o anúncio da construção de 1600 vivendas em Jerusalém Este.</summary>
    <author>
    <name>Nuno de Noronha, em Madrid - lcc07104@letras.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Depois da tensão entre Israel e os EUA ter aumentado na última semana, um encontro em Moscovo tenta pôr fim à crise gerada por Telavive com o anúncio da construção de 1600 vivendas em Jerusalém Este.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Os Estados Unidos (EUA), a Rússia, a União Europeia(UE) e as Nações Unidas (ONU) pediram esta manhã, num encontro em Moscovo, que Israel congele de imediato o projecto de construção de 1600 unidades habitacionais em Jerusalém Este, uma zona habitada, principalmente, por palestinianos e disputada por israelitas. </p>

<p>O Quarteto, que constitui o mediador internacional para o Médio Oriente, pediu também que Telavive avance de imediato com o "desmantelamento dos postos construídos depois de Março de 2001" e "se abstenha de fazer demolições e expulsões [de palestinianos] em Jerusalém Este". </p>

<div class="textbox"><h2>Últimos Confrontos:</h2>A crise que se gerou nas últimas semanas provocou também uma onde de violência no território. Na terça-feira, confrontos entre forças israelitas e palestinianos, em Jerusalém Este, provocaram dezenas de feridos. Ontem, quinta-feira, um míssil lançado a partir de Gaza atingiu o sul de Israel, matando um cidadão tailandês. A resposta do Estado Judaico foi imediata. Esta madrugada o exército israelita bombardeou a faixa de Gaza, ferindo dois civis.</div>

<p>A questão israelo-palestiniana tem sido discutida desde hoje, em Moscovo, entre o anfitrião e primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, a secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Catherine Ashton, e o representante especial do Quarteto, Tony Blair.</p>

<p>A tensão gerada entre o Estado Judaico e os Estados Unidos começa agora a perder intensidade. Na semana passada, o governo de Benjamín Netanyahu comunicou, durante a visita a Israel do vice-presidente norte-americano, Joe Biden, que iria construir mais 1600 vivendas na zona oriental de Jerusalém. A região é reivindicada por palestinianos como sendo parte integrante da sua futura capital, o que gerou, de imediato, uma grande contestação por parte dos Estados Unidos da América. Na altura, Hillary Clinton declarou que o anúncio israelita era "um insulto" às tentativas de pacificação no território.</p>

<h3>Quarteto apela a acordos de paz no Médio Oriente</h3>

<p>Segundo a edição online do jornal El País, Ban Ki-moon anunciou hoje, sexta-feira, numa conferência de imprensa, em Moscovo, que se pretende a resolução do problema, no máximo, em dois anos, para que a ocupação do território da Palestina, que dura há 43, acabe e se construa "um Estado palestiniano independente, democrático e viável, que viva em paz e em segurança ao lado de Israel e dos seus outros vizinhos". </p>

<p>O grupo pediu ainda aos palestinos que se abstenham de quaisquer acções que possam entorpecer o início das negociações indirectas entre ambas as partes.</p>

<p>O Quarteto tenta assim relançar as conversações indirectas de paz, depois de ainda ontem, quinta-feira, um míssil disparado de Gaza ter atingido mortalmente um cidadão no sul de Israel (ver Caixa).</p>]]>
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    <title>Crónica de Futebol: A importância de conhecer o fora de jogo</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/cronica_de_futebol_a_importancia_de_conhecer_o_fora_de_jogo.html" />
    <published>2010-03-19T14:52:54Z</published>
    <updated>2010-03-19T15:40:05Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24674</id>
    <summary type="text">Das leis aos túneis - nas palavras do presidente do presidente da Comissão de Arbitragem há lugar para tudo. </summary>
    <author>
    <name>João Pereira</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Das leis aos túneis - nas palavras do presidente do presidente da Comissão de Arbitragem há lugar para tudo. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Antes que chovam acusações convém referir que esta crónica não tem nada de machista, nem é, tão pouco, contra quem não percebe o fenómeno do avançado encontrar-se atrás da linha da bola ou antes dos dois últimos defensores da equipa adversária.</p>

<p>As regras às vezes podem ser confusas, tanto para quem as percebe, como para quem as estuda e aplica (ou tenta) dentro das quatro linhas. Com duas equipas à mistura, cada uma a puxar para seu lado, a terceira (a tal do apito, que agora tem número variável de elementos conforme as competições e pode, ou não, vir a ser automatizada em nome da "verdade desportiva") não consegue acertar sempre, e em questões de um pé à frente da linha virtual marcada num qualquer canal, é humanamente impossível acertar; portanto também não trata disso.</p>

<p>Poderiam, os mais afoitos, pensar que seria a análise a avançados como Liedson, Inzaghi (por largos anos o melhor do mundo neste particular) e Lisandro, atletas que se movimentam na linha bamba entre o legal e o fora de jogo, num bailado entre a dúvida dos defesas de braço estendido no ar a reclamar a ajuda do "bandeirinha" e a certeza de estar sozinho na cara do golo; mas estariam enganados pois vou deixar esse tipo de análises para outras alturas e situações mais propícias.</p>

