<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xml-stylesheet href="/css/atom.css" type="text/css"?>

<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <title>JornalismoPortoNet - Porto</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://jpn.icicom.up.pt/" />
  <link rel="self" href="http://jpn.icicom.up.pt/xml/porto.xml"/>
  <updated>2012-05-24T12:22:26Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
  <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012://16</id>
  <generator uri="http://www.movabletype.org/" version="3.34">Movable Type</generator>
  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2005</rights>

  <entry>
    <title>Porto: CMP organiza Roteiro da Genética</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/porto_cmp_organiza_roteiro_da_genetica.html" />
    <published>2012-05-24T12:21:07Z</published>
    <updated>2012-05-24T12:22:26Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31726</id>
    <summary type="text">Rotas da Ciência: À descoberta da biodiversidade do Porto</summary>
    <author>
      <name>Salomé Fonseca</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A Câmara Municipal do Porto está a organizar o Roteiro da Genética na cidade. A iniciativa insere-se nas Rotas da Ciência e pretende colocar os participantes em interação com a biologia.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Nos dias 25 e 26 de maio e 1 e 2 de junho, a <a href="http://www.cm-porto.pt/">Câmara Municipal do Porto</a> organiza o Roteiro da Genética, através da <a href="http://www.bonjoia.org/">Fundação Porto Social </a>- Porto Cidade de Ciência e no âmbito da iniciativa Rotas da Ciência.</p>

<p>Do <a href="http://www.bonjoia.org/UserFiles/File/Noticias/818/Rotas_Genetica_1.pdf">programa</a> do evento fazem parte atividades laboratoriais, sessões audiovisuais, discussões em grupo e sessões teóricas, e é organizada pela BioSense, <a href="http://www.ibmc.up.pt/">IBMC</a>, <a href="http://cibio.up.pt/cibio.php?lang=en">CIBIO</a>, <a href="http://www.ipatimup.pt/Site/">IPATIMUP</a> e Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/fcup/web_page.inicial">FCUP</a>).</p>

<p>A iniciativa propõe a todos os participantes muita interação num percurso onde se dá a conhecer o essencial sobre as áreas da hereditariedade, da genética e da biologia molecular. </p>

<p>O Roteiro da Genética destina-se ao público em geral com idade igual ou superior a 16 anos, tem um limite máximo de 34 participantes e requer a participação nos quatro dias de atividades.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Música: Segunda D&apos;Bandada no Porto é já em setembro</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/musica_segunda_dbandada_no_porto_e_ja_em_setembro.html" />
    <published>2012-05-24T12:20:00Z</published>
    <updated>2012-05-24T12:20:53Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31725</id>
    <summary type="text">Baixa do Porto vira palco de 30 concertos no dia 15</summary>
    <author>
      <name>Liliana Pinho</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O projeto "Optimus D'Bandada - Bandas por todo o lado" volta ao Porto já em setembro, com mais de 40 concertos de música portuguesa em alguns dos locais mais emblemáticos da cidade.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A segunda edição do projeto Optimus D'Bandada está confirmada no Porto, depois do sucesso da edição do ano passado, que contou com nomes como Frankie Chavez, Linda Martini, Bezegol ou Dealema. A 15 de setembro, a partir das 15h00, serão mais de 40 concertos a levar a música portuguesa a locais como a Loja Vida Portuguesa, os Clérigos, o Jardim da Cordoaria, a rua do Almada ou, ainda, o Grande Hotel de Paris. </p>

<p><a href="http://ospontosnegros.pt/">Os Pontos Negros</a>, <a href="http://www.myspace.com/soulsoffirereggae">Souls of Fire</a>, <a href="http://www.djride.com/">DJ Ride</a> - que vai vai fazer a festa de encerramento - ou <a href="http://www.facebook.com/miguelaraujojorge">Miguel Araújo</a>, são as presenças confirmadas, a par da compilação da editora Lovers & Lollypops - <a href="http://www.myspace.com/mrmiyagivc">Mr. Miyagi</a>, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/03/23/musica_queremos_mais_alto.html">ALTO!</a> e <a href="http://www.myspace.com/trengosoundsystem">Tren Go! Soundsystem</a>. Mas o cartaz não está completo e a organização diz pretender apostar num programa mais diversificado, incluindo o jazz, a música clássica ou música do mundo no reportório da programação.</p>

<p>Os concertos serão, mais uma vez, gratuitos e, segundo Vladimiro Feliz, vereador da Câmara Municipal do Porto, esta maratona musical será "uma espécie de S. João da música", servindo para "qualificar a oferta no centro da cidade" e tornar-se uma "referência no contexto nacional e, quem sabe, no europeu".</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Silver Oak Internet, a empresa portuense que exporta aplicações</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/24/silver_oak_internet_a_empresa_portuense_que_exporta_aplicacoes.html" />
    <published>2012-05-24T10:56:49Z</published>
    <updated>2012-05-24T10:57:14Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31717</id>
    <summary type="text">A Silver Oak Internet é uma empresa que cria aplicações e plataformas online para empresas comerciais. O projeto nasceu em janeiro, no Porto, e em cinco meses passou de 30 para 140 colaboradores....</summary>
    <author>
      <name>Salomé Fonseca</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A Silver Oak Internet é uma empresa que cria aplicações e plataformas online para empresas comerciais. O projeto nasceu em janeiro, no Porto, e em cinco meses passou de 30 para 140 colaboradores.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A <a href="http://www.rocket-internet.pt/?lang=en">Silver Oak Internet</a> iniciou a sua atividade no início de janeiro de 2012, no Porto, com 30 colaboradores. Atualmente tem já cerca de 140.</p>

<p>A sua <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/ciencia/silveroak1.jpg" title="atividade">atividade</a> centra-se na criação de aplicações e de plataformas online que permitam às empresas da área comercial vender online e fazer as respetivas entregas.</p>

<p>O projeto nasceu no Porto, pela mão da empresa multinacional Rocket, que pretendia abrir um centro de desenvolvimento em Portugal. "A Rocket contactou-me e perguntou-me se queria trabalhar com eles em Portugal ou na Alemanha. Eu disse que se tivesse oportunidade de escolher preferia trabalhar em Portugal", conta <a href="http://jpn.icicom.up.pt/miguelpinto.jpg"" title="Miguel Pinto">Miguel Pinto</a>, managing director e CTO da Silver Oak Internet.</p>

<p>Inicialmente, a multinacional tencionava abrir o centro de desenvolvimento em Lisboa, mas Miguel Pinto não hesitou em sugerir que o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/ciencia/silveroaki2.jpg" title="projeto">projeto</a> fosse levado a cabo na cidade do Porto. "Dei-lhes motivos para escolherem o Porto. É a cidade que tem as maiores faculdades dentro da área que nós necessitamos (...) Mão-de-obra e pessoal especializado aqui não falta e, além disso, os preços são mais baratos" defende Miguel Pinto.</p>

<h3>"É para continuar a crescer"</h3>

<p>Cinco meses depois de abrir em Portugal, a Silver Oak Internet trabalha em vários projetos ao mesmo tempo. De acordo com Miguel Pinto, atualmente, são "cerca de 20 projetos que estão a ser desenvolvidos todos na área da web".</p>

<p>O trabalho é enviado pela empresa mãe, pelo que o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/ciencia/silveroaki3.jpg" title="centro português">centro português </a>não precisa de andar à procura de clientes. "Trabalhamos nos projetos da empresa a nível internacional. Somos procurados por profissionais da área que se querem juntar à equipa", realça.</p>

<p>Apesar de a Rocket possuir empresas em mais de 70 países, a <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/ciencia/silveroaki5.jpg" title="Silver Oak Internet">Silver Oak Internet </a>é a única que é exclusivamente um centro de desenvolvimento. "A nível de centros de desenvolvimento este é o único fora da Alemanha. Eventualmente poderão haver mais no futuro, mas para já somos o único", explica Miguel Pinto.</p>

<p>A empresa tem registado um grande crescimento desde janeiro e o futuro apresenta-se bastante positivo. "A empresa vai crescer. O quanto, logo se verá", acrescenta Miguel Pinto.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>STCP consegue equilíbrio operacional pela primeira vez em 40 anos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/22/stcp_consegue_equilibrio_operacional_pela_primeira_vez_em_40_anos.html" />
    <published>2012-05-22T11:27:44Z</published>
    <updated>2012-05-23T15:27:37Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31689</id>
    <summary type="text">Pela primeira vez, em 40 anos, a administração da STCP revelou, esta terça-feira, que a empresa atingiu o equilíbrio operacional....</summary>
    <author>
      <name>Joana Domingues</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Porto"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Pela primeira vez, em 40 anos, a administração da STCP revelou, esta terça-feira, que a empresa atingiu o equilíbrio operacional.<br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>Desda a década de 1970 que a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (<a href="http://www.stcp.pt/pt/home/principal.htm">STCP</a>) ainda não tinha atingido o equilíbrio operacional. De acordo com uma nota enviada à imprensa, a "a taxa de cobertura dos gastos operacionais pelos proveitos operacionais, excluindo os gastos com as amortizações e incluindo a cobertura do serviço social prestado, atingiu, em abril de 2012, os 100% pela primeira vez, com um EBITDAR positivo de 1,9 milhões de euros".</p>

<p>Nessa mesma nota, a administração da STCP afirma que a sociedade registou "aumento da receita de transporte em cerca de 10%". No entanto, foi registada "uma quebra na procura de 9,5%". A STCP atribui tal funcionamento a "medidas de racionalização", especificamente à "saída de 1500 trabalhadores" nestes últimos 14 anos. Em abril deste ano encontravam-se a trabalhar na empresa, aproximadamente, 1300 trabalhadores. </p>

<p>Segundo os números divulgados, "o resultado operacional melhorou cerca de 10% relativamente a 2011, não obstante a redução dos subsídios de exploração devidos pelo serviço social prestado em quase três milhões de euros". Para este resultado contribuíram "as diminuições de 17% dos gastos com pessoal e de 11% dos gastos de depreciações e amortizações". </p>

<p>A administração dirigida por Fernanda Menezes, que em breve cessa funções, assegura ainda, no comunicado, que "STCP antecipa um objetivo assumido pelo Governo" ao alcançar o seu equilíbrio operacional.  </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>António Gil Cuco é o melhor aluno de Latim do mundo</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/22/antonio_gil_cuco_e_o_melhor_aluno_de_latim_do_mundo.html" />
    <published>2012-05-22T10:49:27Z</published>
    <updated>2012-05-22T13:15:50Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31646</id>
    <summary type="text">Pela primeira vez, um aluno português venceu o Certamen Horatianum 2012, uma competição internacional de traduções de Latim, em Venosa, Itália....</summary>
    <author>
      <name>Mariana Pinho</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Destaques"/>
                    <category term="Educação"/>
                    <category term="País"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Quarto"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Pela primeira vez, um aluno português venceu o Certamen Horatianum 2012, uma competição internacional de traduções de Latim, em Venosa, Itália.</p>]]>
        <![CDATA[<p>António Gil Cuco é estudante do 11.º ano na Escola Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto, e com apenas dois anos de aprendizagem, conseguiu ultrapassar alunos que competiam com "pelo menos quatro anos de Latim", confirma Alexandra Azevedo, professora de Latim da escola. António é o primeiro aluno português a conquistar o Certamen Horatianum 2012, uma competição que premeia traduções para latim e decorreu em Venosa, Itália. </p>

<p>Ao blogue <a href="http://dererummundi.blogspot.pt/">"De Rerum Natura"</a>, o aluno confessa que o Latim surgiu por mera curiosidade, mas que agora lhe move "a necessidade". "A necessidade de entender melhor a minha língua, de entender melhor as outras línguas românicas, a história e a cultura do mundo ocidental, de entender, sem intermédios, aquilo que nos legaram, em seus textos, autores das mais diferentes épocas da história", diz.  </p>

<p>Em entrevista ao JPN, a professora da escola onde o aluno estuda, Alexandra Azevedo, considera importante aprender uma língua clássica, pois "o conhecimento do Latim é um modo ímpar de explicar as raízes históricas e sociais da civilização ocidental", obrigando o aluno a desenvolver "capacidades de análise, interpretação e lógica inegáveis e que muito o favorecem a nível global, particularmente o raciocínio verbal."</p>

<p>Apesar desta vitória ter aguçado o interesse e curiosidade dos alunos e pais, a escolha do Latim como disciplina opcional é muito rara. Considerada uma língua morta e esquecida pelo tempo, a maioria dos alunos não a considera útil para o futuro, acabando por optar por disciplinas como Tecnologias de Informação e Comunicação ou uma língua estrangeira, como o Alemão ou o Francês.</p>

<p>Alexandra Azevedo acredita que "o latim tem sido abolido das escolas em nome do progresso e da modernidade". "O latim tem sido abolido porque o ministério faz e refaz reformas educativas que promovem o facilitismo", entende, queixando-se da obrigatoriedade de haver "20 alunos por turma numa área de opção". Mesmo assim, o cenário pode estar a mudar. "A propósito da vitória do Gil, já apareceram encarregados de educação na secretaria da escola a perguntar se seria possível que os seus educandos se inscrevessem em Latim", assegura.</p>

<p>A professora, que ajudou António na preparação para a ida a Venosa, acredita que "esta vitória lhe trouxe confiança e o sentimento do dever cumprido". "Sente que poderá ir mais além neste caminho que quer percorrer", fala.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>35.º FITEI: Teatro de expressão ibérica espalhado pelo Porto e pelo país</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/22/35_fitei_teatro_de_expressao_iberica_espalhado_pelo_porto_e_pelo_pais.html" />
    <published>2012-05-22T10:18:27Z</published>
    <updated>2012-05-23T15:26:47Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31683</id>
    <summary type="text">A 35.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica arranca no próximo dia 28 de maio. A programação do festival de teatro mais antigo do país, ainda que condicionada pelo corte orçamental, chega de Portugal, Brasil, Espanha, França...</summary>
    <author>
      <name>Luciano Santos</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A 35.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica arranca no próximo dia 28 de maio. A programação do festival de teatro mais antigo do país, ainda que condicionada pelo corte orçamental, chega de Portugal, Brasil, Espanha, França e Itália.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O <a href="http://www.fitei.com">Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica</a> (FITEI) é o mais antigo festival de teatro do país e vai já na 35.ª edição, que decorre de 28 de maio a 3 de junho. O festival vai percorrer vários espaços portuenses, desde o Teatro Nacional de São João até ao Mosteiro de São Bento da Vitória, passando pelo Teatro Carlos Alberto, Teatro Helena Sá e Costa e Fundação de Serralves. O teatro português tem, obviamente, lugar marcado, sendo que a restante programação chega do Brasil, Espanha, França e Itália. </p>

<p>O festival inicia-se no Mosteiro de São Bento da Vitória a 28 de maio, com um espetáculo da companhia itinerante <a href="http://footsbarn.com/">Footsbarn Travelling Theatre</a> baseado na obra "Tempestade", de Shakespeare. Antes, a 26 de maio, há um 'prólogo' em Guimarães - Capital Europeia da Cultura 2012, com espetáculos de rua das companhias espanholas Kinoa e <a href="http://www.xirriquiteula.com/">Xirriquiteula Teatre</a>, e "Quem não sabe mais quem é, o que é e onde está, precisa se mexer", peça encenada pela brasileira Georgette Fadel.</p>

<p>Um dos destaques da programação vai para "Sinfonia Erasmus", a 29 de maio na estação de S. Bento. Trata-se de um projeto que envolve música e multimédia, desenvolvido pelo FITEI com a comunidade de estudantes de Erasmus da cidade e dirigido artisticamente por Claire Binyon. Segundo Mário Moutinho, diretor do FITEI, "é um trabalho onde se pretende abordar aquilo que os estudantes estrangeiros trazem à cidade quando chegam, as suas músicas e os seus sons, mas também aquilo que levam quando partem".</p>