<p>A questão é outra e muito mais simples de ser analisada, sem pretensiosismos nem clubismos. O Expresso online fez <a href="http://aeiou.expresso.pt/vitor-pereira-nem-me-lembro-se-estadio-do-algarve-tem-tunel-video=f571693">título</a> com uma declaração de Vítor Pereira: "Nem me lembro se estádio do Algarve tem túnel". Uma alusão clara do presidente da Comissão de Arbitragem aos incidentes que ocorreram no Estádio da Luz no túnel. Logo, fora de jogo.</p>

<p>A frase é bem "tirada" e a citação tem piada, não fosse Vítor Pereira adiantar que o problema no túnel "foi um episódio fugaz, foi a excepção, não é a regra, a regra é que as pessoas têm uma boa relação e é certamente isso que vai acontecer".</p>

<p>Em primeiro lugar: O investimento no Estádio do Algarve foi realmente um desperdício de dinheiro público, já que nem o próprio presidente da Comissão de Arbitragem lembra-se da infraestrutura de Faro-Loulé.</p>

<p>Em segundo e mais importante: as pessoas em questão (Porto e Benfica) têm tão boas relações como a água e o azeite, ou seja, nunca se misturam, quando se juntam um fica sempre por cima do outro e os resultados disso nunca são bons. </p>

<p>A analogia pode não ter sido a mais feliz mas a verdade é que Porto e Benfica só ficam bem na mesma frase se forem referidos como adversários (usando um eufemismo). Para além disso, Vítor Pereira não se deve lembrar de outros casos de túneis desta época e de outras épocas que fizeram muita tinta escorrer pelas impressoras deste país.</p>

<p>A frase de Vítor Pereira até foi bem "tirada" e teria piada se o Benfica não fosse o Benfica e o Porto não fosse o Porto, ou seja, Vítor Pereira foi, uma vez mais, muito infeliz.</p>]]>
    </content>
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    <title>Praça Parada Leitão: Obras não preocupam comerciantes</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2010/03/19/praca_parada_leitao_obras_nao_preocupam_comerciantes.html" />
    <published>2010-03-19T12:10:21Z</published>
    <updated>2010-03-19T19:56:21Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2010:16.24651</id>
    <summary type="text">Desde Dezembro que as obras de construção da esplanada à frente do Piolho estão a &quot;meio-gás&quot;. Comerciantes, clientes e transeuntes esperam há quase três meses para ver as obras terminadas.</summary>
    <author>
    <name>Ana Xavier - lcc07032@icicom.up.pt</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Desde Dezembro que as obras de construção da esplanada à frente do Piolho estão a "meio-gás". Comerciantes, clientes e transeuntes esperam há quase três meses para ver as obras terminadas.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Depois de alguma polémica gerada pela arquitectura do projecto e pela demora da execução devido a condicionamentos climáticos, esta semana assistiu-se a uma evolução mais rápida das obras de construção da esplanada na Praça Parada Leitão. A construção da plataforma já dura há cerca de três meses e ainda parece estar longe de estar concluída. </p>

<p>Irene Jardim, do restaurante com o mesmo nome, refere que, apesar da demora, a esplanada será uma "mais valia" para o negócio. Segundo Irene Roxo, do Café Universidade, no contrato, realizado em conjunto com os cinco estabelecimentos (Gelataria Cremosi, Café Âncora dâ€™Ouro, Café Universidade, Café o Mais Velho e o Restaurante Irene Jardim) foi acordado que as obras seriam no "Inverno" e que existiam trabalhos impossíveis de "efectuar com chuva, por exemplo".</p>

<p>Por outro lado, Pedro Gonçalves, do café Âncora dâ€™Ouro (vulgo Piolho) confessa que a demora tem trazido alguns prejuízos para o negócio, uma vez que "era um espaço que poderia ser usado" e que pode ter "criado hábitos" nos consumidores, que agora se direccionam para outras áreas. Irene Roxo aponta, no entanto, "o tempo e a crise" para a diminuição da "clientela". </p>

<p>Carla Martins, trabalha no café O Mais Velho há já cinco anos e afirma que o espaço apertado também tem contribuído "um bocadinho" para a falta de clientes. Ana Nogueira é estudante de Biologia na FCUP e partilhada da mesma opinião, pois o espaço começa a ser "mais reduzido" e não "dá para circular". Por isso mesmo, os estudantes deslocaram-se "para Cedofeita", onde "o espaço é maior".</p>

<p>Apesar dos constrangimentos, a estudante confirma que "a esplanada é uma boa ideia", mas que "está é a demorar muito tempo". Irene Jardim apoia e afirma que os "clientes estão ansiosos" por ver a obra concluída e que, tendo isso em conta, "no futuro, o projecto vai ser bom" para o negócio.</p>]]>
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