<p>O <a href="http://www.tnsj.pt/home/index.php">Teatro Nacional de São João</a> (TNSJ) recebe as estreias de "O Doente Imaginário", peça de Moliére produzido pela companhia portuguesa Ensemble, e de "As Intermitências da Morte", uma adaptação de José Caldas e Gianni Bissaca do livro de José Saramago. O TNSJ recebe, ainda, "Petra, La Mujer Araña y el Puton de la Abeja Maya", espetáculo da coreógrafa espanhola <a href="http://www.solpico.com/">Sol Picó</a>, que parte do mesmo texto de "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant", em exibição no Teatro do Bolhão.</p>

<h3> Programação de A a Z e de norte a sul </h3>

<p>O festival chega também aos teatros Carlos Alberto e <a href="http://www.esmae-ipp.pt/thsc/">Helena Sá e Costa</a> e associa-se ao <a href="http://www.serralves.pt/gca/?id=3553"> Serralves em Festa</a>, a 2 e 3 de junho. O FITEI estende-se às cidades da Guarda, Faro, Felgueiras e Viseu, com o espetáculo "Farfalle", dirigido para o público infantil, pela companhia italiana Teatro di Piazza o d'Occasione.</p>

<p>Na programação paralela, o festival oferece exposições, ciclos de cinema, palestras, conferências e até lançamentos de livros. Os bilhetes para os espetáculos podem ser adquiridos na Loja FITEI, no número 64 da Rua Cândido dos Reis. O preço varia consoante os espetáculos, mas o preço mínimo é de 10 euros. Existe ainda a possibilidade de adquirir a assinatura FITEI, que permite a entrada em seis espetáculos à escolha, por 30 euros.</p>

<p>Mário Moutinho diz esperar, nesta edição, a mesma afluência de espetadores que transformou o FITEI numa "referência do teatro da Península Ibérica". Ainda assim, para o diretor do festival, o sucesso não pode ser medido em termos de público. "O sucesso que perseguimos é ser competentes no tipo de trabalho que desenvolvemos, apresentar um festival de referência, com espétaculos que fazem parte da história do teatro nacional e portuense", diz.</p>

<h3> Cortes públicos e privados reduzem a duração do festival para uma semana </h3>

<p>Numa altura em que os cortes públicos à cultura são uma realidade, o FITEI viu o seu orçamento reduzido em 38%. A isso, junta-se também um desinvestimento no setor privado e uma maior retração no regime de mecenato. A organização do FITEI viu-se obrigada a encurtar o festival, passando das duas semanas para apenas sete dias. "O festival ficou pela metade. Como é óbvio, ficaram por concretizar um conjunto de propostas que estavam idealizadas para esta edição", garante Mário Moutinho.</p>

<p>O diretor do FITEI classifica de "preocupante" a drástica redução do financiamento público à cultura. "A nossa atividade é fundamental em qualquer país civilizado. A atividade cultural e a criação artística é essencial na formação de um povo. Estão em risco todas as estruturas e todo o tecido criativo, e isso não é de todo compreendido pelas entidades oficiais", lamenta.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>AEFLUP contra fim da época especial para trabalhadores-estudantes</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/aeflup_contra_fim_da_epoca_especial_para_trabalhadoresestudantes.html" />
    <published>2012-05-21T20:51:58Z</published>
    <updated>2012-05-22T11:20:52Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31682</id>
    <summary type="text">Em carta-aberta à reitoria e à comunidade académica da Universidade do Porto, a Associação de Estudantes da Universidade do Porto veio manifestar-se contra o fim da época especial para trabalhadores-estudantes....</summary>
    <author>
      <name>Mariana Pinho</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Destaques"/>
                    <category term="Educação"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Quarto"/>
                    <category term="UP"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Em carta-aberta à reitoria e à comunidade académica da Universidade do Porto, a Associação de Estudantes da Universidade do Porto veio manifestar-se contra o fim da época especial para trabalhadores-estudantes.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A Associação de Estudantes da Universidade do Porto (<a href="http://www.aeflup.com/">AEFLUP</a>) tem agendada uma manifestação estudantil para esta terça-feira, 22 de maio, pelas 15h00 junto à reitoria da Universidade do Porto (UP), onde pretende contestar o corte de 30 mil bolsas de estudo, o fim do passe sub-23 e o corte nas verbas para o ensino superior. A juntar a estas queixas, a associação veio ontem, domingo, demonstrar o seu desagrado com mais uma medida: o fim da época especial para trabalhadores-estudantes (TE) e dirigentes associativos.</p>

<p>A época especial, chamada época de setembro, permite aos estudantes universitários ter uma hipótese extra à época normal e de recurso para completarem uma disciplina. Esta época extra estava apenas disponível aos alunos finalistas, a alunos com estatuto de trabalhador-estudante e aos dirigentes associativos. Com a nova lei, a época especial passa a visar apenas os alunos finalistas.</p>

<p>O Código de Trabalho de 1997 - ao qual está submetido o Estatuto de Trabalhador Estudante da UP - diz que "os trabalhadores-estudantes gozam de uma época especial de exames em todos os cursos e em todos os anos letivos". Na nova lei de 2009, que veio revogar a anterior, esta possibilidade já não está contemplada. "Mas também não diz o oposto", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/AEFLUP.mp3" title="conta">conta</a> Leonor Figueiredo, da AEFLUP. Assim, foi pedido em abril um esclarecimento à reitoria sobre a aplicação desta medida, para esclarecer todas as dúvidas.</p>

<p>José Marques dos Santos, reitor da UP, veio confirmar [<a href="http://jpn.icicom.up.pt/documentos/pdf/_Estudante_Trabalhador_Exames_Epoca_Especial_2012.04.04.pdf">PDF</a>] que "não foi transposta para a nova regulamentação do código do trabalho a norma referente à possibilidade de estes estudantes usufruírem da época especial de exames", o que "parece indiciar que o legislador efetivamente não pretendeu que esta regalia continuasse a ser concedida aos TE."<br />
De imediato,"por não existir enquadramento legal", a reitoria solicitou aos diretores das faculdades que aplicassem a lei, de modo a "evitar tratamentos desiguais dos TE da U.Porto." </p>

<p>A AEFLUP considera que o fim da época especial para os TE é ilegítima e que reside unicamente numa suposição insustentada do reitor. Na carta aberta à comunidade académica, argumenta que "não tendo a certeza de qual foi a real intenção do legislador, a reitoria preferiu, a partir de uma suposição insustentada, prejudicar os trabalhadores estudantes. "</p>

<p>Segundo <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/AEFLUP2.mp3" title="refere">refere</a> Leonor Figueiredo, o reitor propôs como alternativa para os TE a possibilidade de se inscreverem a tempo parcial. O que, no caso da Faculdade de Letras, equivale a 37,5 créditos anuais, por 630,50 euros para o ano letivo de 2011/2012. Tal pode não se adequar aos estudantes finalistas, uma vez que, faltando uma ou duas cadeiras para terminar o curso, o aluno terá de pagar a propina na sua totalidade. </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Stand Team vence Concurso de Empreendedorismo Diogo Vasconcelos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/stand_team_vence_concurso_de_empreendedorismo_diogo_vasconcelos.html" />
    <published>2012-05-21T20:35:56Z</published>
    <updated>2012-05-21T20:37:04Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31684</id>
    <summary type="text">FAP atribui 5 mil euros ao melhor projeto de inovação social
Morreu Diogo Vasconcelos, a &quot;figura maior da história da FAP&quot;
&quot;Espírito empreendedor&quot; de Diogo Vasconcelos homenageado na Católica do Porto
Prémios Diogo Vasconcelos distinguem investigação e empreendedorismo</summary>
    <author>
      <name>Salomé Fonseca</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>"A infografia médica como recurso privilegiado na comunicação de saúde" foi o tema vencedor do concurso de Empreendedorismo Diogo Vasconcelos. Hernâni Zão, Raquel Rei e Ana Simões formam a equipa vencedora.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A "Stand Team" foi a grande vencedora da final do concurso de Empreendedorismo Diogo Vasconcelos, organizado pela Federação Académica do Porto (<a href="http://www.fap.pt/pt/">FAP</a>), e realizada no sábado, 19 de maio, no Palácio da Bolsa.</p>

<p>"A infografia médica como recurso privilegiado na comunicação da saúde" foi o tema do projeto premiado, da autoria de Hernâni Zão, Ana Simões e Raquel Rei.</p>

<p>O projeto veio no seguimento da tese de mestrado de Hernâni Zão, mestrando de Oncologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (<a href="http://sigarra.up.pt/icbas/web_page.inicial">ICBAS</a>).</p>

<p>"O projeto começou quando o Hernâni, no contexto do mestrado dele, se apercebeu que existia uma falha de comunicação entre médicos e pacientes. Depois de tentar perceber de onde vinha esta falha, apercebeu-se de que era uma falha geral, não só em Portugal, mas também lá fora", conta Raquel Rei, membro da Stand Team.</p>

<p>Depois de se ter apercebido desta falha, Hernâni e os seus mentores perceberam que as infografias seriam "uma das maneiras mais eficazes" de solucionar o problema. E foi neste contexto que surgiu a colaboração de Ana e Raquel, ambas alunas do mestrado de Design Gráfico e Projetos Editoriais da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/fbaup/web_page.inicial">FBAUP</a>).</p>

<p>"O Hernâni fez um apelo à FBAUP. Eu e a Ana tivemos conhecimento do projeto e apaixonamo-nos logo por ele. Decidimos logo colaborar e, desde aí, temos vindo a desenvolver uma série de infografias", declara Raquel Rei. </p>

<p>Neste momento, a equipa está a colaborar com a Clínica da Mama do IPO do Porto, fornecendo informação a pacientes em diferentes estados da doença. Com este projeto infográfico, a equipa pretende "reduzir o grau de entropia do paciente e, com isso, melhorar o seu bem-estar e a sua qualidade de vida", como explica Raquel Rei. Desta forma, a Stand Team trabalha no sentido de tornar a informação acerca da informação mais clara e sucinta para o paciente.</p>

<h3>Prémio vai permitir o desenvolvimento do projeto</h3>

<p>Os vencedores do concurso receberam um prémio monetário no valor de cinco mil euros. Além de trazer uma boa dose de motivação aos vencedores, o prémio vai permitir aos três jovens "iniciar uma empresa e ter recursos para desenvolver um protótipo bem feito tecnicamente", como refere Raquel Rei.</p>

<p>Num futuro próximo, Raquel Rei afirma que existe a possibilidade de conseguirem "viver deste projeto como uma forma de trabalho", pelo que vão começar a "apresentar o projeto aos hospitais".A concurso apresentaram-se cinco equipas pré-selecionadas, todas com projetos de empreendedorismo na vertente social. </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>UPTEC vai ter duas Start Ups em &quot;Erasmus&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/uptec_vai_ter_duas_start_ups_em_erasmus.html" />
    <published>2012-05-21T15:33:25Z</published>
    <updated>2012-05-21T15:47:29Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31598</id>
    <summary type="text">A FoodinTech e a Vitasensis são as duas empresas que vão ter 10 semanas de intercâmbio europeu na Alemanha e na Finlândia. Durante o Verão as duas empresas, incubadas no UPTEC, vão experimentar um novo mercado e perceber quais as...</summary>
    <author>
      <name>Daniela Neto</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Ciência e Tec."/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Terceiro"/>
                    <category term="UP"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A FoodinTech e a Vitasensis são as duas empresas que vão ter 10 semanas de intercâmbio europeu na Alemanha e na Finlândia. Durante o Verão as duas empresas, incubadas no UPTEC, vão experimentar um novo mercado e perceber quais as hipóteses de internacionalização.<br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>Cinco países, seis cidades e 12 startups fazem parte do Startup eXchange Program, que pretende ser uma experiência de troca de conhecimentos. Do Porto foram escolhidas duas empresas para o intercâmbio de 10 semanas: a Vitasensis com a <a href="http://aaltovg.com/">Aalto Venture Garage</a>, em Helsínquia, e a FoodinTech com a <a href="http://www.cie-kit.de/">CIE-KIT</a>, em Kalsruhe, na Alemanha. </p>

<p> O <a href="http://startupexchangeprogram.org/">Startup Exchange</a> dá às startups a oportunidade de usufruirem de condições importante para a internacionalização, como informações sobre o mercado local, programas de <i>mentoring</i>, sessões de coaching e, ainda, reuniões com investidores e potenciais parceiros locais.</p>

<h3>Os "primeiros passos" na internacionalização</h3>

<p>O Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, <a href="http://uptec.up.pt/">UPTEC</a>, é o elo de ligação entre o meio universitário e o meio empresarial e tem como objetivo a promoção de empresas com base na tecnologia e inovação.</p>

<p>Felipe Ávila da Costa, responsável pelo pólo tecnológico, afirma que "o UPTEC esteve envolvido com o Startup eXchange Program desde a sua concetualização, devido ao elevado interesse que as empresas incubadas teriam em utilizar uma plataforma como esta". O objetivo é permitir que as empresas <i>startups</i> da Universidade do Porto possam "dar os primeiros passos na internacionalização dos seus produtos e serviços".</p>

<p>Mas esta já não é a primeira parceria desenvolvida pelo UPTEC. "Temos continuamente desenvolvido parcerias internacionais, como é o caso da parceria com o <a href="http://startupchile.org/">Startup Chile</a>, que permitiu enviar 6 empresas do UPTEC para o Chile durante 6 meses com um investimento total de 240 mil dólares", explica Felipe Ávila da Costa. Segundo um dos responsáveis do UPTEC, estas experiências permitem às empresas "ganharem visibilidade internacional e competirem com os melhores nas suas áreas".<br />
 <br />
Para selecionar a <a href="http://www.foodintech.pt/">FoodinTech</a> e a <a href="http://www.vitasensis.com/site-under-construction/">Vitasensis</a> para entrarem no projeto, foram utilizados alguns critérios distintivos entre todas as candidatas: potencial de desenvolvimento ecrescimento da empresa ao fazer parte do programa, a afinidade com o país de destino/região e o nível de comprometimento/motivação dos fundadores.</p>

<h3>Da Porto para o mundo</h3>

<p>O projeto que deu vida à Vitasensis nasceu entre estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Miguel Andrade, promotor do projeto e diretor da empresa, explica que a Vitasensis nasceu da "necessidade de monotorização de pessoas que vivem sozinhas, tipicamente de idade avançada, ainda independentes". "Desenvolvemos um aparelho que pode andar com as pessoas e que pode assumir diferentes formatos: um relógio, uma pulseira por exemplo", explica. Miguel Andrade deixa claro que foi através da Universidade do Porto, em particular da UPTEC, que conseguiram os primeiros contactos de mercados interessados na tecnologia da Vitasensis, o que despoletou a criação da empresa e a angariação de investimento.</p>

<p>A participação no Startup eXchange foi uma agradável surpesa, confessa Miguel. O diretor esclarece que já tinham mesmo planeado contactos nos países escandinavos. Miguel explica que "foi com muito agrado que encontramos um programa que para nós foi quase feito à medida", afirma Miguel.</p>

<p>Já a FoodinTech, que conta com cinco anos de atividade, é uma empresa de <i>software</i> agro-alimentar que desenvolve um conjunto de sistemas de controlo de monotorização de desempenhos, qualidade e segurança alimentar. Miguel Fernandes, mentor do projeto, explica que a empresa surgiu quando teve conhecimento do <a href="http://www.umic.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2956&Itemid=397">NeoTec</a>, que apoiava iniciativas do lado tecnológico". Relativamente ao Startup eXchange, Miguel Fernandes reconhece que depois de terem tomado conhecimento do programa e de executarem a candidatura, estavam "sinceramente à espera de ser selecionados". "A FoodinTech já tem tecnologias no mercado com uma posição consolidada, o que, de alguma maneira, nos pode fazer ambicionar a internacionalização", explica.</p>

<p>O responsável da FoodinTech admite que "a Alemanha é um país que nos vai servir de filtro ao verdadeiro potencial das nossas tecnologias". "É um país altamente industrializado, com uma componente agro-industrial muito forte e isso permite-nos ter a certeza que se vencermos na Alemanha podemos vencer em qualquer país", remata.</p>

<p>Felipe Ávila da Costa, do UPTEC, espera que as empresas "tirem o máximo proveito desta oportunidade, potenciando ainda mais o crescimento dos seus projetos". Felipe salienta ainda a vontade de "receber projetos ambiciosos da Alemanha e da Finlândia, de forma a dinamizar ainda mais o ecossistema empreendedor do Porto". "Por fim, esperamos que o programa seja um sucesso, permitindo a continuação durante os próximos anos", conclui.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Restaurant Week: 6.ª edição chega ao Porto a 24 de maio</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/21/restaurant_week_6_edicao_chega_ao_porto_a_24_de_maio.html" />
    <published>2012-05-21T15:24:55Z</published>
    <updated>2012-05-21T15:25:36Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31666</id>
    <summary type="text">Porto Restaurant Week: Comer bem e barato na Invicta</summary>
    <author>
      <name>Salomé Fonseca</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A 6.ª edição do Restaurant Week vai passar pela cidade do Porto de 24 de maio a 5 de junho. O evento pretende abrir as portas dos restaurantes mais caros a quem normalmente não os visita. Parte das receitas do evento reverte a favor de duas instituições.</p>]]>
        <![CDATA[<p>De 24 de maio a 5 de junho vai-se realizar a 6.ª edição do Porto Restaurant Week, uma iniciativa da "<a href="http://www.sabordoano.com/">Sabor do ano</a>".</p>

<p>O evento pretende abrir as portas dos restaurantes a todos os interessados em experimentar refeições gourmet a um preço convidativo de 20 euros. Do dinheiro obtido por refeição, um euro <br />
será doado às asociações <a href="http://www.mulheresdevermelho.com/">Mulheres de Vermelho</a> e Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina (<a href="http://www.acisjf.pt/">ACISJF</a>).</p>

<p>De acordo com Vitória Sousa, membro da organização do <a href="http://www.sabordoano.com/nm_quemsomos.php?id=183">Restaurant Week</a>, o evento é, essencialmente, um "projeto de responsabilidade social" desta "instituição do setor agro-alimentar".</p>

<p>O objetivo principal do Restaurant Week passa pela "democratização da restauração", abrindo as portas dos "restaurantes top" a todas aquelas pessoas que, "no dia-a-dia, não têm oportunidade de ir". Assim, através do Restaurant Week, "podem experimentar, unindo a essa experiência uma causa social",refere Vitória Sousa.</p>

<h3>As novidades desta edição</h3>

<p>O processo de inscrição no Restaurant Week é simples. Os interessados devem aceder à página do Sabor do Ano e clicar no item referente ao Restaurant Week. Depois, basta selecionar o restaurante que pretendem. "Cada página do restaurante tem um botão da Best Tables que permite efetuar a reserva a qualquer hora do dia. Basta colocar o dia, o número de pessoas e a hora a que pretende ir ao restaurante" refere Vitória Sousa. Este ano, verificou-se uma mudança no portal de reserva online do <a href="http://www.mytable.pt/pt/">My Table</a> para o <a href="http://www.besttables.com/">Best Tables</a>.</p>

<p>Além do portal Best Table, outra das novidades deste ano trata-se dos postais colecionáveis. "Nas edições anteriores, funcionavamos com umas caixinhas onde o cliente depositava um vale. Este ano, mudamos a metodologia, fazendo um postal que funciona como uma recordação que o cliente leva para casa", afirma o membro da organização.</p>

<p>Este postal funciona, simultaneamente, como uma garantia de que se está a contribuir, e será atribuído pelos restaurantes aos clientes. "No verso do postal existe uma zona personalizável onde o restaurante põe um carimbo, um autocolante ou uma assinatura do chefe para que estes postais sejam colecionáveis", defende Vitória Sousa.</p>

<p>Dos cerca de 26 restaurantes que se associaram à iniciativa, existem alguns que participam, este ano, pela primeira vez.</p>

<h3>Cinco edições com balanço positivo</h3>

<p>Em Portugal, a primeira edição do Restaurant Week realizou-se em maio de 2009. A iniciativa chegou ao Porto em outubro do mesmo ano. Em 2010, o evento alargou-se a Loulé e, em 2011, Cascais recebeu a sua primeira edição.</p>

<p>"Este é um projeto que corre muito bem e que nos surpreendeu. Começou como uma pequena graça e não tínhamos noção que poderia atingir tal mediatismo", declara Vitória Sousa.</p>

<p>Apesar de ser na cidade de Lisboa que o Restaurant Week serve mais clientes, no Porto cada edição tem servido cerca de cinco mil refeições.</p>

<p>As expectativas para mais uma edição do Restaurant Week são muitas. De acordo com Vitória Sousa, "à medida que o projeto vai ganhando notoriedade, vai tendo cada vez mais divulgação", chegando a mais pessoas e fidelizando quem já participou. </p>

<p>Este ano, no entanto, o maior desafio será enfrentar a crise no setor. "A restauração está a sofrer uma grave crise devido às novas medidas e ao aumento do IVA. No entanto, esperamos que o Restaurant Week consiga encher os restaurantes numa época mais baixa", acrescenta a responsável.</p>

<p>À 6.ª edição da Porto Restaurant Week associaram-se alguns dos mais reputados restaurantes da cidade, entre eles: A Casinha, Artemísia, Brasserie Irene Jardim, Bull & Bear, Casa Branca, Largo do Paço - Casa da Calçada, Cheddar Tea & Fondue, Clube da Gula, Costume Bistrô, Foz Velha, Great, Panorâmico Portucale, Praia da Luz, Mesa e Barão de Fladgate.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Coldplay: Ambiente tranquilo no Dragão antes do concerto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/coldplay_ambiente_tranquilo_no_dragao_antes_do_concerto.html" />
    <published>2012-05-18T19:29:08Z</published>
    <updated>2012-05-18T19:31:07Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31665</id>
    <summary type="text">Estádio do Dragão prepara-se para receber Coldplay</summary>
    <author>
      <name>Vera Quintas</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Segundo"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O concerto dos Coldplay no Estádio do Dragão trouxe até ao Porto fãs de todo o país. Apesar da enchente esperada, o ambiente à volta do recinto manteve-se calmo até à abertura das portas. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Poucos foram os fãs de Coldplay que madrugaram para guardar lugar no Estádio do Dragão. Mas, com a aproximação da hora da abertura de portas, e apesar da chuva, começaram a formar-se as primeiras filas compactas. </p>

<div class="textbox"><h2>Coldplay às 22h00</h2>Os concertos começam às 19h00, sendo a primeira parte reservada a <a href="http://www.ritaora.com/home/">Rita Ora</a> e <a href="http://www.marinaandthediamonds.com/">Marina and The Diamonds</a>. Os Colplay devem entrar em palco às 22h00. </div>

<p>A manhã de sexta-feira começou cinzenta e <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycalmo_vquintas.jpg" title="tranquila">tranquila</a> para os que esperavam para ver os britânicos <a href="http://www.coldplay.com/">Coldplay</a> esta noite. Por volta das 10h00, alguns <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycalmo2_vquintas.jpg" title="grupos">grupos</a> de jovens encontravam-se à volta do estádio, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaygrupos_vquintas.jpg" title="sentados">sentados</a> no chão ou em escadas. </p>

<p>A tranquilidade que se vivia cá fora, antes de se começarem a formar as longas filas de espera para entrar, contrastava com a azáfama de quem preparava o espetáculo, e cuja atividade se via vagamente por entre o gradeamento. No entanto, e inicialmente, não havia sinal de vendedores ambulantes: apenas um stand de merchadising começava a ser montado, atraindo alguma atenção.</p>

<p>Cátia Rodrigues é uma das vendedoras de merchandising presentes no local, e conta com boas vendas antes do espetáculo, pois acha que as pessoas "têm sempre dinheiro para este tipo de coisas". O merchandising é o oficial da banda, relativo à tour do recente álbum "Mylo Xyloto", e o preço das t-shirts ronda os 35 euros.</p>

<p>A conversar, a comer, a ler ou simplesmente à espera, as cerca de cem pessoas que já se encontravam no estádio de manhã foram passando o tempo que faltava até à abertura de portas, às 16h00.  </p>

<p>Sentado pacientemente numas escadas estava um <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaygrupobraga_vquintas.jpg" title="grupo">grupo</a> de cinco amigos que veio de Braga, todos vestidos com a mesma t-shirt preta e cinzenta onde se pode ler o nome da banda e do novo álbum. Chegaram às 9h00 e há apenas uma estreante no que toca a ver um concerto da banda. Não fazem distinção entre álbuns antigos e recentes, pois querem "ouvir tudo". "As músicas são todas perfeitas", diz Carla Ribeiro, uma das integrantes do grupo.</p>

<h3>"Repetentes" divididos com o novo trabalho da banda</h3>

<p>Ana Dias veio de Lisboa para o seu quarto concerto de Coldplay. Além de já ter visto a banda na sua cidade, viu-os também no Reino Unido, Colômbia e Espanha. Afirma, com convicção, que este concerto "vai ser muito bom". Chegou ontem à noite, mas não acampou à porta do Estádio do Dragão. No entanto, conta ter ouvido rumores de que "havia uma pessoa que queria acampar", mas não sabe se tal se concretizou.</p>

<p>A viver no Porto, Sofia Carvalho chegou ao estádio por volta das 9h30. Nunca viu Coldplay ao vivo e não se considera uma grande fã, mas veio cedo para marcar lugar, pois quer "ir para a bancada". Afirma que, "sem dúvida", o último álbum da banda lhe agradou, mas que gosta mais dos primeiros trabalhos.</p>

<p>Sentados de encontro a um gradeamento estão três jovens. Hugo Silva é do Porto e conta que achou o preço do bilhete razoável, apesar de só ter comprado na semana passada o seu. Já viu Coldplay duas vezes, uma em 2005 nos MTV Europe Music Awards e, uma semana depois, em nome próprio no Pavilhão Atlântico. As expectativas não são muito altas, pois o jovem "gostava mais dos trabalhos antigos da banda". Mesmo assim, "Coldplay é Coldplay", diz. </p>

<p>Já Tiago Moura, do mesmo grupo, afirma gostar do novo trabalho, apesar das reticências iniciais. Teve que ouvir o álbum "muitas vezes" até que o conceito "se entranhasse".<br />
Sobre o facto do concerto ser no Porto, Hugo Silva afirma que já havia falta de uma <br />
descentralização dos espetáculos, mas que quem deseja ver uma banda se vai deslocar, "independentemente do local do concerto". </p>

<p>O grupo veio cedo, pois contava com uma enchente, estando surpreendido com a acalmia registada nas primeiras horas da manhã. </p>

<p>"As expectativas para este concerto são as melhores, porque vou conhecê-los", diz Andreia Pinho, que também veio da capital, mas com uma motivação extra. A fã ganhou um "meet and greet" para conhecer os britânicos, pelo que está "nervosa". É também uma repetente no que toca a assistir a espetáculos dos Coldplay. Afirma que são a sua banda preferida, logo "são sempre bons". No entanto, na sua <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplayalbum_andreiapinho.mp3" title="opinião">opinião</a>, o último álbum molda-se mais às "exigências das massas".</p>

<h3>Abertura de portas abençoada pela chuva</h3>

<p>A manhã foi calma mas, quando a tarde chegou, o cinzento traduziu-se em <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaychuva_vquintas.jpg" title="aguaceiros">aguaceiros</a>, que fizeram despontar um autêntico <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/codplaymar_vquintas.jpg" title="mar">mar</a> de guarda-chuvas na multidão que entretanto havia surgido. Do Estádio do Dragão ouviam-se algumas músicas pop, assim como os pregões de vendedores de guarda-chuvas, que aproveitavam para fazer negócio.</p>

<p>Quem não tinha com que se abrigar, recorria a todos os locais que ofereciam <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/codplayabrigados_vquintas.jpg" title="proteção">proteção</a>, incluindo os guarda-sóis dos vendedores ambulantes que chegaram à tarde. As <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaypessoas_vquintas.jpg" title="filas">filas</a> foram aumentando à medida que a hora de abertura se aproximava, e espalhavam-se por onde desse, uma delas chegando mesmo a fazer um "U" já na Alameda.</p>

<p>Apesar da impaciência para entrar, a chuva parece ter tido um efeito "calmante" nos jovens. <br />
Só de vez em quando se ouvia o cântico do refrão da música "<a href="http://www.youtube.com/watch?v=dvgZkm1xWPE">Viva La Vida</a>". De resto, a maior<br />
preocupação entre os fãs parecia ser mesmo manterem-se <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaypessoasestadio_vquintas.jpg" title="abrigados">abrigados</a> dos aguaceiros. </p>

<p>Pouco antes das 16h30, deu-se a abertura de portas, com a multidão especialmente <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/coldplaycompacto_vquintas.jpg" title="compacta">compacta</a> nas filas da frente a debater-se para entrar. </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Porto Sounds: Salto e Eleva nas noites do Porto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/porto_sounds_salto_e_eleva_nas_noites_do_porto.html" />
    <published>2012-05-18T16:47:14Z</published>
    <updated>2012-05-20T12:47:08Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31659</id>
    <summary type="text">Depois de receber os Zé Alguém e os controversos Irmão Catita, a praça dos Poveiros recebe mais uma edição do Porto Sounds. O JPN foi falar com os Eleva, uma das banda que promete animar a noite de sábado....</summary>
    <author>
      <name>José Ricardo Dias</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Depois de receber os Zé Alguém e os controversos Irmão Catita, a praça dos Poveiros recebe mais uma edição do Porto Sounds. O JPN foi falar com os Eleva, uma das banda que promete animar a noite de sábado.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Os amantes da sonoridade pop-rock têm encontro marcado no sábado, pelas 22h30, na praça dos Poveiros. A iniciativa da Câmara Municipal do Porto (CMP), através da PortoLazer, tem trazido várias bandas à cidade. Esta é já a segunda edição na praça, que conta com uma colaboração entre a Porto Lazer, o Passos Manuel, o Maus Hábitos e o Pitch.</p>

<p>Depois da primeira vez com os irreverentes Irmãos Catita, que pisaram o palco no dia 31 de março, chegou a vez dos Salto, que têm conquistado seguidores e marcaram presença em festivais como o Mexefest e a D'bandada. Também os Eleva, banda participante no Música na Rua, vai estar presente no evento. </p>

<p>João Hierro, baterista dos Eleva, descreve o som da banda como "pop-rock fresco". "Não conheço muitas bandas com um som parecido com o nosso", <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/som_dos_eleva.MP3" title="diz">diz</a>. A banda captou a atenção do público no Música na Rua, da Metro do Porto, ao tocar semanalmente nas estações de metro da cidade.</p>

<p>O baterista da banda mostra-se contente por ter sido convidado e por poder partilhar o palco com os Salto que, segundo Hierro, já têm "muito nome". As diferentes influências dos Eleva fundiram-se e originaram uma música "bastante direta e que agrada a muita gente".</p>

<p>Quem agrada a cada vez mais pessoas são os Salto. A banda, constituída por dois elementos da Maia, tem pisado cada vez mais palcos. Depois do Porto, a banda tenta "ganhar terreno" no panorama nacional. Paula Oliveira, produtora do espaço Maus Hábitos, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/porque_salto.mp3" title="diz">diz</a> que os Salto captaram a atenção da cidade no <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/03/01/mexefest_agora_e_o_porto_que_comeca_a_mexer.html">último Mexefest</a> e por isso foram escolhidos. A banda do Porto tem-se salientado e tem todos os ingredientes para um concerto animado, apesar da chuva que ameaça cair durante o Porto Sounds. </p>

<p>Para sábado, Paula Oliveira <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/o_que_esperar.MP3" title="promete"> promete</a> um bom espetáculo, com "algumas surpresas". Já João Hierro <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/prometo.MP3" title="garante">garante</a> um bom concerto.</p>

<h3>Dar vida ao Porto através da música</h3>

<p>O Porto Sounds já teve passagem pelo Parque da Cidade, "galerias", rua Cândido dos Reis e, agora, praça dos Poveiros. Paula Oliveira diz que a primeira edição na praça, que contou com os Irmãos Catita, foi um sucesso que contou com mais de três mil pessoas.</p>

<p>A produtora diz que sempre <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/praca_poveiros.MP3" title="acreditou">acreditou</a> na praça dos Poveiros, embora seja uma área que "esteja normalmente muito cheia". O próximo Porto Sounds tem data marcada para 8 de setembro. O cartaz ainda não é conhecido. </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Feira do Livro &apos;12: &quot;Há mais vida nos Aliados&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/feira_do_livro_12_ha_mais_vida_nos_aliados.html" />
    <published>2012-05-18T16:22:05Z</published>
    <updated>2012-05-18T16:17:59Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31667</id>
    <summary type="text">Porto: Feira do Livro regressa aos Aliados no fim de maio

Feira do Livro do Porto arranca esta quinta-feira

</summary>
    <author>
      <name>Júlia Rocha</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A Feira do Livro do Porto realiza-se entre 31 de maio e 17 de junho, na avenida dos Aliados. A juntar-se à homenagem a Fernando Guimarães surge, agora, a programação mais detalhada, com colaborações e convidados. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Já se conhecem mais atividades da <a href="http://www.feiradolivrodoporto.pt/">Feira do Livro do Porto</a>. Além da homenagem ao portuense Fernando Guimarães, 9 de junho, às 17h30, será transmitido o filme "A Corte do Norte", de João Botelho. O filme é baseado na obra homónima de Agustina Bessa-Luís, que comemora 90 anos. A sessão vai contar com a presença do realizador. </p>

<p>Nos restantes dias vão ocorrer outras presenças, conferências, debates e atuações musicais. Swinging Rabbits, Nema Trevo, Alfabeta, Mariana Vergueiro Quarteto, entre outros, vão atuar no auditório da feira. Os concertos provêm de uma parceria entre a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e a ESMAE. As sessões de cinema ao ar livre associadas à literatura tem origem na colaboração com o Cineclube do Porto. </p>

<p>O Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa participa na organização de algumas apresentações e debates da Feira do Livro do Porto. "O Murmúrio do Mundo", uma viagem pela Índia com Almeida Faria, "Para que serve a Poesia hoje?", "O encontro Inesperado do Diverso" e "O que arde cura" (de Carlos Tê e Regina Guimarães), são os exemplos da colaboração. </p>

<p>Manuel António Pina e João Luís Barreto Guimarães também vão estar presentes no auditório da Feira do Livro, com "Poesia Reunida", a 9 de junho, pelas 21h30. Gonçalo M. Tavares e Rui Manuel Amaral vão estar presentes, a 10 de junho, pelas 15h30, também no auditório. </p>

<p>Também se destaca a presença de Sérgo Godinho nos dias 15 e 16 de junho, para apresentar "Caríssimas 40 canções. Sério Godinho e as canções dos outros" e para falar de Zeca Afonso. No dia 16 de junho também vai estar presente Adolfo Luxúria Canibal, para falar de "Actualidade de Marx".</p>

<p>Avelino Soares, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) espera que a Feira do Porto tenha tanto sucesso como a edição lisboeta, "tanto em termos de afluência de visitantes - para a qual contribuirão, certamente, as iniciativas preparadas -, assim como em termos de vendas geradas". </p>

<p>O responsável pelo certame adiantou ainda que a edição conta com 250 participantes a nível editorial, "entre participações diretas, chancelas e representações." Avelino Soares salienta, ainda, "as iniciativas dirigidas ao público infantil, que decorrerão no Bibliocarro, e que são promovidas com o apoio da Câmara Municipal do Porto."</p>

<p>O mote deste ano é "Há mais vida nos Aliados", que acompanha uma renovação de imagem da Feira do Livro do Porto.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manobras 2012: &quot;Bam&apos;bora&quot; manobrar o centro histórico do Porto</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/manobras_2012_bambora_manobrar_o_centro_historico_do_porto.html" />
    <published>2012-05-18T15:50:55Z</published>
    <updated>2012-05-18T15:45:46Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31656</id>
    <summary type="text">&quot;Manobras no Porto&quot;: Já há iniciativas a ocupar o centro histórico
Porto: Há &quot;Manobras&quot; a acontecer na cidade até 2012
Porto: Conheça as &quot;Manobras&quot; que vão animar a cidade </summary>
    <author>
      <name>Daniela Neto</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O Manobras está de volta ao centro histórico do Porto e promete uma nova vida a esta parte da cidade. "Oupa", "Bam'bora" e "Binde" são as palavras de ordem para trazer pessoas à Baixa. Está aberto o prazo de candidatura para novos projetos.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/manobras.JPG" title="Manobras">Manobras</a> 2012 inicia, esta sexta-feira, o ciclo de trabalhos que terá lugar até às festividades de Natal deste ano. Em <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/edificio.JPG" title="conferência de imprensa">conferência de imprensa</a>, foram anunciados algumas das principais iniciativas do programa do <a href="http://manobrasnoporto.com/">Manobras</a> para 2012. O projeto, nascido em 2010, convidou as pessoas a descobrirem melhor o Porto e o centro histórico, a construir um futuro diferente.</p>

<h3>Balanço de 2011</h3>

<p>Em 2011, o projeto trouxe um total de 99 projetos, em 327 eventos num público estimado em mais de 130 mil pessoas. Hugo Neto, da Porto Lazer, referiu que o projeto é "já uma mais valia para a cidade". Alguns projetos de 2011 transitam para este ano, pelo que <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pessoas/portolazer.JPG" title="Hugo Neto">Hugo Neto</a> afirma que é a possibilidade de criar sustentabilidade entre os projetos criados numa "lógica de partilha conjunta". Já o diretor executivo do Manobras no Porto, <a href=" http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pessoas/carlos.JPG" title="Carlos Martins">Carlos Martins, </a> <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/pequena.mp3" title="referiu">referiu</a> que o Manobras se tornou "numa pequena grande aventura, humilde mas ambiciosa", além de uma "plataforma para novas ideias".</p>

<h3>Manobras no Centro Histórico 2012</h3>

<p>São <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/laurear.mp3" title="três os modos de ação">três os modos de ação</a> do Manobras este ano: <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/faina.JPG" title="fainar">fainar</a>,<a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/laurear.JPG" title="laurear"> laurear</a> e <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/cismar.JPG" title="cismar">cismar</a>. "Fainar" é o modo de trabalho, que é o ponto em que o projeto se encontra neste momento. A fase "laurear" vai chegar em junho e tem o ponto alto em setembro, de dia 28 até dia 7 de outubro, com os dias de manobras. Por fim, a fase "cismar", de reflexão, onde há uma fase de ponderação sobre os projetos.</p>

<p>Este ano, o projeto vai englobar 300 membros e 38 projetos de longo curso em 67 oficinas participadas. Serão quatro as praças de manobras, acolhendo mais uma relativamente ao ano passado. O Passeio das Virtudes, o Miradouro da Vitória e o Miradouro da Sé permanecem, ao passo que os Arcos de Miragaia vão agora acolher novos eventos.</p>

<p>Um dos pontos cruciais do Manobras são as '<a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/serralves.mp3" title="empatias">empatias</a>' com a programação habitual da cidade. O <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/09/serralves_em_festa_220_atividades_programadas_para_2_e_3_de_junho.html">Serralves em Festa</a> e o <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/16/porto_sao_joao12_marcado_por_varias_parcerias.html">São João</a> entram na programação do Manobras. Também iniciativas como o "Monopólio", onde os participantes podem adquirir edifícios, monumentos, jardins e até mesmo o Oceano Atlântico, entram na programação. Destaque ainda para a "Sinfonia Erasmus", o FITEI, que vai dar voz à experiência dos estudantes estrangeiros na cidade do Porto.  Também a Digitópia, um projeto da Casa da Música, faz parte da secção empatias.</p>

<p>As "energias da cidade" também são aproveitadas, com projetos como "Porto Próximo", "Cantina do Manobras" ou "Mãos ao Largos", uma iniciativa da <a href="http://www.esap.pt/">ESAP</a>, que pretende 'resgatar' o Largo de São Domingos, junto à rua das Flores, do estacionamento, ocupando-o com atividades.</p>

<p>Os "processos de investigação" não são esquecidos, com destaque para o "Apanha-me se puderes!", uma iniciativa do Manobras em parceria com o Curso de Especialização em Design e Desenvolvimento do Produto da <a href="http://sigarra.up.pt/feup/web_page.inicial">FEUP</a>. </p>

<h3>Oupa, Binde, Bam'bora</h3>

<p>A convocatória abre esta sexta-feira ao público, numa iniciativa dirigida a todos os que queiram mudar alguma coisa na cidade e responder às questões colocadas bem no início do projeto: "Que cidade é esta? Que cidade queremos ver?". <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cidade/oupa.JPG" title="Oupa">Oupa</a>, Binde e Bam'bora são o mote para a chamada de todos os que queiram 'manobrar' alguma coisa na cidade. As candidaturas, que vão estar abertas até 29 de junho, são divididas em cinco enquadramentos possíveis - exibições, instalações, processos, conversas e documentação. </p>

<p><a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pessoas/organiza%E7%E3o.JPG" title="Anselmo Canha">Anselmo Canha</a>, coordenador de Conteúdos do Manobras, explicou cada um dos parâmetros, desafiando à "narrativa e ao discurso" na documentação e apelando às pessoas para serem "elas mesmas".</p>

<h3>"Uma fé imensa no futuro desta cidade"</h3>

<p><a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pessoas/vice.JPG" title="Vladimir Feliz">Vladimiro Feliz</a>, vice presidente da <a href="http://www.cm-porto.pt/">Câmara Municipal do Porto</a>, manifestou a satisfação em receber um projeto no Porto que pode transformar a zona baixa da cidade numa zona "prime". Vladimir Feliz salientou o facto de ter que haver uma colaboração por parte dos cidadãos, num <a href="http://jpn.icicom.up.pt/audio/audio/vice.mp3" title="equilíbrio">equilíbrio</a> essencial. </p>

<p>O vice-presidente da Câmara Municipal do Porto deixou claro que iniciativas como o Manobras "desafiam o retorno" com a continuidade dos projetos, além do investimento que implica. O empreendedorismo é ponto essencial, ao cruzar as iniciativas do Manobras com alguns dos pontos da cidade do Porto, como é o caso das festividades de São João.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Porto: Cinema Olímpia abriu há 100 anos</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2012/05/18/porto_cinema_olimpia_abriu_ha_100_anos.html" />
    <published>2012-05-18T14:54:09Z</published>
    <updated>2012-05-18T15:24:39Z</updated>
    <id>tag:jpn.icicom.up.pt,2012:16.31664</id>
    <summary type="text">Cinemas do Porto: Cronologia de uma morte anunciada
</summary>
    <author>
      <name>Júlia Rocha</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Cultura"/>
                    <category term="Destaques"/>
                    <category term="Porto"/>
                    <category term="Terceiro"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Uma das míticas salas de cinema do Porto abriu há cem anos. Depois de encerrar, nos anos 80, passou a bingo. Hoje está fechado e abandonado. </p>]]>
        <![CDATA[<p>A 18 de maio de 1912 abria, no coração da cidade do Porto, na rua Passos Manuel, o Cinema Olímpia. Na altura <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/olimpia_dr_logo.jpg" title="chamado">chamado</a> "Olympia Kinema Teatro" foi aberto por Henrique Alegria, responsável também pela construção da sala. </p>

<p>Henrique Alegria trabalhou com e para a reconhecida produtora Invicta Films. Muitas foras as estreias no Cinema Olímpia. Em novembro de 1921, George Pallu, realizador francês, estreia "Amor de Perdição", baseado na obra homónima de Camilo Castelo Branco. Sérgio Costa Andrade, jornalista e crítico de cinema do jornal "Público" considera a descrição dos tempos áureos do Olímpia de Henrique Alves Costa como a mais interessante. </p>

<p>Henrique Alves Costa, importante jornalista e crítico de cinema, acompanhou a evolução do cinema portuense na obra "Alguns Antepassados dos Cinemas do Porto", onde o Olímpia figura como um dos mais importantes. "O melhor testemunho do que foi o Olímpia é, de facto, o que escreve o Henrique Alves Costa, que diz que o Olímpia nos anos 10, 20 e 30 <a href="http://jpn.icicom.up.pt/imagens/cultura/Olimpia30.jpg" title="fazia">fazia</a> estreias do cinema alemão".</p>

<p>A sala de cinema tinha lotação para 600 pessoas e, quando abriu, foi noticiado que tinha instalações modernas e luxuosas, com iluminação elétrica. Mas não foi só de cinema que viveu o Olímpia, onde também tiveram lugar alguns eventos musicais. Como aconteceu com o Cinema Batalha, foi comprado, mais tarde, pela empresa Neves & Pascaud.</p>

<p>Margarida Neves, neta do antigo proprietário, revela que o Olímpia ficou marcado por uma programação "popular, do tipo de filmes de cowboys", pelo menos nos últimos anos da sua existência enquanto cinema, ao contrário dos cinemas Trindade e Batalha, que tinham mais cinema de autor. Nas décadas de 60 e 70 do século XX, o cinema já se encontrava em fase de decadência. Segundo Sérgio Costa Andrade passava uma "programação secundária", marcada pelos "filmes de karate, quando esteve na moda". "Houve um altura em que passou cinema pornográfico hardcore, em paralelo com o Teatro Sá da Bandeira", diz.</p>

<p>Na década de 80 transformou-se em bingo, "porque o cinema deixou de dar resultados e foi vendido", segundo explica Margarida Neves. Depois dos <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2011/03/23/porto_bingos_olympia_e_brasilia_podem_reabrir_com_nova_concessao.html">problemas que os bingos portuenses tiveram nos últimos dois anos</a>, está de portas fechadas, sem perspectivas de futuro. </p>

<p>Juntamente com o Trindade, o Passos Manuel e o Batalha, o Cinema Olímpia retém muita da magia cinematográfica que parece demorar a ser recuperada. Sérgio Costa Andrade considera que, para a abertura destas e outras salas de cinema históricas, seria necessária uma "alteração dos padrões de consumo e da própria vivência do centro da cidade". Contudo, pensa que o Olímpia seria dos últimos a entrar na equação. "Antes disso está o Batalha e o Teatro Sá da Bandeira", refere.</p>]]>
    </content>
  </entry>

</feed>
